Cyberbullying: A Violência Infantil no mundo digital e suas vítimas

Os Protocolos dos Sábios de Sião
Voz dos Alienados 3

Nós, seres humanos, como muitos animais, damos o máximo de valor aos membros de nosso convívio social. Nós os abraçamos, os protegemos e estamos sempre pronto a defender quem achamos que é “um dos nossos”. Infelizmente, existe um processo contrário, quando muitos de nós quem não é de nosso meio, a ponto de hostilizarem verbal, social e até mesmo fisicamente. O nome disso é um termo em inglês, chamado de Bullying.

O Bullying é o ato covarde propalado pelos bullies (em bom português, valentões), que não passam de um bando de idiotas que usam sua condição de superioridade física, numérica ou mesmo hierárquica para impor medo e agir menos como selvagens, pois até mesmo as tribos ditas “selvagens” não agem feito uma cepa de retardados. O bullying está presente desde o colégio, até mesmo em empresas, passando por faculdades, forças armadas, vizinhança etc. O mundo virtual – o chamado ciberespaço (do termo em inglês cyberspace) –, como sendo um reflexo de nosso mundo real, Neo, não fica diferente disso, ainda mais quando se conta com a facilidade de se esconder por trás de uma tela brilhante, dando uma suposta liberdade de se fazer oi que quiser, causando até mesmo mortes de adolescentes. Aqui vamos nós para mais uma viagem pelo terreno mais obscuro do Universo: a mente humana.

É “normal” (sim, eu sei que não é) esperarmos que um babaca que entrou numa academia de Jiu-Jitso, principalmente aqueles que ficam com o cérebro tão deformado quanto suas orelhas, se meta a valentão e surre qualquer um que seja mais fraco que ele, só para compensar o atrofiamento de determinadas partes de seu corpo, que não serão usadas mais de qualquer forma. Um idiota assim é sinal de problemas e você já sabe que não deve ficar muito perto. O problema é quando o ser desprezível, irritadiço, cruel e violento é uma criança; e, sim, crianças podem ser tão mesquinhas, ruins e perversas quanto qualquer adulto. às vezes, até pior!

Qualquer um que tenha trabalhado num colégio sabe que existe violência infantil contra crianças, proporcionadas por outras crianças. Desde tomar o lanche na hora do recreio, passando por ridicularizações, afastamento social, ou mesmo baixar o sarrafo naquele pobre sujeito que teve o azar de ser míope e precisa de óculos, ou um aparelho ortodôntico, tem algumas espinhas a mais do que deveria, fraquinho ou mesmo porque não foram com a cara do coitado. Crianças que apanham no colégio e ficam constrangidas de contarem aos pais sobre o que acontece, por vergonha ou mesmo medo de apanhar mais ainda. Nem sempre as coordenações sabem e, quando sabem, ficam em dúvida sobre como proceder: expulsar o delinquente ou colocar paninhos quentes, já que, coitado, ele vem de família desestruturada, o pai é desempregado, a mãe é prostituta, o irmão é transformista e a irmã vende drogas. Tudo isso é uma grande besteira, pois em colégios de classe média/média-alta isso também acontece. O fator “estabilidade familiar” influi, mas também vem da formação do indivíduo, onde muitos pais não querem se aborrecer. Mesmo porque, se meu filho baixa a porrada em um manézinho, é porque o manézinho mereceu apanhar. Estou orgulhoso de você, filhão.

Sobre as crianças que são vítimas, muitas vezes é por culpa dos pais, que não prestam atenção aos sinais, pois não venham me convencer que uma criança apanha todo santo dia não chega com nenhuma marca, ou fica com medo pelos cantos, fala pouco e tem comportamento arredio. Pais devem ensinar aos filhos a verdade da vida: o mundo é uma bosta e algum desgraçado tentará abusar de você (em todos os sentidos). pais devem (ou deveriam) ensinar seus filhos a se defenderem e não ter um lar onde há segredos.

Long, long time ago, havia um garoto num colégio católico. O garoto era um moleque para lá de fantástico, incrível, inteligente e decididamente o máximo que uma pessoa poderia ser. Dali a alguns anos, ele teria um blog cético e todos o amariam mais ainda. 😀

Bem, eu não era muito popular no colégio, mas era arrogante o suficiente para não dar a menor bola. Só com o tempo eu aprendi o valor da humildade e me tornei um ser absolutamente perfeito. Infelizmente, havia um débil mental que cismou com meus óculos, já que eu tinha uns 4 graus de miopia. Ainda assim, eu não dava a mínima, mesmo com os insultos e xingamentos (tá, ligava, mas tem uma hora que a gente se conforma). Crianças são muito criativas em ofender os outros, acreditem.

Tudo muito bom, tudo muito bem, até que eu entrei na sala de aula e tomei uma porrada nas costas que me fez cair pra frente e meu óculos voou longe, e eu gostava muito dele… Bem, eu não era lá muito bom cristão e mandei Mateus capítulo 5 pro Inferno. Preferi o Evangelho de São Hal Jordan: “Aquele que venera o mal haverá de penar, quando a luz do Lanterna Verde enfrentar”. Como eu ainda não tinha sido chamado em Oa, eu preferi me levantar e jogar uma carteira em cima do miserável, partindo pra cima. Foi muito legal! O que não foi legal foi a suspensão, com direito a visita à psicóloga (a estúpida atestou que eu era autista, que piada!). Mas ver a cara dele toda arrebentada, com direito à mãe dele me chamando de psicopata… priceless!

Jesus tava muito ocupado para olhar as criancinhas, e principalmente os padres que olham torto pra elas. Eu fui uma exceção, pois a regra é que crianças vítimas de violência perpetrada por outras crianças não falem nada nem reajam, mas meu pai sempre foi muito cioso de seus deveres e me ensinou a máxima: “Se tiver que bater em alguém, bata primeiro e com força”.

Isso, talvez, soe como uma defesa de usar violência contra idiotas que queiram te machucar, e a resposta é SIM! Não se pode deixar um filho seu apanhando impunemente. Não se pode promover um evangelho idiota que diz para dar o outro lado (ops), enquanto uma matilha de lobos dilacera seu corpo, sua vontade e sua alma. Ninguém tem o direito de promover dor a ninguém. E é isso que o bullying faz: destrói o corpo e a auto-estima da pessoa.

Levem agora em consideração uma coisa: isso acontece quando você conhece seu agressor, onde ele todo dia se apresenta com uma ofensa diferente, onde todos sabem QUEM é ele. E quando não sabemos? E quando houver um modo de você se esconder atrás de máscaras, lhe dando liberdade de fazer o quie quer, podendo se fazer passar por qualquer um, deixar uma ofensa para quando, sem mais nem menos, a vítima desafiada chegar num ambiente só seu e der de cara com os ataques? Isso existe, e recebe o nome de Internet!

Holly Grogan tinha quinze anos. Segundo pais e amigos, um doce de menina, mas nasceu numa época que as pessoas conseguem disfarçar suas atitudes, partindo para a hostilidade na primeira oportunidade por causa do anonimato. A menina Holly criou um perfil no Facebook, um site de relacionamentos que possui como principal meta fazer amigos e reunir os antigos. Mas não foi o que aconteceu com ela.

A menina foi vítima de uma campanha de abusos e intimidações não só no Facebook, como no Bebo e MySpace, outros sites de relacionamento. Mensagens postadas por amigos e colegas de escola na página da jovem no Bebo sugeriam que ela foi vítima de abusos, mas não explicaram direito quais, já que com a Internet, a capacidade de clareza na grafia está se tornando algo raro. O que se soube, em notícia trazida pela BBC Brasil, foi que Holly não suportou as pressões, ela não era André, mesmo porque ela não podia jogar uma carteira contra o computador. Sua auto-estima foi arrasada e seu coração dilacerado. As pressões foram muitas e ela teve, ao meu ver, uma atitude última de coragem, mas destituída de sentido sob os olhos de pessoas que estão de fora. Holly Grogan pulou de uma ponte sobre uma movimentada estrada na quarta-feira (16/9) à noite.

Como no mundo tido como “real”, não faltam as palavras vazias. No site da jovem, vários amigos enviaram mensagens de solidariedade, mencionando os abusos e afirmando que Holly agora “está em um lugar melhor”. Isso é consolo? O lugar melhor para ela seria com os pais e o resto da família, usando seus jeans e indo comer hamburguer no fim-de-semana, após ir no cinema, e não numa urna fria, decompondo sob as leis da física e da química, como todo ser biológico que perde a vida. O lugar de Holly não é no suposto colo de um deus indiferente à sua dor, pois se tal deus existir, ele não a receberá. Apenas ficará sentado em seu trono, indiferente às questões dos pobres seres humanos, que muitas vezes suplicam auxílio… um auxílio que nunca virá, pois esse “deus” está ocupado dando uma roupinha nova a algum acéfalo que reza de quatro e dá suas economias para um pastor ladrão, padre pedófilo, mulá terrorista… não necessariamente nessa mesma ordem de “qualidades”.

Sim, crianças são cruéis e possuem instinto assassino, como aquelas duas que matavam criancinhas pequenas. No futuro, estas aberrações infantis estarão num carro, com um tapete enrolado, batendo em transeuntes.

A Internet é uma ferramenta maravilhosa, mas as pessoas esquecem do conselho do Tio Ben: Grandes poderes trazem grandes responsabilidades. A polícia inglesa deve averiguar os maníacos que ofenderam a menina, a ponto dela se suicidar, pois pra mim não foi suicídio. Foi assassinato!

Que isso sirva de alerta para os pais. tanto os que possuem mini-psicopatas em casa, como os que que possuem filhos vítimas de abusos , ofensas e violência.

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Sobre André Carvalho

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