Os artigos científicos mais curtos do mundo

Todos nós pensamos que para se publicar um artigo num periódico com revisão de pares (também chamado peer review ou “periódico indexado”, mas carinhosamente chamados de “papers”) era preciso altas pesquisas, artigos seriíssimos, análise de dados aprofundados. Bem, não é que não precise. Precisar, precisa. Mas sempre tem aqueles que resolveram dar um balão, chutar o pau da barraca e mandar pra frente. Às vezes, conseguem seus intentos; sendo que alguns deles são bem lacônicos. Alguns, lacônicos até demais.

Aproveitem os melhores papers do mundo. E não se preocupem com o idioma. Vocês já vão entender o porquê.

Quando teve a discussão sobre os neutrinos supraluminosos, que estariam, em tese, viajando mais rápido que a velocidade da luz, o pesquisador Michael Berry publicou um artigo chamado “As velocidades supraluminosas dos neutrinos podem ser explicadas por um erro de medida quântica?”

“Provavelmente não”


Pessoal da Matemática já é meio lacônico (exceto se você quer provar a Conjectura de Fermat). Já os pesquisadores Lander e Parkin resolveram testar  uma conjectura de Euler (que por sinal, se relacionava ao então chamado Teorema de Fermat). Como ficou este paper?

Eloquente, não?


Alguns acharam que o artigo anterior era longo demais. Dessa forma, John Conway e Alexander Soifer mandaram segurar a cerveja e apresentaram um trabalho com o objetivo de escrever o menor trabalho de matemática de todos os tempos. Ele só tem duas palavras e uma expressão. Só.

Por quê? Porque não?


Alguns autores têm problemas de bloqueio criativo. Qual seria o motivo? É preciso investigar com profundidade:

Eu ia escrever algo a este respeito, mas deu um bloqueio aqui


Para finalizar, um elucidativo artigo destrinchando de forma definitiva a respeito de todos os produtos sem química destinados ao consumidor, de forma a entendermos como eles são importantes em nossa sociedade.

Pois é.


Eu já queria escrever este artigo há um tempo. O problema é que eu sou um estúpido sem imaginação, já que alguém tinha postado primeiro; então, encontrei este blog, com um artigo de 2016. Fazer o que, né?

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