O Museu Nacional foi destruído. Mal sobraram as paredes e umas pouquíssimas coleções. Tudo perdido. Tudo virou cinzas. Tudo virou lágrimas e desespero. A incompetência generalizada deste país fez com que 200 anos de Museu e bilhões de anos de história se perdessem. Começou o empurra-empurra de responsabilidades, quando, no final, ficará por isso mesmo.
Vendo isso acontecer, como sabendo que outros museus no Brasil foram destruídos por incêndios, eu mantenho a minha opinião: entreguem todos os acervos de todos os museus brasileiros e entreguem para quem tem condições de cuidar deles.
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Eu comecei o Voz dos Alienados numa forma de não ficar poluindo (muito) a área de comentários dos posts. Ficava uma loucura descontrolada. Daí, a ideia de fazer um artigo separado só com a melhor mostra de imbeclidade, creme de la creme do retardo mental. Um amigo deu a ideia de chamar Voz dos Alienados, que é quando damos voz a estes imbecis, mas não sem ter resposta à altura
Algumas histórias são estranhas, até loucas. Muitas não faazem o menor sentido é seria mais do que natural que ninguém acreditasse. Só que o mundo não está nem aí para o senso comum, e muitas histórias, por mais esquisitas, pitorescas e totalmente sem noção são, entretanto, pura verdade.
Eis-nos aqui. Era para ser um momento de celebrarmos, ainda com tristeza. Mas não há como. Não é uma morte que veio de causas naturais, a não ser que por “natural” você entenda o descaso patente de uma tribo burra, selvagem e ignorante. Um bando de incultos que não têm apreço pela Cultura. Ninguém pareceu se importar no estado até que as chamas irromperam. Séculos de escritos, documentos e pesquisas estão perdidos. Não adianta sequer imaginar a reconstrução física, pois o valor que lá tinha poderia ser alocado numa choupana que ainda assim seria inestimável. Talvez, numa choupana estivessem mais seguros.
Sempre propagam mitos e mais mitos. Ao longo da História muitas histórias ficaram tidas como verdadeiras, mas são mentiras ou desvios da verdade. As coisas não são bem como voc~es aprenderam e uma mentira repetida acaba virando verdade. Em tempos de internet, mais mitos acabam sendo criados. Edison inventou a lâmpada elétrica? Heidy Lamarr inventou o wi-fi? Napoleão era baixinho, né? E o telefone?
Homo erectus não era um homossexual que estava sempre pronto para a cópula. Ele formava um grupo de hominídeos que viveu há cerca de 1,8 milhões de anos e 300 000 anos atrás. Seu nome significa literalmente “o homem que andava ereto ou em pé”. Esses hominídeos eram que nem brasileiros: onde menos se esperava tinha um lá. A maior parte ficou, entretanto, na África, mesmo. Agora, pesquisas recentes mostram que seu tatatatatatataravó Homo erectus foi mandado pra vala evolutiva porque era preguiçoso. Deve ser por isso que você é o que é, já que quem puxa aos seus não degenera.
Eu já aprendi muito de muito, e todo dia aprendo mais ainda. Gosto de ler, ouvir rádio (é um podcast que funciona offline. Pergunte ao seu avô) e assisto TV quando tem algo que preste (faz uns mais 80 anos que não vejo nada, mas beleza). Com o advento da Internet, aprendi muito mais! Uma dessas coisas fantásticas e saber como no século XIII já haviam brasileiros espalhados pelo mundo a fora, espalhando cultura e desenvolvimento, tendo um deles inventado a Matemática.
Está rolando um bochicho de um corte de verba da CAPES em que todo mundo ficará sem verba nenhuma. Estão alegando que isso vai acabar com a ciência no Brasil, que voltaremos pra Idade das Trevas, teremos gente defendendo criacionismo no Congresso, ficaremos entre os últimos nos índices educacionais no mundo todo, uma bancada religiosa será formada na Câmara dos Deputados, igrejas terão isenção de impostos, movimentos anti-vacina se espalharão, um monte de gente gravará vídeo no YouTube dizendo que a Terra é plana e que a NASA mente e que sarampo voltará a se espalhar. AINDA BEM que nada disso está acontecendo, graças às verbas que o CAPES recebe.
Estando na gloriosa República Florentina, aos 31 dias do mês de julho do ano de Nosso Senhor de 1490*, escrevo ao digníssimo excelso senhor Lorenzo, O Magnífico estas poucas letras, pedindo permissão para dirigir-me à Vossa Magnificência.