Cientistas estudam anfíbio para tratar regeneração de membros

Os malvados cientistas da Universidad Nacional Autónoma de Mexico (UNAM) – insensíveis, horrendos e capazes de atos hediondos à guiza de ampliar o conhecimento humano e melhorar a vida das pessoas – estão estudando a capacidade regenerativa de um anfíbio chamado Axolotle (Ambystoma mexicanum), que possui 3 pares de brânquias externas e possui uma das maiores capacidades regenerativas no reino animal, podendo regenerar extremidades completas do corpo até pedaços de cérebro. Ele só não possui esqueleto de adamantium (ainda).

A capacidade deste anfíbio – nativo de alguns canais do Lago Xochimilco, na Cidade do México – chamou a atenção de cientistas de várias partes do mundo, que vêm estudando e modificando seu código genético para encontrar formas de ajudar pacientes que tiveram membros amputados ou sofrem de doenças degenerativas como o Mal de Alzheimer. Mas quem se importa com pessoas? Temos que impedir estes maníacos de maltratarem o pobre anfíbio! Chamem o PETA! Daqui a pouco estaremos até mesmo salvando pessoas, onde já se viu isso? Não podemos transformar os pobres animaizinhos em escravos, mesmo que isso sirva para reduzir a quantidade de pessoas gravemente doentes.

Só para vocês terem idéia da imensa malevolência disso, adivinhem quem patrocina esta pesquisa. Sim! O Departamento de Defesa dos Estados Unidos! Os malditos ianques, assassinos de bebês foca, já doaram mais de US$ 6 milhões para pesquisas sobre o coitadinho do anfíbio, com a torpe esperança de que algum dia seja desenvolvida uma tecnologia capaz de ajudar, por exemplo, veteranos de guerra. E isso com o preço de sacrificar inocentes bichinhos lindinhos, como o axolotle. Como a ciência é pérfida!

“No México, estamos tentando identificar as moléculas que ajudam a regeneração, com o objetivo de extrapolar esta capacidade regenerativa aos humanos”, disse o biólogo Jesús Chimal, pesquisador da UNAM. “Nas experiências que estamos realizando, às vezes cortamos extremidades dos axolotes e tentamos detectar os fatores que reprimem a regeneração”, diz o pesquisar.

O anfíbio é um velho conhecido dos mexicanos e é chamado de “monstro aquático” por causa de sua aparência física, semelhante a de um girino gigante, com uma longa cauda e quatro patas. Os astecas, que comiam axolotes e os usavam na cura de doenças, acreditavam que o animal era a reencarnação do deus do raio fulminante Xólotl, que teria se metamorfoseado para evitar que fosse sacrificado.

Apesar de estar em risco de extinção, o axolotle se reproduz com facilidade em laboratório, principalmente na Alemanha e nos Estados Unidos. De fato, hoje em dia há mais axolotes em cativeiro do que em seu habitat natural, o que mostra o quanto os cientistas são monstruosos. Afinal, se a Natureza decidiu que os respectivos anfíbios virassem história, por que salvá-los em, OHHHH, cativeiro? Para servirem de escravos numa sanha enlouquecida, servindo de modelo para que nós, torpes seres humanos, tenhamos respostas que ajudaram a doentes e mutilados. Sinto vergonha de ser da mesma espécie que esses cientistas que não se preocupam com pobres anfíbios e sim com seres humanos, especistas.

Alguns cientistas acreditam que dentro de duas décadas os humanos serão capazes de regenerar suas extremidades como fazem os axolotes, mas outros pesquisadores são mais cautelosos.

“Não se pode falar em prazo, é muito arriscado”, disse Chimal, particularmente porque há pesquisas que ainda não foram publicadas e estão em processo de elaboração. Ainda segundo ele, “Nos humanos, já vimos casos de regeneração da ponta dos dedos, mas nada além disso. Espero poder ter a sorte de ver, algum dia, a regeneração de um elemento esquelético. Por que eles sim e nós não?”, se pergunta o biólogo que devia se envergonhar de se achar melhor que pobres bichinhos. Abaixo, vemos uma reportagem feita pela Max Planck Society:

Revoltante, não?

A verdade é que a Natureza decidiu que nós, pobres humanos, devemos ser frágeis, incapazes de resistir a um simples vírus, não podendo nem mesmo regenerar um braço! Devemos aceitar o que somos e não ofender o mundo natural nem assassinarmos, mutilarmos ou enjaularmos pobres bichinhos. As pessoas sempre tiveram um tempo mais que adequado de vida (em torno de 30 anos) ao longo de nossa história. Por que deveríamos querer viver até os 60, 70 e – oh, meu Deus!!! – 80 anos? Não! Não podemos permitir isso. Vamos fazer um abaixo-assinado para que os cientistas parem com essas pesquisas. Façamos a nossa parte fazendo piquetes nas farmácias, impedindo as pessoas de comprarem remédios, já que foram testados em animais. Vamos namorar garotas feias, mostrando que beleza não é fundamental, pois a indústria de cosméticos agride pobres bichinhos e não mandaremos dedetizar nossas casas, pois barata também é ser vivo e merece respeito.

Vamos seguir o exemplo de Jesus. Ele nunca mataria um bichinho, no máximo secava figueiras que não davam fruto quando não era época de figos…


Fonte dessa ignomínia: BBC Brasil

2 comentários em “Cientistas estudam anfíbio para tratar regeneração de membros

  1. Ri muito mesmo com essa matéria. Malditos, perverssos e malignos cientista, eles podem me deixar com um fator de cura igual ao do wolverine, mas não podem me deixar a cara do hugh jackman. Pro inferno com esses monstros.

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