
Ser professor é uma vida bosta. Além de aturar aluno, pai, coordenador e diretor, ainda tem que aturar repórter fofoqueiro sem dinheiro. Que o diga uma pobre professorinha de Ensino Fundamental na cidadeca de South Bend, no estado norte-americano de Indiana. Algum mal-amado descobriu que a pobre professorinha tem um perfil no Onlyfans, no qual coloca fotos… sugestivas, e resolveu publicar a respeito, o que causou a demissão da professora.
Desnudando a Educação, esta é a sua SEXTA INSANA! Continuar lendo “Absurdos Educacionais: Professora é demitida por ser boa no que faz”






O governo da Austrália anunciou nesta sexta-feira que vai dobrar as taxas de cursos de Humanas. Isso causou um alvoroço e pessoal até largou o bong para reclamar. O motivo que o governo Canguru deu foi que, de repente, os alunos se interessem por coisa que preste e que seja mais útil e relevantes para o mercado de trabalho, como os cursos de STEM, sem o A. meter o “A” é coisa de pedagogo.
O Brasil tem talento pro fracasso em vários setores, mas o educacional é a cereja do bolo de merda. Ano após ano, as métricas educacionais são sempre uma vergonha, e sempre dizem “no próximo ano, no próximo ano…” e o próximo ano nunca que vem. Ou vem, com mais vergonha alheia. Estou falando isso e vocês sabem o motivo: o PISA, aquele exame bianual que se especializou em mostrar o lixo educacional que é o Brasil, um imenso atoleiro de vergonha e ridículo que evidencia o caos que reina nos colégios e em políticas inexistentes voltadas para Educação.
Nada mais inútil que esses prêmios de “Professor do Ano” ou “Professor Nota Mil” ou bobagens neste sentido. Motivo? Normalmente, quem ganha é alguém tosco que nem se compara com um pobre desgraçado com 70 alunos em sala de aula numa escola pública dentro de favela. Em 2017, uma tia ganhou prêmio por dar aula de língua indígena para 15 criancinhas no interior de Rondônia. Grandes merdas! E os outros premiados não são lá essas coisas também.