Reino Unido apresenta um caso de mutilação genital feminina a cada duas horas

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A religião faz as pessoas mais éticas e mais ciosas da moralidade das ações, e bons exemplos. É o que vivem dizendo para pessoas como eu que acham que religiões são um câncer sociológico (eu diferencio religiosidade, a tendência do ser humano a se conectar com algo fora da Natureza, de religião, o sistema organizado de controle). O tempo que perdem falando isso para mim poderiam usar para explicar aos próprios religiosos.

Obviamente, não aceitam isso; daí acontece um aumento absurdo de mutilação genital na Inglaterra e em toda Grã Bretanha, devido à onda de refugiados de religião muçulmana. Mas é a religião deles, temos que respeitar.

Não que eu ache o Cristianismo e outras religiões melhores. Cada uma tem a sua própria insânia e tosqueira, mas sair mutilando mulheres só´porque um livro escrito na Idade Média manda (segundo seus defensores, apesar de não ter isso escrito) que se corte fora o clitóris de mulheres – mesmo ainda quando criança – porque uma mulher ter prazer sexual vai deixar um deus onipotente muito puto because reasons.

Claro, falando isso, sempre tem alguém que diz “ah, mas dos cristãos você não fala”. Daí eu falo das merdas que católicos fazem. “Ah, mas dos evangélicos vocês não falam”. Falo também. “Ah, mas dos espíritas…” Sim, também. “Ah, mas dos muçulmanos vocês tem medo”, não eu falo de qualquer imbecil que tenha ideias retardadas. Falo até mal da ATEA, aquele antro de imbecis quando eles propagam merdas.

Mas o que é essa Mutilação Genital Feminina?

Como falei, é o ato de arrancar fora ao clitóris das mulheres, mas não é feito assim de qualquer jeito. Está pensando o que? Que eles são apenas uns bárbaros que ainda vivem na Idade Média? Tá, ok. São. Mas mesmo assim, este métodos absurdos e selvagens são feitos de 3 formas FONTE:

Tipo I: Clitoridectomia ou sunna – Consiste na remoção do prepúcio do clítoris , pode também incluir a remoção completa do clítoris. Procedimento: o clítoris é seguro entre o dedo polegar e indicador, puxado para fora e amputado com um corte de um objeto afiado (uma gillete, um pedaço de faca, uma lâmina qualquer improvisada… não importa!). O sangue é estancado através de gazes ou outras substâncias e é aplicado um curativo de maneira bem tosca.

Tipo II: Excisão – Baseia-se na remoção do prepúcio e do clítoris com parcial ou total excisão dos pequenos lábios. Procedimento: a principal diferença neste tipo é gravidade do corte. Normalmente o clítoris é amputado e os pequenos lábios são removidos total ou parcialmente, muitas vezes com um mesmo golpe. O sangue é estancado com ligaduras ou com alguns pontos (também de forma tosca), que podem ou não cobrir parte da abertura vaginal.

Tipo III: Circuncisão faraônica ou infibulação – Consiste na remoção do prepúcio, do clítoris , dos pequenos e grandes lábios. Procedimento: Os grandes lábios são unidos através de pontos ou espinhos/picos e as pernas são atadas durante 2 a 6 semanas. É deixada uma pequena abertura para permitir a passagem de urina e sangue menstrual (tem normalmente 2-3 cm de diâmetro, mas pode chegar a ser tão pequena como a cabeça de um fósforo). Se depois da infibulação a posterior abertura for suficientemente grande, a mulher poderá ter relações sexuais depois da gradual dilatação, que pode demorar semanas, meses ou, em alguns casos, cerca de 2 anos. Se a abertura for demasiado pequena, tradicionalmente recorre-se à defibulação antes de se ter relações sexuais, normalmente efetuada pelo marido ou um parente feminino usando uma faca ou pedaço de vidro. Em quase todos os casos de infibulação, é necessário recorrer a defibulação durante o parto para permitir a saída do feto e, para tal, é essencial a ajuda de uma parteira pois podem ocorrer complicações para a mãe e/ou o feto.

Os principais países (se é que podemos chamar aquilo de países) onde se pratica a MGF são: Senegal, Egito, Sudão, Etiópia, Siri Lanka, Somália, Malásia, Serra Leoa, Emirados Árabes Unidos, Índia, Iêmen , Indonésia, Omã, Guiné-Bissau, Nigéria, Uganda, Quênia, Tanzânia, Togo, Mauritânia, Gana, Congo, Benim, Camarões, Costa do Marfim, Chade, Gâmbia, Libéria e Mali. Só país campeão de IDH e direitos humanos!

Mas você falou Grã Bretanha. Afinal, o que está havendo lá?

Simples: dados do equivalente ao Ministério da Saúde da Grã Bretanha aponta que casos de mutilação genital femina estão em alarmentes um caso

A cada DUAS BLOODY HORAS!

Desde 1985, mutilação genital (além de outras, mas essa em específico) é declarada ilegal no Reino Unido, Só que os toscos Camelinhos de Alá estão pouco se lixando para as leis de um país que não é deles, e estão morando lá de favor. Segundo o SUS de Sua Majestade, das vítimas identificadas tinham idade entre 25 e 40 anos. Isso gerou um quebra-pau, mas as autoridades ficam com medinho de denunciar isso com detalhes oprque são bundões que não querem pagar de islamofóbicos

Ainda segundo o SUS Cockney, cerca de 6.196 meninas e mulheres já foram parar nos hospitais entre abril de 2017 e maio de 2018. Destes, 4.495 foram registrados casos de mutilação genital. Isso não é nem mais alarmante. Chega a caminhar pro catastrófico. Daí se mandam os caras para a cadeia, a tosqeira lacradora entra em parafuso. Não sabe se defendem  os tadinhos oprimidos por causa de ataques islamofóbicos ou protegem os interesses das mulheres que foram vítimas. Nem um pio sequer. Capaz de ainda botarem culpa no branco cis-hétero, europeu piroco-opressor. Isso só ajuda a dar munição para políticos como o Trump que irão apontar e dizer “é pra isso que vocês querem que eu recebe imigrantes? Here, oh!”.

A cereja podre desse bolo nojento é que o Crown Prosecution Service, o Ministério Público da Coroa que usa coroa, entretanto, disse que só houve apenas 36 encaminhamentos de alegados casos de mutilação genital feminina para eles desde 2010. Até agora, não houve um único processo bem-sucedido. O medo de voltar e a certeza de acabar morta pesa mais que a talvez morte quando tem seu órgão genital retalhado na base da gillete, sem nenhum asseio. E ainda tem imbecil lacradora dizendo que o Brasil é o pior lugar para ser mulher!

Isso é injusto! Não podemos condenar todos os imigrantes por causa disso.

Isso eu sei e concordo, mas quando você tem casos de violência subindo, ataques à mulheres e índices de estupro subindo, e agora isso, você acha que isso acarretará em que?

Depois não reclamem com o recrudescimento de políticas imigratórias em vários países. Motivos esses idiotas estão dando a eles.


Fonte: RT

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Sobre André Carvalho

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