A violenta história da indústria açucareira canadense

O açúcar, dizem-nos muitas vezes, é mau para nós. De acordo com conselhos de saúde recentes, os adultos devem restringir sua ingestão de açúcar para entre seis e nove colheres de chá diariamente. Mas o que é mais perturbador no açúcar é a sua história atroz.

O apetite da Europa Ocidental por “doçura” ajudou a alimentar o horrível comércio transatlântico de povos escravizados, no qual pelo menos 15 milhões de pessoas escravizadas da África foram forçadas a trabalhar em plantações nas Américas. Até hoje, as condições de trabalho no açúcar estão entre as piores do mundo. Continuar lendo “A violenta história da indústria açucareira canadense” →

Senado aprova projeto de escravatura de bolsistas

Qualquer um que tenha dependido de bolsa vinda do Governo sabe a caca que é. Primeiro, conseguir a famigerada bolsa não é fácil nem é distribuído como bala em dia de Cosme e Damião (pergunte aos seus pais). Agora, um projeto espertão foi aprovado no Senado, ontem (11/11), que obriga os pobres coitados que vivem de mendicância governamental (se você não sabe o porque de “mendicância” procure saber quanto é uma bolsa de doutorado, para ter dedicação exclusiva, ou seja, sem mais nenhum emprego) a trabalharem para escolas públicas.

Hummmm, retribuir o Estado com serviços pelas benesses que recebeu… parece ser uma boa e justa ideia. Seria, se não fosse completamente imbecil!

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Professora americana “vende” alunos como escravos

Tenho uma triste notícia para vocês, amiguinhos: o mundo é uma merda e o cerumano é, foi e sempre será canalha. Escravidão é algo corrente em muitas sociedades ainda hoje. No passado, a bola da vez eram os negros, os quais eram escravizados por outros negros e vendidos aos brancos. Isso chegou até mesmo em acabar em guerra, nos Estados Unidos. Para dar um vislumbre maior sobre o processo de venda de escravos, uma professora de Norfolk, EUA, em uma aula sobre a Guerra de Secessão, usou os próprios alunos como exemplos. Ela separou as crianças brancas, negras e mestiças em grupos, fazendo com que as negras representassem os escravos e fossem "vendidas". Começou o bafafá e as pollyanas quase surtaram, pois isso fere os floquinhos de neve.

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