Todos nós pensamos que para se publicar um artigo num periódico com revisão de pares (também chamado peer review ou “periódico indexado”, mas carinhosamente chamados de “papers”) era preciso altas pesquisas, artigos seriíssimos, análise de dados aprofundados. Bem, não é que não precise. Precisar, precisa. Mas sempre tem aqueles que resolveram dar um balão, chutar o pau da barraca e mandar pra frente. Às vezes, conseguem seus intentos; sendo que alguns deles são bem lacônicos. Alguns, lacônicos até demais.
Aproveitem os melhores papers do mundo. E não se preocupem com o idioma. Vocês já vão entender o porquê.
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Ontem, eu tive que me aventurar fora de casa, mesmo em tempos de pandemias, eu precisei sair. Eu realmente precisei. O mundo que vi foi estarrecedor. As pessoas agindo como se nada estivesse acontecendo. Eu com uma máscara PFF2 e outra de TNT por cima (paranoia ajuda a nos manter vivos, ainda mais depois do que eu vi) e pessoal na rua passeando como se nem fosse com eles. E isso porque a prefeitura do Rio baixou uma lei obrigando uso de máscaras em locais públicos.
Estamos aqui, ilhados, observando as loucuras do mundo, que está beirando filme do Mad Max. Enquanto o Coronga está ganhando dois continentes à sua escolha, mais a Oceania, eu busco informação de qualidade, ou nem tanto assim. Desde gente estudando andares esquisitos, até coo deter a propagação de vírus pelo ar. O que será que vimos esta semana?


“Quando um cachorro morde um homem, não é uma boa história. Um homem mordendo um cachorro, aí sim! É uma boa história”. Várias pessoas já foram creditadas como autores deste adágio, incluindo Mark Twain, que é uma espécie de Clarice Lispector gringa, já que há várias frases creditadas a ele. Na verdade, o autor desta frase está no livro The Stolen Story and Other Newspaper Stories, de Jesse Lynch Williams, escrito em 1899.
