Iceberg gigantesco imenso e apocalíptico do mal se desprende da Antártida

Vaticano proíbe hóstia vagabunda e vinho tosco para a Eucaristia
Os Caçadores de Asteroides da NASA

Diferente do que pensa gente culta e inteligente, com formação especifica, como Zezinho, o moleque de 13 anos que vê vídeo conspiracionista no YouTube e foi reprovado em Ciências (de novo), a elevação da temperatura global é um fato, que pode ser observado por qualquer entidade de pesquisas que não se baseie em vídeo de perfil falso no YouTube. Uma pena que registros via satélites e in loco fornecem bastante dados a respeito, a não ser que você seja tão especializado como o Aldo Rebelo.

Enquanto isso, pesquisadores acompanharam uma enorme fenda de gelo se desprender da Plataforma Larsen C, e saiu um iceberg que, apesar de grande, não acabaria com o fogo de YoMomma. O que ainda está preso lá, mas por um pequeno feixe de gelo, é do tamanho do país de Gales, para vocês terem uma ideia.

Nisso, um icebergão de 5800 quilômetros quadrados pesando mais de um trilhão de toneladas já se separou, tendo sido detectado pelo satélite MODIS-Aqua, da NASA. Doravante, este monstro passará a ser chamado de A68, e faz o gelão que mandou o Titanic bater um papinho com Netuno um cubo de gelo no meu whisky. Isso, para vocês terem uma ideia, equivale a 12% do território da Plataforma Larsen C. Mas o Molion diz que o gelo da Antártida está aumentando. Ok, ok. Uma pena a realidade não assistir às entrevistas dele.

Os pesquisadores, entretanto, estão cautelosos para atribuir ao aquecimento global (e possível responsabilidade humana nisso) a este degelo. A verdade é que ainda não chegaram a um consenso. O que se sabe é que A fissura apareceu há alguns anos, mas parecia relativamente estável até janeiro de 2016, quando começou a aumentar. Só em janeiro de 2017, esse rasgão aumentou em 20 km, atingindo um comprimento total de cerca de 175 km. Após algumas semanas de calma, a fenda propagou mais 16 km no final de maio, e depois prolongou-se ainda no final de junho.

O dr. Adrian Luckman, glaciologista da Universidade de Swansea no Reino Unido, faz parte do Projeto MIDAS, um consórcio de pesquisa antártico, que empregou imagens de radar da missão Copernic Sentinel-1 para observar de perto a situação em rápida mudança.

Agora, a Antártida está caminhando para dias mais curtos, pois o inferno está chegando, mas os radares ainda funcionam, medindo tudo o que tem por lá, de forma a compreender o que está acontecendo e, mais importante, por que está acontecendo.


Fonte: Projeto MIDAS

Vaticano proíbe hóstia vagabunda e vinho tosco para a Eucaristia
Os Caçadores de Asteroides da NASA

Sobre André Carvalho

και γνωσεσθε την αληθειαν και η αληθεια ελευθερωσει υμας

Quer opinar? Ótimo! Mas leia primeiro a nossa Polí­tica de Comentários, para não reclamar depois. Todos os comentários necessitam aprovação para aparecerem. Não gostou? Só lamento!