Tapetadas: O novo comportamento criminoso dos jovens

Como reconhecer um débil mental? De princípio, dado a natureza de nosso blog, poderiam pensar que seria andar com uma Bíblia debaixo do braço. Mas, não. Um verdadeiro idiota, estúpido, retardado, acéfalo, mentecapto, degenerado, inconseqüente e, por fim, um verdadeiro filho da puta anda com um tapete de carro na mão, pendurado feito uma jaca na janela de um veículo em alta velocidade.

Este hábito é conhecido por alguns como”tapetada”, onde o distinto débil mental, com algum cúmplice, cujo QI deve ser menor do que o de uma ameba retardada, sai de carro com o único prazer: pegar o tapete de seu carro, enrolar como se fosse um cassetete (na certa como substituição para o seu minísculo e ridículo pênis) e sair batendo em transeuntes desavisados, mulheres grávidas e até crianças pequenas. Dizem que nem sempre Freud tem razão e um charuto, por vezes, é apenas um charuto. Nesse caso, eu acho que o tapete simboliza algo que o perpetrador gostaria de ter… bem atrás de si.

Pessoas sensatas poderiam pensar que eu estou citando algum livro de terror B. Mas elas têm que ser muito ingênuas para não verem o mundo à sua volta; e, acreditem, o mundo não é bonzinho e pelo visto tá cada vez pior.

Como não poderia deixar de ser, novelas adoram explorar isso; mesmo porque, enquanto tem gente que se indigna com aquilo, retardados falarão: “Cara, eu faço melhor que isso. HAHAHAHAHHAHA” (imbecis sempre soltam uma gargalhada histérica nessas horas)

Em notícia veiculada pelo G1, sabemos da história da professora Claudia Carmo, de 41 anos, que foi vítima de um desses debilóides. Ela andava de bicicleta pela raia olímpica da Universidade de São Paulo (USP) quando sentiu um impacto nas costas. “Primeiro, eu senti o calor do motor do carro muito próximo de mim. Quando olhei, vi uma pessoa com metade do corpo para fora do carro, com o tapete enrolado nas mãos. Foi quando ela bateu nas minhas costas”, conta Cláudia, que, por sorte, não perdeu o equilíbrio e caiu da bicicleta.

A agressão aconteceu em abril de 2007. “No mesmo dia, eu soube que um homem que estava por lá a pé também levou uma tapetada nas costas”, conta. Outros ciclistas que acompanhavam Cláudia tentaram correr atrás do carro, sem sucesso. Dias depois, a professora treinava na USP como de costume até que um ciclista que estava com ela foi atingido por um tapete. “Na segunda vez, meus amigos seguiram o carro. Nós avisamos a Guarda Universitária, e eles foram pegos quando tentavam estacionar na Politécnica”.

O caso foi parar na 93ª DP, no Jaguaré, que fica na Zona Oeste de São Paulo. Cláudia conta que os quatro jovens que estavam no carro – um deles era mulher – foram levados para a delegacia. Dois foram indiciados por tentativa de homicídio, segundo a Secretaria da Segurança Pública.

No depoimento, os marginais falaram que era uma brincadeira, o que lembra o caso do índio Galdino, que virou churrasco, cujos assassinos estão muito bem, obrigado, dada a absurda impunidade reiunante neste país. Não sei se o fato dos pais de dois desses psicóticos serem juízes tem alguma coisa a ver com isso. Claro que não. A Justiça no Brasil é imaculável, cheia de exelentes representantes de honra e de moral ilibada, como é o caso do Juiz Nicolau do Santos Neto.

Cláudia afirmou não ter pedido indenização. “Era só isso [o indiciamento] que eu queria. Eles nunca mais vão ter o nome limpo”, afirma num grau de extrema ingenuidade. A universidade, no entanto, diz que não tem registro do caso. A assessoria de imprensa da Polícia Militar disse não ter relato de casos do tipo. E para a distinta professora Cláudia, um emoticon duhh: .

É ÓBVIO que a USP não vai querer seu precioso nome ligado a estes animais, que provavelmente são estudantes de lá. Quanto à polícia… Bem, a incompetência e corrupção inerentes a eles é mais do que suficiente para explicar qualquer ato de “esquecimento”.

Enquanto os criminosos do Rio de Janeiro preferem surrar faxineiras, os meliantes de São Paulo preferem acertar em pessoas com seus tapetinhos. Uns dizem que “pensaram” (ou seja lá o que for que a massa marrom pastosa na cabeça deles costuma fazer) que a dita doméstica era uma prostituta (ah, bom, quer dizer que prostituta pode, né?), os outros tiram onda de gostosões, publicando suas façanhas no arauto da decadência humana: O Orkut.

Não que o Orkut seja responsável por isso. Apenas é o reflexo de uma sociedade doente e mentalmente debilitada. Sites como o Pérolas do Orkut vivem recheados de exemplos, e com isso eu perco cada vez mais a esperança no gênero humano. Espero que o Meteoro das 6h não se atrase.

Os débeis mentais de pau pequeno se divertem em relinchar suias “proezas” nas comunidades sobre tapetadas. Uma delas, chamada Associação Brasileira da Tapetada conta com 604 descerebrados, que são tão covardes de não dizerem quem são. Um dos ridículos diz todo orgulhoso: “A minha foi uma tapetada dupla. Estava no Guarujá quando avistei um caiçara andando de bicicleta com sua namorada também caiçara no cano. Não deu outra, foi [sic] dois coelhos com um tiro soh”, afirma, em depoimento postado.

O analista de sistemas Willian Cruz, de 35 anos, que é ativista de ciclismo, diz que já ouviu relatos desse tipo de agressão e afirma que alguns ciclistas se queixam que isso acontece quando estão correndo em rodovias pela manhã.

Também ativista do ciclismo, André Pasqualini, de 34 anos, conta que já escapou de levar um golpe de cinto de um jovem que voltava da balada na Rodovia Ayrton Senna, na capital paulista, numa manhã de sábado, há cerca de 3 anos. “Muitos ciclistas já evitam circular em horário de balada porque acontece de tudo, gritam, jogam cerveja”, diz.

Como sempre isso é resultado de anos de impunidade e falta de repressão. Se a polícia aparece, 50 reais (ou menos) resolvem, a questão. Se são presos, pais podem pagar bons advogados, e por incrível que pareça, ganham as questões. Não me surpreenderia se processassem a vítima E GANHAREM!

Na certa virão alguns idiotinhas dizendo que isso é falta de Jesus no coração, que pessoas tementes a Deus jamais fariam isso e eu concordo. Claro que não fariam, por isso nós nunca veríamos notícias sobre delinquentes depredando templos religiosos, ou avôs engravidando crianças de 10 anos, nem sobre maníacos homicidas. A verdade é que a sociedade não é doente e não serão as religiões quem nos salvará. Animais como esses é que são doentes e merecem punição exemplar.

Assim é o nosso Brasil, terra de gente honesta, humilde e trabalhadora, com um judiciário eficiente e uma polícia honesta.

13 comentários em “Tapetadas: O novo comportamento criminoso dos jovens

  1. Lembre-me de uma frase que era estampada em camisas na decada de 80:

    “Social problems? Colt .45”. Fez sucesso entre os pseudocaçadores dessa época.

    As vezes acho que casos com desses debiloides deveria ser resolvidos “balisticamente”

    Nào duvidem que um dia alguém irá responder a essas agressões à bala e veremos os “Direitos Humanos”clamando por justiça :evil:

  2. Nesse texto o altor disse tudo ( impunidade absurda ) acho que essa ea senha de toda m**** que acontece nesse pais, tem alguém ai que não conhece pelo menos de ouvir falar uma pessoa que cometeu assasinato e anda livre e solto pelas ruas? O cara mata e dias depois aparece com um advogado, confessa o crime e liberado com um tapinha nas costas, num pais onde o cara tem licença pra matar acho levar uma tapetada nas costas é uma coisa normalissima.

  3. Meu amigo de faculdade sofreu com este tipo de ataque. Mas, não foi com tapete, e sim com um pedaço de madeira.

    Td prq ele “ficou” com a menina, EX do MACHO que acertou a madeirada no piá…

  4. Impressionante como tem gente retardada nesse mundo! :mad:

    Tem um infeliz que diz que deu tapetada numa criança…

    “Anonymous
    hauahuahua
    kra… sem querer acertei um bebê de no maximo 1 ano de vida!
    nem sei se o guri morreu!”

    Um animal.

  5. Penso diferente da maioria.
    Não acho que isso se deva a impunidade ou falta de leis mais severas (ou aplicação das leis que já existem), pois estas atitudes não são exclusivas do Brasil.
    Nos EUA e Austrália, que possuem leis mais severas que as nossas também ocorrem estes tipos de ações (lá os delinquentes parecem ser mais sofisticados que os nossos, pois fazem uso de PAINTBALL).

    A resposta para atitudes como essa é simples: formação moral, caráter. A primeira servirá de molde para a segunda.

  6. Contribuir para a “formação moral e de caráter” são soluções a médio e a longo prazo. A curto prazo: cadeia para estes irresponsáveis, casassão da CH e do direito de dirigir (pelo prazo legal) e indenização às vítimas!

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