Por David Grémillet
Niaqornarsuk, oeste da Groenlândia, numa manhã de março de 2000. Surgem as primeiras luzes ao fim da noite polar. São 6 horas, e me arrasto com dificuldade para fora do saco de dormir. Quinze graus abaixo de zero dentro da barraca, -27ºC fora. Acendo a lamparina e derreto um punhado de neve. Após tomar um bule de chá, entreabro a porta da tenda e espio o exterior com meus binóculos. As lentes desembaçam pouco a pouco e surge paisagem ártica: as águas mansas do fiorde, um resto de neblina que se dissipa, picos nevados, céu azul-cinzento com abundantes nuvens. Continuar lendo “Cormorão, um pescador habilidoso”

De acordo com pesquisa liderada por uma antropóloga da Universidade Estadual do Iowa (EUA), chimpanzés do Senegal confeccionam e usam lanças com regularidade para caçar outros primatas – sem a ajuda de seres humanos. O estudo, com financiamento da National Geographic Society, é o primeiro a registrar o uso habitual de ferramentas por animais não-humanos para caçar outros vertebrados.
Acaba de entrar em operação no Centro de Tecnologia Mineral (Cetem) do Rio de Janeiro, uma unidade de pesquisas na área de mineração, ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia, a Unidade Semi-Piloto de Biolixiviação, que visa à redução de gases poluentes na extração de cobre.
Uma equipe de arqueólogos descobriu perto do Monte Olimpo uma escultura de Hera, deusa grega do matrimônio, alguns anos depois de uma estátua de Zeus ser encontrada no mesmo lugar. Escultura sem cabeça da rainha do Olimpo foi descoberta em santuário religioso. No mesmo local, em 2003, foi encontrada estátua de Zeus, marido de Hera.
Os estrangeirismos há muito tempo fazem parte da Língua Portguesa. Sempre combatidos por puristas, em muitos casos não há como fugir deles, enquanto que em outros casos seu emprego é desnecessário, posto que existem similiares no nosso próprio idioma. Assim como anglicismos, galicismos e demais barbarismos, apareceu um outro “estrangeirismo”: A linguagem internética.
Diferenças físicas nos cérebros podem aumentar as probabilidades de uma pessoa consumir drogas, segundo um estudo da Universidade de Cambridge publicado na revista científica Science. O estudo com ratos indicou que as variações nas estruturas do cérebro eram anteriores à primeira exposição do indivíduo a narcóticos e os tornava mais suscetíveis a consumir drogas.
Por
Tomar determinados suplementos de vitaminas pode encurtar a vida das pessoas, sugerem pesquisadores. Milhões de pessoas ingerem suplementos de antioxidantes tais como as vitaminas A e E, e betacaroteno.
Os incas, que povoaram o Peru e se expandiram pela cordilheira dos Andes nos séculos 15 e 16, são conhecidos pelo culto ao Sol e pelas observações astronômicas refinadas que regulavam seu calendário. Mas um estudo indica que, quase dois mil anos antes, um outro povo, que habitou a região desértica da costa norte do Peru, já praticava observações solares de grande sofisticação.
Pesquisadores disponibilizaram na Internet um banco de dados contendo a maior coleção já feita de imagens do cérebro. E não apenas cérebros humanos, mas também cérebros de macacos, cães, gatos, camundongos e pássaros.