Robôs, arte e celeumas atuais

Acompanhei uma conversa hoje sobre uso de Inteligência Artificial para produzir arte. Já um monte de gente falou isso. É arte mesmo? Já ganharam prêmios em concursos usando imagens geradas por IA; ganhou, mas não levou. Todo mundo está discutindo isso. O Cardoso já postou isso. Tá, todo mundo está falando disso, com a mesma discussão de sempre, mas eu estava pensando por outro lado. Como definir o que é arte e como diferenciá-la do que não é arte, apenas meras imitações ou engodo?

O que faz arte ser arte e se sobressair?

Por exemplo, vejamos Pollock. Abaixo temos alguns exemplos de pinturas “pollockianas”

Você consegue diferenciar o que foi feito por Pollock do que foi feito por um chimpanzé, uma IA e uma criança? Não vale usar o Google.

Mas… o que faz Pollock ser Pollock? Saber a verdadeira autoria? E Basquiat? Dá um Google aí. Ele é mais arte do que algo que eu possa gerar com IA por que?

Focar na música é a mesma coisa. Ah, porque a música a IA pode identificar nossos gostos musicais e bliblibli. Ora, qualquer gravadora pode fazer uma pesquisa de mercado e entender as atuais preferências das pessoas e construir um artista assim. Ora, o Christian do Christian e Ralf era roqueiro, depois foi pro Sertanejo. Rod Stewart passou para as baladas românticas. Você se acha especial “ain, estão roubando algo de mim”. Meu amigo, IA não é o Skynet, já falei. é um monte de If e Then.

Podem argumentar que a IA nunca será tão genial quanto humanos produzido arte. Afinal, o ser humano ja nos dá capacidades acima de outros animais e computadores. Podemos sempre fazer coisas melhores, entendendo outras pessoas, ao ponto que as IA apenas coletarão dados. Nem me alongo nisso. Só vou terminar o artigo com isso:

Perceberam o grau de importância que eu dou a este assunto pela profundidade da abordagem.

6 comentários em “Robôs, arte e celeumas atuais

  1. Provavelmente quando começou a aparecer pintura digital houve a mesma polêmica. E provavelmente quando os sintetizadores apareceram também houve a mesma polêmica. Parece-me mesmo um grande whatever.

  2. Como sempre, o Cardoso escrevendo textões de merda sobre bobagens e falando absolutamente nada sobre o nada. A sua abordagem foi muitíssimo melhor.
    E branch-and-bound, backtracking e minimax mostram que IA, na maior parte das vezes, não é nem um pouco inteligente.

  3. Olha, acredito que o que a IA faz é arte sim, só é uma arte diferente, não digo nem inferior ou superior porque arte é subjetiva. E outra, a arte que a IA faz é completamente diferente da humana, e ela nunca, pode substituir a arte humana. Não acho a arte de IA um problema, eu acho bem legal até

  4. Concordo que nem toda musica e filmes muitos filmes e músicas comercial existe so para vender ja outros mesmo sendo comercias conseguem entregar uma experiência incrível talvez isso diferencia filmes e musicas boas daqueles que ano que vem ninguém mais lembra que consumiu..

  5. “Mamaaaa, i just killed a mannnnn…”
    Pra quê se preocupar com arte de robô quando o que muitos famosos hoje em dia fazem é chamado de arte, sendo pra eles apenas um produto?

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