Menina é torturada por acusação de bruxaria

Papua Nova Guiné é um paiseco da Oceania, tendo cerca de 10 vezes o tamanho do estado do Reio de Janeiro, com uma população inferior ao da cidade do Rio. Claro, acabou com a maior parte de gente tosca. Pelo menos, no Rio, pessoal não sai matando os outros por causa de rituais tribais. Saem matando os outros por outros motivos.

O lugar é tão tosco e atrasado, tipo a Tanzânia, que existe uma ONG chamada Fundação Tribal de Papua Nova Guiné que ajuda povos indígenas, principalmente mulheres e crianças acusadas de feitiçaria.

A quase vítima dessa vez foi uma criança de 4 anos resgatada numa tribo na província de Enga. Ela tinha sido acusada de “sanguma”, um tipo de feitiçaria, vodu ou algo que o valha. Como todo povo muito adiantado, torturaram a menina, que acabou com queimaduras e cortes feitas com facas quentes. Pouca coisa. Aí, alguns ficam OOOOOHHHHH, como se isso fosse algum absurdo. Tipo, é a cultura deles e temos que respeitar, certo?

O primeiro-ministro Peter O’Neill classifica as crenças tribais de lá como “um lixo absoluto”, reiterando que hoje em dia o tal “sangma” não é uma prática cultural real, e sim “uma crença falsa e envolve o abuso violento e a tortura de mulheres e meninas por indivíduos patéticos e pervertidos”. É a feitiçaria não-escocesa.

Aí, quando você fala que esta ralé atrasada, tosca e retardada, que nem alfabetizada é, já que muitas dessas tribos não inventaram a escrita, chamam de preconceituosos. Porque, afinal, queimar e cortar criancinhas está de boas e deve ser aceito tranquilamente por povos civilizados. Sempre vai ter algum hipster defensor daqueles imbecis que ainda vivem na idade da pedra (de preferência, estando a milhares de quilômetro deles).

Obviamente, enquanto você lê este texto, outras crianças estão presas e sendo torturadas. Ninguém liga, ninguém se importa. Afinal, religião é uma coisa boa.


Fonte: RT

3 comentários em “Menina é torturada por acusação de bruxaria

  1. Alguem que faz isso com uma criança só pode ser um belo de um filho de uma grande puta, seja cultural ou não.
    E quem defende isso por causa de relativismo cultural deveria levar um ataque de um A-10 pra deixar de ser imbecil.

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