Artigos da semana 52

A semana foi boa. Foi uma boa semana. Primeiro, porque um bando de idiotas que caíram no papo papal do Papa papeando bonzão a favor de gays, mas agora solta a verdade: nada de bênção pra eles. Puxa, como assim? Depois teve políticos politicamente agindo como políticos (soltando idiotices) e negacionistas se ferrando bonito.

Sim, a semana está excelente. Ah, ia me esquecendo:ainda teve Voz dos Alienados. Bóra pros artigos da semana.

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Qatar judia de jogadoras de vôlei de praia

Algumas notícias me fazem ficar em dúvida. Quando há dois grupos idiotas envolvidos, não sei de quem eu rio mais. A loucura da vez é saber que o Qatar está hospedando o próximo evento do FIVB World Tour, o Circuito Mundial de Voleibol de Praia. Se só em saber disso você não começou a rir, é porque não sabe de um pequeno detalhe do Qatar: é um emirado árabe que, obviamente, segue a religião dos camelinhos de Allah.

Agora a gente faz a matemática, juta um país que segue uma religião tosca com mulheres de biquíni brincando de bife a milanesa na areia da praia e jogando bola pra lá e pra cá (uma só. Não duas). Continuar lendo “Qatar judia de jogadoras de vôlei de praia”

Analisando séries e filmes de super-heróis XII

Marvelflix: A tradição Marvel de odiar super-heróis

Depois que a Disney comprou a Marvel (mais especificamente, parte dela), ficou com um problema, e o problema é Kevin Feige, o manda-chuva todo-poderoso, que só não é Deus do mundo Marvel porque este é Jack Kirby.


Mesmo!

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Os buracos da autoestrada da informação

Estamos na Era da reclamação. Isso é um ponto indiscutível. Antes, a gente entrava na Internet para buscar informações; e encontrávamos! Hoje, entramos na Internet para dizer que não encontramos informação alguma, que é um absurdo, como assim me pedem coisas que eu não sei, como irei aprender, bláblábláblá.

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IMPUNIDADE: Preconceituosos escolhem quem pode ter um emprego e quem deve ficar desempregado

O brasileiro tem a pseudociência e preconceito como nome principal. O sobrenome é o nome que os pais escolheram, mesmo. Claro, vão dizer que o obscurantismo começou agora, mas isso já é corrente numa bosta de país que reconhece astrologia como profissão regulamentada pelo Código Brasileiro de Ocupações (CBO 5167-05). O fato de ser uma “ciência” que trabalha com corpos celestes, mas que foi incapaz de perceber que tinham 2 planetas e um planeta-anão faltando é secundário.

Isso sempre será uma SEXTA INSANA!

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O coronavírus e o efeito da vítima identificável

Ontem, eu tive que me aventurar fora de casa, mesmo em tempos de pandemias, eu precisei sair. Eu realmente precisei. O mundo que vi foi estarrecedor. As pessoas agindo como se nada estivesse acontecendo. Eu com uma máscara PFF2 e outra de TNT por cima (paranoia ajuda a nos manter vivos, ainda mais depois do que eu vi) e pessoal na rua passeando como se nem fosse com eles. E isso porque a prefeitura do Rio baixou uma lei obrigando uso de máscaras em locais públicos.

Saindo um pouco disso, mas ainda no tema que vocês entenderão daqui a pouco, tem o caso da senhora que defendia abertura do comércio e que o coronavírus era coisinha sem importância. O problema é que a realidade bateu à sua porta da maneira mais funesta: seu marido morreu por Covid-19. Aí a postura muda, mas isso tem um nome: O Efeito da Vítima Identificável.

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Mimizentos criam regrinhas para o carnaval. Foliões mandaram a Cláudia sentar lá

Começou o carnaval, e existem dois tipos de pessoas: os infelizes, toscos, fracassados, antissociais e misantropos e aqueles que não estão lendo este artigo e muito menos escrevendo artigos para blogs. Em tempos politicamente insanos, não se pode mais sair pro carnaval antes de saber as regras. O problema que brasileiro não lê nem manual de instruções da TV, quanto mais manuais de conduta.

Em Belo Horizonte, o Conselho Municipal de Igualdade Racial, um órgão ligado à Prefeitura, divulgou uma cartilhinha com recomendações aos foliões. Uma delas é que se vestir de índio é feio, magoa e deixa o Papa Capim triste. Vocês já podem imaginar o que aconteceu.

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Rondônia acha que adolescente não pode ler livros. Vão distribuir rótulo de shampoo?

Aquele que não aprende História corre o risco de repeti-la!

Bem, está se repetindo. Em 2010, o Conselho de Educação veio com uma de proibir o uso de livro de Monteiro Lobato em colégios. Os motivos é que ele era racista, preconceituoso e coisas afins. Pegaram como exemplo que o livro chama Tia Nastácia de negra. Acho que era para chamar de “moreninha”. Mas isso já era de outro autor. Para um pesquisador da USP, Monteiro Lobato era racista. Sim, ele era. Shakespeare também era. Vamos cancelar o Mercador de Veneza?

Bem, tanto bateram que começou um barata-voa para tirar das escolas livros “malvadinhos”. O problema é que o vento que venta lá, venta cá. E chegou a vez de Rondônia de proibir o uso de alguns livros tido como muito errados.

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Twitter do Ceticismo apagado. Ó o Ceticismo de volta aí!

Se você me segue no Twitter, é capaz de não ter percebido, já que isso dependerá da frequência que você acessa. Bem, o Twitter volta e meia me sacaneia suspendendo a minha conta. Na última vez, eu fiquei puto e criei uma conta de backup.O problema é que não pode dizer que pessoal lacrador está errado e que índios saem caçando a torto e a direito, inclusive causando extinção de espécies.

O curioso do Twitter é que ele mesmo já falou que o viés dele é mais pro lado esquerdista. E não se pode questionar índio, mesmo quando o “índio” é o pessoal com arqui8nho e flechinha no perfil, mas é branco que mora na cidade e pede comida pelo iFood. Moral da história, tomei ban de vez, e o ban da conta de backup que eu não usava.

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