Inventada técnica não-invasiva de detecção de malária

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Malária, políticos e pastores safados, como qualquer doença parasitária, são um enorme problema, que normalmente ataca a pobretada. Quem mora na Barra da Tijuca muito dificilmente contrairá malária. No máximo, serão vizinhos dos outros dois. Sua determinação é feita através de exame parasitológico do sangue em gota-espessa, cujo resultado sai entre 20 minutos a pouco mais de uma hora (maiores informações no PDF do manual de diagnóstico laboratorial editado pelo Ministério da Saúde).

Obviamente, você irá me perguntar: "André, ó, André! Seria possível ter algum método de detecção da malária sem ter que tirar sangue do paciente?"; e eu vo-lo responderei: Eu vos dou A CIÊNCIA!

O dr. Dmitri Lapotko é pesquisador do Departamento de Bioquímica e Biologia Celular da Universidade Rice. Não, ele não pesquisa interface para telefones de xing-ling. Ele pesquisa métodos n~]ao-invasivos de detecção de doenças, em especial, a malária, uma bosta de doença que ataca tudo que é país pobre lá nos rincões de Deus me livre, como lá na África e o Brasil, também, país onde não se conseguiu matar mosquito nas grandes cidades, ou deter esquistossomose, onde bastava ter um plano de saneamento básico que preste.

Lapotko e seus colaboradores criaram um método que usa scanners a laser para analisar níveis de infecção no sangue, sem precisar de corantes, agulhas etc. A tecnologia de diagnóstico usa um laser de baixa potência que cria nanobolhas de vapor dentro das células a serem testadas para infecção de malária. As bolhas estouram, apresentando uma assinatura acústica única, que permite um diagnóstico extremamente sensível.

Não entendeu? Vamos baixar o nível?

Aê, preibói, o lance é siguinte, mermão: a parada dispara um leiser no teu dedo e o sangue freve e solta uma bolha que istóra e os hômi ouve o baruio que dá eco. Essi eco é iscutado junto com um padrão pra nóis vê se é paressido com a cérura enfequitada.

Entender, agora? Quer desenhinho?

A nova técnica consegue detectar rapidamente e com precisão em questão de segundos, sem sequer precisar de uma única picadinha. Tem baixo custo e o aparelho é portátil e fácil de ser usado, podendo ser usado por pessoal com muito pouco treinamento, o que é ideal para analisar pessoas em locais afastados,

O dispositivo deve ser capaz de analisar até 200 mil pessoas por ano, com o custo do diagnóstico estimada em menos de 50 centavos de dólar (aqui no Brasil, será preciso fazer licitação e o custo ao SUS por paciente deverá ser mais caro que uma tomografia computadorizada, se me compreendem).

A pesquisa pré-clínica foi publicada na PNAS, e os primeiros testes da tecnologia em humanos deve começar em Houston, agora no início de 2014.

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Sobre André Carvalho

και γνωσεσθε την αληθειαν και η αληθεια ελευθερωσει υμας

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