Índios, hipócritas e politicamente ditatorial

Eu não sou mais criança. Sei bem que conceitos são lindos no papel, mas não passam de conceitos, não existindo no mundo real. Liberdade de expressão, debates civilizados e coisas assim são lindos em princípio, subitamente largadas de mão quando colocamos nosso primeiro post num blog e liberamos os comentários.

A bola da vez é um jornalista que deixou clara a sua opinião sobre a palhaçada que anda nas redes sociais. O bando de adolescentes retardados resolveram contra-atacar e a tapioca bateu no ventilador.

Primeiro de tudo, vamos entender as bases da insânia!

No dia 8 de outubro, uma carta foi dirigida ao governo brasileiro e à Justiça Federal, declarando uma “morte coletiva” de 170 homens, mulheres e crianças da etnia indígena guarani-kaiowá. Bem, você nunca ouviu falar nessa tribo antes das notícias (inclusive esta aqui) e é bem provável que até depois do feriado já tenha esquecido. Ponto.

Gente se matando por causa da perda de terras é algo que eu acho estúpido. A perda de vidas nunca é algo que uma pessoa mentalmente sã ache "maneiro", mas alguém se matar por terra é um pouco demais. A área é de 2 hectares, o mesmo que 20.000m2.

No melhor Apelo à Emoção (sim, índios também são falaciosos), eles pediram que, em vez de uma ordem de expulsão, o governo e a Justiça Federal decretem sua “dizimação e extinção total, além de enviar vários tratores para cavar um grande buraco para jogar e enterrar os nossos corpos”.

Eu acho que quem quer se matar já teria se matado. Até agora, ninguém se matou e o lenga-lenga continua. Daí entra em cena a FUNAI, não, o CHAPOLIM COLORADO, não! Entrou em cena um monte de gente sem muito o que fazer e resolveram protestar a favor de um bando de índios, cuja tribo não é muito diferente da tribo do Raoni ou mesmo do Touro Sentado.

No dia 30 de outubro, a Secretaria Nacional de Direitos Humanos informou que o governo federal conseguiu suspender a liminar que expulsava os índios de sua casa, mas no dia 23, o Conselho Indigenista Missionário, órgão vinculado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), disse que não é bem assim, que os índios estão dispostos a saírem na porrada e defender o que é seu, e os sofativistas estão tendo de ataque de pelanca à toa (obviamente, eles não usaram estes termos, mas não está longe disso).

Agora, a ralezinha dos "Feices" da vida, resolveram tomar as dores da indiazada (e nem estão sendo bem representados pela Glória Pires). Como bons revolucionários de sofá, o pessoal surtou e propôs uma profunda e impactante ação: colocar "Guarani-Kaiowá" no nome do perfil.

Pausa pro riso, para depois dizermos "Uadafûki"?

Walter Navarro trabalhava no jornal O Tempo, um jornal tão importante quanto… sei lá, nunca ouvi falar dele antes. Walter soltou o verbo sobre a modinha de colocar sobrenome índio para pagar de defensores da democracia (anotem essa parte. Ela será importante). O texto é este aqui abaixo:

Tem coisa mais chata, hipócrita, brega e programa de índio que este pessoal do Facebook adotando o nome Guarani Kaiowá? Gente cuja relação com o verde se resume à alface do McDonald’s… Mais ou tão

Uma dessas chatas do Facebook reclamou da minha gozação dizendo que todo brasileiro é guarani kaiowá. Eu não! Nunca nem ouvi falar e, se é pra escolher, prefiro descender dos tapaxotas ou tapaxanas. Mas bom mesmo é de destapar…

Guarani, só meu time em Campinas, campeão brasileiro de 1978.

Como diriam o Marechal Rondon e os irmãos Villas Boas, “Índio bom é índio morto”! “Matar, se preciso for, morrer, nunca!”.

Tudo em São Paulo tem nome de índio. Consciência pesada dos bandeirantes: Anhanguera, Ibirapuera, Canindé, Aricanduva, Morumbi, Jabaquara, Tucuruvi, Tatuapé e agora Haddad, da tribo dos Ali Babás… Ô raça!

Por falar na terra de Maluf e do PT, o que está acontecendo em São Paulo? Acho que a Lei do Desarmamento não pegou por lá. Principalmente quando tem eleição. É assim: Lula liga pro Zé Dirceu, que liga pro Gilberto Carvalho; daí pro Genoíno, que liga pro Marcos Valério, que liga pros presídios e manda matar o Celso Daniel; quer dizer, matar policiais e concorrentes, em troca de banho de sol, visita íntima e regalias mensais.

Outra paulistana, aquela maconheira da Rita Lee, tem até modinha cantando: “Se Deus quiser, um dia eu quero ser índio, viver pelado, pintado de verde, num eterno domingo, ser um bicho preguiça, espantar turista e tomar banho de sol…”.

Credo! Fico pelado só para fins de reprodução, odeio domingo, preguiça é pecado; sou viajante (turista, gosto nem de ver) e banho de sol, repito, é coisa pra petista.

Viver pelado, pintado de verde, também é bom não. Imaginem se me confundem com um palmeirense.

E chamar índio de preguiçoso é preconceito, ignorância histórica. Índio é correligionário do ócio criativo… Ou, simplesmente do ócio, pronto.

Tem mais. Estes petistas, ambientalistas de Facebook, de passeata e de domingo, partidários dos Espelhinhos & Miçangas (Guaranis Kaiowá), também enchem o saco dizendo que todo mundo lamenta os estragos do furacão nos EUA e fala nada sobre Cuba. Ô raça!

É aquela piada: “Barak Obama e Gordon Brown estão num jantar na Casa Branca. Um dos convidados aproxima-se e pergunta: ‘De que é que estão conversando de forma tão animada?’.

‘Estamos fazendo planos para a terceira Guerra Mundial’, diz Obama.

‘Uau!’, exclama o convidado: ‘E quais são esses planos?’

‘Vamos matar 14 milhões de argentinos e um dentista’, responde Obama.
O convidado, confuso, pergunta: ‘Um… dentista? Por que é que vão matar um dentista?’.
Brown dá uma palmada nas costas de Obama e exclama: ‘Não te disse? Ninguém vai perguntar pelos argentinos!’.

Argentino, cubano, tudo boliviano!

E se Nova York acabar, onde vou comer meus “hot dogs” do Nathan’s? No Haiti? Façam-me o favor… Misericórdia! Jesus me chicoteia!

Quando Darwin, Lévi-Strauss e Diogo Mainardi descobriram o Brasil, tiraram várias conclusões sobre os guaranis kaiowá, um povo pescador de baiacus, que captura borboletas, retalha suas asas e coloca-as em cinzeiros de vidro para espantar, melhor, para vender aos turistas.

Protérvia ignara! Os guaranis kaiowá não passam de recolhedores de mel no meio do mato. É o povo mais primitivo do mundo, nem chegou à Idade da Pedra. Petistas “avant la lettre”! Comem cupim. Intimidam até malária! Pigmeus, parecem formigas gigantes e caracterizam-se pela insuportável pneumatose intestinal, o que faz deles companhia deveras desagradável.

Além de incestuosos, trocam os filhos por um reles anzol. Por isso, o Brasil é assim, uma mistura de índios flatulentos com criminosos portugueses…

Andam nus, exibindo suas vergonhas; os homens portam nem mesmo um estojo peniano. As mulheres são libidinosas e se vão com qualquer um. As moças tomam banhos coletivos, fazem suas necessidades nas moitas, fumam juntas e entregam-se a brincadeiras de gosto duvidoso, como cuspir uma na cara da outra.

PS: A vadiagem dos guaranis kaiowá pelo menos é lucrativa. Ontem, troquei um canivete suíço (falso) por várias toras de mogno de sua reserva.

Sim, é um texto muito mal escrito, mas isso não é importante. O importante é que Walter foi chutado do jornal, já que este texto ofendeu um monte de gente. Curiosamente, nenhuma delas era indígena. E eu concordo plenamente com a parte que ele diz que no caso de quem faz "ação" no Facebook, estes só conhecem algo verde por causa das alfaces do Big Mac e só. Ele cometeu um erro, sim, ao dizer que os guaranis-kaiowás (por que usar K e W?) é um dos povos mais atrasados. Esses são os Yanomamis. O pessoalzinho se ofendeu dizendo que os índios estão na Idade da Pedra. Bem, ele não mentiu. Nossos índios n]ão desenvolveram tecnologia mais avançada que arco e flecha. Não chegaram a inventar processo de fundição e, portanto, não chegaram na Idade dos Metais, muito menos desenvolver foles de modo a obter aquecimento em altas temperaturas que pudesse produzir aço. Roma fez isso, guaranis-kaiowás, não.

O povinho sócio-intelectualoide vai criticar que eles são uma sociedade, o que não significa muito. Sua importância histórica é, desculpem, nenhuma É triste, mas é a verdade. Não podemos falar que, OHHHHHHH, os guaranis-kaiowás estão no mesmo peso que os Incas, por exemplo. Ah, mas os Incas eram um império, burgueses safados e os guaranis-kaiowás representam a sofrida massa explorada etc e tal, mas isso não é importante perante o que quero abordar. A questão é que o jornalista que escreveu a opinião dele está sendo rechaçado, xingado (no Twitter e no "Feice", óbvio) e até sendo chamado de genocida! Isso porque vivemos num país democrático, onde as pessoas têm resguardados os direitos de livre expressão. É que nem quando eu falei que cigans não tinham nenhuma "nação", pois sequer criaram uma civilização e um bando de energúmenos à solta pelos tubos disse que eu era preconceituoso, da mesma maneira que o débil mental disse que eu ia ser processado perante as "lei de antissemitismo" (sic) no artigo em que eu demonstro que não passa de mito sobre a história que Josué fez o Sol parar no céu.

A Constituição me dá o direito ao livre pensamento, mas esse "Livre pensamento" só pode ser livre se eu pensar o que os arautos da nova democracia impositiva querem. Da mesma maneira, a Constituição me dá o direito de externar minhas opiniões, mas só se elas seguirem o padrão dos usuários do Facebook, pelo visto. Se no exercício do direito de expor a minha opinião, eu cometer algum crime previsto em lei (e ninguém pode ser punido por uma lei que não exista), há instrumentos legais. Por exemplo, se eu disser que: Rommel era um grande estrategista militar, a ponto de caso ele estivesse no comando supremo das Forças Armadas alemãs, os nazistas teriam vencido a 2ª Guerra Mundial, isso não configura que eu seja nazista. É uma opinião sobre as decorrências de fatos históricos. Da mesma maneira, se eu disser que hebreus nunca foram expressivos em termos de civilização, a ponto de terem sido chutados para tudo que é canto na Palestina o século 6 A.E.C, não é racismo. Eles até desenvolveram boas tecnologias, mas não eram páreo para o Egito, Assíria e Babilônia. Ao dizer que Yanomâmis não desenvolveram nenhuma tecnologia mais avançada que uma lança é fato e blábláblá pseudointelectualóide questionando o que é civilidade não passará de masturbação mental-sociológica. Eu tenho direito à crença (ou de não tê-la) e de expor a minha opinião, desde que ela não infrinja a lei, e há leis claras que proíbem assassinato de crianças, por exemplo. Mas aí chega a palhaçada do "relativismo cultural".

Dejitir alguém que deveria expor seus pensamentos apenas por expor pensamentos é uma atitude draconiana e selvagem. São os democratas que agem como ditadores, pois dentro dos tiranizados existem pequenos tiranos. Eu não sou amigo do Walter e sequer li algo anterior dele. Se ele tem que ser punido pelo texto aqui reproduzido é por ofender qualquer um que tenha o dom da escrita, porque, putzgrila, que textinho ruim, sô! Mas não é uma questão de estilo e sim de como os imbecis defensores da liberdade querem que essa liberdade seja apenas as que eles acharem que tenham direito, vetando qualquer um que fale algo diferente do que seja previamente aprovado.

E é esse o país que estão construindo. Ainda bem que eu não posso ser demitido do meu próprio site. No máximo, um idiota vir aqui me xingar, como sempre. Mas não foi para isso que criamos a Voz dos Alienados?

19 comentários em “Índios, hipócritas e politicamente ditatorial

  1. Dizer que é estupidez se matar por causa de terra é ignorar que toda a sociedade dos indígenas é estruturada na terra. Foi naquele pedaço de terra que seus antepassados foram enterrados, logo ela é de vital importância para ritos religiosos, que são o eixo de sua sociedade.
    O relativismo cultural se torna um fato a partir do momento em que você nega uma moral objetiva, que é impossível existir sem um deus.

    1. Dizer que é estupidez se matar por causa de terra é ignorar que toda a sociedade dos indígenas é estruturada na terra.

      Vc sabe o que significa “nômade”? Ademais, releia o texto: os índios não vão se matar. Eles disseram para MATAREM eles. Tem diferença.

      Foi naquele pedaço de terra que seus antepassados foram enterrados, logo ela é de vital importância para ritos religiosos, que são o eixo de sua sociedade.

      Eu vbi esta pseudoargumentação no vídeo do Pirulla e achei idiota.

      O relativismo cultural se torna um fato a partir do momento em que você nega uma moral objetiva, que é impossível existir sem um deus.

      Os Budistas não acreditam em Deus, logo são imorais?

    2. @Lord Darkseid II, “Dizer que é estupidez se matar por causa de terra é ignorar que toda a sociedade dos indígenas é estruturada na terra.”
      Morrer por causa da terra é sim estupidez, só fica legal com a cara pintada e gritando FREEEEEEEEEEDOOOOOOOOM.
      “O relativismo cultural se torna um fato a partir do momento em que você nega uma moral objetiva, que é impossível existir sem um deus.”
      LOL
      Moral objetiva só funciona na mente tacanha do Craig (https://ceticismo.net/2012/08/26/moral-etica-e-comportamento-a-luz-da-religiao/).
      Existem dezenas de passagens embebidas de xenofobia na bíblia. Dezenas de passagens afirmando que Jeová é O ÚNICO Deus. Como se introduz relativismo cultural nisso? Não seria a secularização do cristianismo (eu prefiro o termo domesticação, é historicamente mais coerente)? Eu sei a resposta, cristão não lê a bíblia.
      No final das contas quem destrói mais o índio? O evangelizador que impossibilita a sua cultura ou uma mudança de território?

  2. Achei este artigo, tem vários outros, talvez mais confiáveis, na internet.
    http://www.not1.xpg.com.br/reservas-indigenas-distribuicao-de-terras-populacao-indigena-brasil/

    A área total de reservas indígenas no Brasil soma cerca de 13% do território brasileiro (pouco mais de 1 milhão de km2), para menos de 1 milhão de índios (conforme se auto-declararam no censo) – isso dá cerca de 0,4% da população brasileira. Sei não, se considerarmos famílias médias de 4 pessoas, isso dá cerca de 400.000 hectares para cada família – se isso não é a definição de um latifúndio, então não sei o que é. (A título de curiosidade, a cidade de São Paulo ocupa cerca de 160.000 hectares, e a do Rio de Janeiro 120.000 hectares…)

    Mas estou divagando… Dei uma vasculhada na internet para me inteirar do caso (confesso que não tinha prestado atenção), e aparentemente eles invadiram um pedaço de uma fazenda e querem ficar lá. Em defesa deles, não achei nenhuma informação se eles invadiram um pedaço beneficiado ou produtivo da fazenda em questão.

    Mas não deixa de ser interessante que, de modo geral, os índios não vivem como os ancestrais deles. Muitos tem carro, moto, TV, comodidades do modo de vida civilizado. E muitos do que não tem, desejam. Não creio que a maioria dos índios desejem viver como amish (ou pior) nas suas reservas.

    E como o André bem observou, o modo de vida do índio primitivo era nômade. O nos faz entender a justificativa para as grandes reservas. Mas é meio complicado ser nômade em somente 20.000 m2… Isso é pouco mais que 2 campos de futebol do Maracanã ou Morumbi.

    1. @Helio, uma área um pouco menor que o Pará para um pouco mais de um milhão de habitantes é muita coisa mesmo. Dá quase uma fazenda por índio. Agora imagine eu num país do tamanho do Mato Grosso do Sul e com quase 130 milhões de habitantes. Acho que esse povo está querendo demais. E foda-se o argumento historicista.

      1. @Nihil Lemos, se relega tais áreas por paternalismo político e se aproveita do vácuo legal para dar benefícios aos bem relacionados. Nada vem de graça e estou sabendo que certo figurão do Hell (também conhecido por ser o mais rico dos bananas) faz exploração aurífera nessas reservas.

  3. E o pior são aqueles que dizem que o Brasil era dos índios antes dos portugueses chegarem. Azar o deles não terem descoberto a pólvora e defendido suas terras.

    1. @J. Morais, Imagine a cena: :twisted:

      Toca a campainha da casa de um destes defensores que o Brasil era dos índios. Ele vai atender, e dá de cara com um índio pedindo para o sujeito sair, já que ali era território indígena 500 anos atrás.

      Será que o cara iria sair pacificamente??? :?: :?: :?:

  4. Não vi nada demais no artigo do jornalista, além do que poderia ser uma coluna de opinião, o que causa estranheza saber que ele foi demitido por isso. É como André falou, as pessoas defendem a liberdade de expressão desde que se pense apenas “o que os arautos da nova democracia impositiva querem.”

    Sobre mudar o nome no Facebook é bem tosco mesmo. Agora quando a situação é outra? Será que alguém vai defender os moradores de Posto da Mata contro a retomada de posse dos índios? http://g1.globo.com/videos/mato-grosso/mttv-1edicao/t/edicoes/v/aumenta-a-tensao-na-area-indigena-maraiwatsede-em-alto-boa-vista/2247345/

    1. @Karlos Junior, nova democracia? Faz-me rir!

      Democracia de facto no Brasil nem existe. O que mais existe é bravata demagógica que acaba sendo levantada pelas “Pollyannas” da “esquerda”, não por coincidência as mesmas que idolatram Lula e Paulo Freire.

  5. ora somos contra a população brasileira que não faz nada, ora somos contra porque fazem protestos na internet, ora somos contra a instalação da usina de belo monte, pois prejudica a população ribeirinha, ora os índios que se virem, acho que devemos sim expor nossa opinião, mas se toda vez precisarmos criticar os argumentadores o debate fuca chato, portanto vamos discutir argumentos, coisas do tipo “eles que se virem”, e “se fossem se matar já o teriam feito, portanto não precisamos nos preocupar”, na minha opinião demonstra imaturidade.

  6. Na minha opinião o texto desse cara, num vale nem a pena ser discutido, quanto mais se arrumar confusão sobre. Os índios podem não ter importância histórica, mas todos temos o direito de viver no nosso local de origem, e é isso que muitos latifundiários nesse país, não querem, não entendem e fazem questão de não entender.

  7. Tem outro porém, o cara pode falar o que quiser, mas também está sujeito a ouviu o que talvez não queira…

    1. Ou sofrer processo caso incitação ao ódio, pregar tratamentos sem ser médico ou sendo mas por pseudomedicina… (infelizmente aqui nem sempre funciona isso).

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