Hackers, monopólios e instituições panópticas

privacy.jpgPor Sergio Amadeu da Silveira

Introdução: Velhos Direitos, Novas Violações e a Ambigüidade das Redes.

A comunicação mediada por computador e a digitalização intensa de grande parte dos conteúdos de expressão – textos, sons ou imagens — ampliaram as possibilidades das grandes organizações – Estados, companhias transnacionais e redes criminosas – de observar e rastrear o comportamento e o cotidiano dos cidadãos. A comprovação empírica dessa afirmação pode ser encontrada exatamente nos Estados Unidos, um dos países com grande tradição na defesa da privacidade e, ao mesmo tempo, a nação com o maior número de computadores e internautas. Em dezembro de 2005, o jornal The New York Times divulgou que presidente George W. Bush teria autorizado o NSA (National Secutity Agency) a realizar milhares de escutas telefônicas e scaneamento de e-mails sem a prévia autorização judicial. O governo alega que a Lei USA Patriot, aprovada no fim de 2001, permite a espionagem de pessoas sem consulta ao Judiciário, pois isto seria indispensável para um combate ágil e eficaz ao terrorismo.

No mês de maio de 2006, o site de buscas Google, recusou-se a entregar ao Departamento de Justiça norte-americano uma lista contendo palavras e sites pesquisados por todos usuários durante uma determinada semana. O governo já vinha utilizando as bibliotecas para captar informações sobre o que as pessoas consultam. A Lei USA Patriot permite tais ações de rastreamento. É notável que antes mesmo dos ataques de 11 de setembro, o FBI (polícia federal norte-americana) já scaneava e-mails que transitavam pelos backbones (redes de alta velocidade) e seus roteadores instalados nos Estados Unidos. Esta prática de vigilância ocorria a partir de um sistema chamado Carnivore que permitia ler todos os e-mails e copiar aqueles que continham determinadas frases e palavras-chaves… <leia o resto deste artigo>

Médicos temem “Google-consultório”

Por Emilio Sant’Anna

Estudo diz que site permite identificar corretamente doenças, mas há risco de automedicação e diagnóstico errado.

Site de pesquisas mais usado na internet, o Google está se tornando uma espécie de consultório virtual dos internautas, para preocupação dos médicos. Pessoas acessam as páginas em busca de informações sobre doenças – desde a simples identificação de sintomas até a interpretação de exames e tratamentos. Surpreendido por um paciente que chegou a seu consultório com sugestão de diagnóstico e tratamento para a doença do filho, o médico Hangwi Tang, do Hospital Princess Alexandra, na Austrália, resolveu testar a precisão de diagnóstico do Google. A internet acertou em 58% dos casos. Continuar lendo “Médicos temem “Google-consultório””

Vírus no celular

Por Mikko Hypponen

Vírus de computador agora são transmissíveis pelo ar, infectado telefones celulares em todas as partes do mundo. Empresas de antivírus, operadoras de celular e fabricantes de telefones procuram minimizar essa ameaça antes que ela saia de controle. Continuar lendo “Vírus no celular”

O fim da Internet discada

Por Eduardo Tude

A pesquisa TIC Domicílios 2006 do Nic.br apontou a Banda Larga como o tipo de conexão utilizado por mais de 40% dos domicílios brasileiros que têm acesso à Internet. A banda larga era também a forma preferida de conexão para 49% dos 1,5 milhões de assinantes do UOL em setembro de 2006.

No Internet Group, braço de Internet da Brasil Telecom que reúne os provedores IG, IBest e BrTurbo, o número de usuários ativos de Internet discada caiu de 3,5 milhões no início do ano para 3,1 milhões em setembro de 2006. Continuar lendo “O fim da Internet discada”

Como os ladrões roubam seus dados mais secretos

privacidade.gifRevender ou doar equipamentos de informática antigos após uma atualização é comum a muitas empresas. O rendimento adicional ou abatimento no imposto pode ajudar a pagar os custos dos novos equipamentos. Mas essa economia pode recair contra você. Continuar lendo “Como os ladrões roubam seus dados mais secretos”

O software antivírus é também um vírus?

antivirus.jpgConforme os computadores se tornam mais rápidos e potentes, também pode parecer que ficam mais lentos. Se isso estiver acontecendo, então a resposta a seu paradoxo pode estar no seu software antivírus. Continuar lendo “O software antivírus é também um vírus?”

A nova Internet brasileira: Um guia ilustrado!

Como postar um comentário na nova Internet brasileira do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG).

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Laptop de US$ 100 custará até 40% mais caro

olpc.jpgO diretor da organização OLPC (Um laptop por criança, na sigla em inglês), Walter Bender, afirmou que os laptops produzidos ao longo de 2007 terão um custo entre US$ 135 e US$ 140 por unidade.

Bender avalia que só em 2008 será possível atingir a meta de produzir o computador educacional batizado de 2B1 pelo preço de US$ 100. Continuar lendo “Laptop de US$ 100 custará até 40% mais caro”

ONU critica “excesso de regulamentação” na web

onulogo.jpgA Unctad (Conferência da ONU sobre Comércio e Desenvolvimento) divulgou, esta semana, um relatório criticando medidas que visam criar uma regulamentação excessiva da internet.

De acordo com o relatório, muitos governos têm cedido ao apelo de adotar soluções rápidas que, depois, se revelam ineficientes. Continuar lendo “ONU critica “excesso de regulamentação” na web”

Discussão em chat termina em briga e condenação

webchat.jpgUm britânico que afirma ter promovido o primeiro caso da Inglaterra de ataque relacionado à “fúria online” foi condenado a dois anos e meio de prisão na sexta-feira. Ele atacou um homem com o qual trocou insultos pela Internet.

Paul Gibbons, 47, morador do sul de Londres, admitiu que atacou John Jones em dezembro de 2005 depois de meses de troca de injúrias em uma sala de bate-papo dedicada à discussão do Islã. Continuar lendo “Discussão em chat termina em briga e condenação”