Os Melhores Artigos de 2018 parte 3

Esta é a terceira (e última) parte dos melhores artigos de 2018. Não, não terá mais nenhuma relembrança, ´prometo. O que teremos são artigos mesmo, mas calma lá, né? Eu gosto de relembrar estes artigos. Alguns eu até tinha esquecido, e se eu mesmo esqueci dos temas, que dirá os leitores. Isso sem falar que muitas vezes perdem a oportunidade de lê-los assim que sai, como eu falei na primeira parte. Nada demais nisso. Mas vá lá. Já tomei muito o tempo de vocês, vamos aos artigos

Vocês têm clicado para lê-los não têm?

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Os Melhores Artigos de 2018 parte 2

Você viu o listão dos melhores artigos parte 1? Coisa à beça, né? Bom, tem mais artigos que eu quero relembrar com vocês. Eu tive que descartar alguns que gostei bastante, mas se fosse incluí-los teria que colocar todos os artigos de 2018. Não é assim que funciona, então, devemos nos contentar com poucos. Ou nem tão poucos assim, mas de qualquer forma aqui vai mais uma lista. Será que teremos outra? Possivelmente sim, mas possivelmente não. Quem sabe o que tenho guardado pra vocês? Bem, não nos alonguemos. Curtam comigo:

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Os Melhores Artigos de 2018 parte 1

Chegou janeiro e estou de férias. Pode-se dizer que estou de férias do blog, também. são artigos diários (ou quase) e eu preciso ter um tempo de descanso, certo? bem, claro que o blog não ficará sem artigos, já tinha me preparado para isso. eles entrarão automaticamente e vocês continuarão tendo informação. Só que tem um detalhe: é minha tradição relembrar os melhores artigos do ano. Se vocês já leram, terão a oportunidade de lebrar. Se não leram, poderão ler. Com tantos artigos, fica difícil ler tudo, eu sei.

Por “melhores artigos” eu quero dizer que são os que eu mais gostei. Pode não ser a sua lista, mas não se preocupe. Esta é a parte 1. Tem outras que virão. Mais uma ou duas partes, eu ainda não sei (mentira, sei, pois preparei com antecedência, mas guardarei o mistério). Se o seu favorito não estiver nesta lista, que tal compartilhar o seu listão dos Dez Mais?

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Grandes Nomes da Ciência: Stanley Martin Lieber

O menino volta correndo do colégio. Lhe foi impedido vê-los lá, mas seus amigos estão lhe esperando. O menino tomou uns tapas, levaram seu lanche, riram da cara dele. Ele corre pra casa. Seus amigos estão no quarto. Ele entra como um furacão e abre a porta do quarto e se joga na cama. Seus amigos estão lá; eles vão alegrá-lo, eles vão confortá-lo, eles ensinarão muitas coisas. Ensinarão que devemos respeitar as pessoas, independente da cor da sua pele, devemos não ser arrogantes quando somos mais fortes, pois grandes poderes trazem grandes responsabilidades. O menino podia ter usado a faca que levou para matar o bullie, mas não era aquilo que ele tinha aprendido.

Eu poderia contar muitas histórias parecidas, mas não seria a mesma coisa. Ainda assim, muitos de nós vivemos situações parecidas. Os heróis podem ser pessoas simples que acabaram decidindo dar um pouco mais de si. Podem ser pessoas que antes eram arrogantes mas a vida lhes ensinou a duras penas. E muitas dessas histórias foram criadas ou recontadas ou apresentadas por um outrora desenhista do exército que fazia uns cartazes e manuais. Mas você não deve conhecer este nome. Normal.

O nome deste outrora soldado é:

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Sci-Hub enfrenta os terríveis Ivans das editoras científicas

Eu já tinha escrito dois artigos (links no final) sobre a necessidade de acabar com o paywall das pesquisas científicas. Cobra-se um absurdo para ler um artigo, sendo que nadinha é revertido pro pesquisador. É apenas usura das editoras, e cientistas precisam ter seus trabalhos revisados e ter acesso a trabalhos revisados de outrem. Muitos lutaram contra isso, como Aaron Swartz, que derramou zilhões de artigos científicos para a posteridade, fazendo muitos ficarem MUITO irritados. Sua seguidora, a drª Alexandra Elbakyan, meteu o pé na porta e criou o Sci-Hub, uma espécie de fonte underground de periódicos. Você quer? Basta jogar o link que o Sci-Hub te libera o acesso. Isso deu pega-pra-capar e todo mundo saiu caçando o Sci-Hub, que vive trocando de domínio.

Agora, o Sci-Hub tem outro inimigo: a Rússia.

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A Torre de Marfim da Ciência

O Brasil tem um fenômeno interessante: Até mesmo cientistas odeiam ciência. Eles detestam divulgar seus trabalhos para a população, fazem-no de má vontade, num pedestal, numa torre de marfim. Reclamam quando lhes cortam a verba, mas não conseguem angariar simpatia da população, já que ficam bem longe dela, muitas vezes so fazendo divulgação para outros pesquisadores na base do “Olha como sou o máximo!”.

Por outro lado, agora temos divulgadores de ciência modinhas, dourando tudinho e perdendo conteúdo, fora aqueles que deturpam descaradamente ou são incompetentes mesmo. Sem falar em outros sebosos que se acham mais divulgadores que os outros.

E isso é pura estupidez de todos esses lados.

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Uma brilhante história sobre os óculos

Acabei de me sentar para escrever. Bem, eu não conseguia ler direito o que aparecia na tela. Tive que pegar meus óculos, pois, eu fui premiado com miopia, hipermetropia e astigmatismo, já que meus olhos são fruto de um maravilhoso design de um projetista inteligente. Esses meus óculos são ótimos e eu os adoro. Suas lentes de resina inquebrável ficam escuros mediante presença de radiação ultravioleta, e sua camada anti-reflexiva ajuda a não ver a minha cara refletida na face interior da lente, o que dificultaria ver algo em ambientes claros. A armação é leve, com hastes bem firmes e resistentes (ainda não comprei uma armação de titânio, mas esta quebra bem o galho). Entretanto, o que eu tenho empoleirado sobre meu nariz funciona da mesma maneira que os óculos que meu pai usa, que meus avós usavam, que os anteriores a eles usavam. Que muitos dos antigos usavam.

Ajeitem suas lentes de leitura, para mais um Livro dos Porquês, que envolverá muita História e sobre assuntos que você não faz ideia que possam estar relacionados (e talvez nem estejam, mas aqui a vontade e o pensamento é o poder. Estou acordando suas mentes para o grande saber!)


ÍNDICE


Sobre o corte no CAPES e pesquisas idiotas

Você ainda se lembra do fuzuê que deu porque o CAPES teve ataque de pelanca e falou que não vai ter verba, que ninguém vai ter verba, que todas as pesquisas e doutoramentos estarão cancelados sem as verbas. BUÁÁÁÁÁ, cadê meu dinheirinho? Também devem ter lido meu artigo sobre isso, mostrando as maravilhosas pesquisas importantíssimas, certo?

Bem, aqui vai um videozinho que eu fiz sobre isso. Se você não leu, taqui a sua chance. Se leu mas quer ver a minha carinha lindinha comentando sobre isso, taqui a sua chance. Se você não quer ver o vídeo, só dá joinha, curta, compartilhe, deposite 5 mil reais na minha conta e me mande pudim de chocolate.

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A má compreensão sobre a Ciência

A má compreensão sobre a Ciência leva a pensamentos tolos e mesquinhos. As pessoas, na verdade, não passam de hipócritas, pois usam computadores, notebooks, tablets e celulares para dizer que Ciência não serve para nada. A Big Pharma é um câncer e o que é bom mesmo é ir na sua igreja ou qualquer outro templo religioso, mas na hora que o calo aperta, correm para a primeira farmácia. A pura hipocrisia.Este tipo de pessoa adora os presentes que a Ciência dá, mas não das perguntas que a Ciência faz. Perguntas demandam pensar e responder, e essa tosqueirada não quer pensar, mas acreditar.

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Quer que acreditem em você? Melhore o som e não o conteúdo

Como determinar o que é verdade e boato? Como as pessoas parecem preferir tanto os boatos do que as informações verdadeiras? Bem, o marketing aprendeu há muito, muito tempo que não basta ter um bom produto. É preciso saber apresentá-lo. O hábito faz o monge? Sim, faz. E por “hábito” o dito está se referindo ao traje. Assim, a forma como você apresenta um material terá impacto na aceitação deste material, e isso serve até para divulgação científica, conforme um trabalho publicado demonstra.

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