Turista visita Paquistão pensando em bronzeamento e acabou incinerado

Esta é sua edição do melhor que a religião pode oferecer. Aqueles exemplos de paz e temperança, de amor e união, que não são apenas palavras. Você, você, meu amigo. Você tem certeza de que fez tudo o que podia pelo seu semelhante? Pense bem, pois um dia você vai encontrar algum maluco religioso fanático que vai te comer de porrada e te queimar vivo por ter blasfemado.

Fazendo churrasco do amiguinho por ele ter ofendido o seu deus hiperpoderoso, esta é a sua SEXTA INSANA!

Maydan é uma tranquila e bucólica cidade situada na província de Khyber Pakhtunkhwa, Paquistão. Como todo lugar tranquilo e pacato, você (que leu Stephen King) sabe que vai dar merda uma hora ou outra. E deu! Um cenário de horror inimaginável se desenrolou, lançando uma luz dura sobre o lado negro, sombrio, obscuro, nefasto, das leis obtusas de blasfêmia do Paquistão e o poder volátil e descontrolado das multidões.

Centenas de homens, alimentados por aquele lindo fervor religioso que faz as pessoas serem melhores (assassinas), invadiram uma delegacia de polícia para impor uma forma brutal de justiça a um homem acusado de blasfêmia. A vítima, um turista de Punjab, foi acusada pelos locais de profanar o Alcorão e queimar algumas folhas. Não, não há certeza se ele realmente fez isso, mas quem se importa com detalhes?

Já começa que eu não sei por que cargas d’água alguém iria no Paquistão com fins turísticos. Mas eu não vou discutir debilidade mental alheia nesta altura do campeonato. De qualquer forma, em uma tentativa desesperada de protegê-lo, a polícia prendeu o turista, já que não seria louca de dar voz de prisão a uma turba ensandecida, mas a frágil linha azul da aplicação da lei desmoronou sob o peso da raiva obtusa de uma multidão ignorante.

O meganha de Allah Rahim Ullah relatou como a multidão invadiu a delegacia, capturou o homem e o submeteu a uma surra selvagem antes de incendiar seu corpo e deixá-lo em uma estrada como um troféu macabro.

Mas lembrem-se que Israel é que é ruim, e os povinhos que seguem o Cameleiro é que é bonzinho. E se você revidar, VOCÊ é o errado, seu islamofóbico do caralho! Lembrem-se, é a cultura deles e faz parte da cultura as leis de blasfêmia do país, o mesmo tipo que querem aplicar aqui e os levogiros que apoiam o Afeganistão são contra. Lados iguais da mesma moeda podre.

A imagem desalentadora do corpo de um homem queimando nas ruas de Maydan é apenas mais um evento comum naqueles lados. Amanhã o homem será esquecido, e vários grupos clamarão que o Paquistão tá certo, errado era o turista. Eu ouvi um Allahu Akbar?


Fonte: DNUZ

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