Comida vegan faz crescer peitinho em homens, diz veterinário sem noção

Se comida vegan já é o tipo de coisa tão insuportável que nem vegan atura, precisando disfarçar aquela bosta de comida de verdade (vide as lasanhas vegans, churrasco vegan, hamburguer vegan e comida-de-gente-vegan), agora tem mais um probleminha que, para algumas pessoas, será uma bênção. Um artigo de um certo dr. James Stangle disse que o Impossible Whopper, uma iguaria vegan da rede de fast food Burguer King, estava tão ultraprocessada que estaria fazendo homens criarem seios.

Ou seja, se você quer aplicar sílica nas peitcholas, basta comer uma hamburguinho vegan. O que poderia estar errado nisso?

Turbinando a comissão de frente da insanidade, esta é a sua SEXTA INSANA!

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Pesquisadores estudam por que seu olho se mexe quando dorme, mas tudo está flácido

Durante o sono, nós passamos por diversos estágios. Um deles é o chamado “sono paradoxal”, também conhecido por “Sono REM”, em que o acrônimo significa Rapid Eye Movement ou Movimento Rápido dos Olhos. Esta fase é onde os sonhos acontecem direto, e é bem reconhecido externamente pelo que o próprio nome indica: os olhos se mexem muito rápido, apesar do tônus ??muscular da pessoa estar completamente relaxado, embora o cérebro esteja à toda velocidade.

Tudo muito bem, tudo muito legal, mas aí vem a pergunta: ok, o cérebro tá à toda, os olhos estão no ziriguidum. Por que o restante dos músculos estão relaxados, de boas?

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Pesquisa aponta que corais longe de pessoas são mais felizes

Corais são mais que seres vivos. São um bioma inteiro. Eles apresentam uma imensa biodiversidade, com plantas, animais e micro-organismos de um imenso universo entre espécies vivendo em equilíbrio. Para se ter uma ideia, cerca de 1/4 de todas as espécies de peixes das águas marinhas dependem dos recifes de corais para sobreviver, já que eles fornecem abrigo e alimento para diferentes seres vivos, além de funcionar como um grande filtro da água do mar. Acompanhar a saúde dos corais é acompanhar a saúde dos oceanos,

Sabendo disso, pesquisadores de diferentes instituições de pesquisa compararam a água do mar de 25 recifes em Cuba e nas Florida Keys, nos EUA, variando em impacto e proteção humanos e descobriram que aqueles com maior diversidade microbiana e menores atividades humanas próximas eram marcadamente mais saudáveis. Não que soe alguma novidade, mas é sempre bom ter certeza.

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Pombos, mensagens, heróis e fotos

A mais cômoda forma de guerrear – se é que isso existe – é saber com antecedência o que seu adversário está fazendo e o que fará em seguida. Infelizmente, nem sempre o exército inimigo está a fim de cooperar, sem falar que eles insistem em não querer que você sabia o que eles estão aprontando, enquanto eles mesmos estão interessados no que você anda aprontando.

Aqui teremos várias histórias e são histórias sobre a História. Sobre pombos, farmacêuticos, balões, fotos, e gente pensando muito antes do seu tempo, quando fax ainda não fora inventado mas de certa forma fora inventado. Quando drones seriam algo bizarro, havia muitas alternativas

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Se dependesse da boca, macacada poderia falar. Por que não o faz?

Nossa fala é mais que articular palavras. É um processo neurológico. Entretanto, não adianta ter o software de controle sem o hardware que será controlado. É preciso ter lábios, mandíbula e língua capazes de propiciar que os sons sejam articulados. Ainda assim, tem uns probleminhas, já que macacos possuem estes órgãos bem semelhantes a humanos. Ainda assim, macacos não falam (no conceito humano, já que eles possuem comunicação própria). Entrou aí a teoria da “laringe descendente”.

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Como flores coevoluem com polinizadores

Evolução, você sabe, seleciona aqueles que estão melhor adaptados de forma a viver por mais tempo e gerar descendentes. Você pode pensar que isso é algo solitário, mas não é, pois enquanto você está evoluindo (você, espécie. Não necessariamente você, você), outra espécie também está. Se você depende da outra espécie. Serão selecionados os que, juntos, evoluírem de forma a um ajudar o outro. Este é o conceito de Coevolução, em que a pressão seletiva favorecerá duas ou mais espécies que adquirirem capacidades que beneficiem ambos. Caso contrário, um vai pra vala evolutiva.

Um perfeito exemplo disso são insetos polinizadores e flores. Alguns insetos são ótimos para polinizar, desde que sejam atraídos. A pressão seletiva selecionará a flor que melhor atender ao polinizador. Tem flores, por exemplo, que têm cheiro de carne podre, o tipo de coisa que abelhinha fofa odeia, mas moscas adoram, como acontece com a flor-cadáver (Rafflesia cantleyi).

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Macaco de quatro é implantado e pode sair correndo (um dia)

A todo momento surgem tratamentos para devolver movimentos a paraplégicos e tetraplégicos, e quanto mais, melhor, já que cada caso é um caso. Entre cirurgias e exoesqueletos, Ciência tem provido bem novas tecnologias e tratamentos, que se tornaram baratos à medida que forem usados em larga escala, e o tempo de pesquisa e desenvolvimento for reduzido, o que acontecerá rápido se mais e mais técnicas aparecerem.

Agora, pesquisadores estão testando a implantação de um microeletrodo na medula espinhal para estudar a organização da mesma. Quanto mais se souber sobre a medula espinhal, mais fácil se resolverá problemas nela para que as pessoas tenham melhores prognósticos para voltar a andar. Ou andar pela primeira vez.

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Dinossauro malvadão trocava de dentes a cada dois meses

Imagine que você é um tubarão, nadando feliz nas águas de Nosso Senhor Sharknado (com ele a Oração e a Paz). Você pensa que é único e especial, mas ai descobre que tinha uma espécie de dinossauro carnívoro que também trocava os dentes da mesma maneira que você. Pronto, aí é caso de ter crises existenciais.

O Majungassauro viveu em Madagascar há cerca de 70 milhões de anos. Ele tinha a capacidade de trocar todos os dentes a cada dois meses. Até então, nunca tinha se descoberto algo assim entre dinossauros, mas depois que analisaram um fóssil, bem… ciência, né? As coisas sempre se atualizam.

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Encontrado laboratório de Galeno

Cláudio Galeno era uma figura fantástica. Nascido em Pérgamo, na atual Turquia, em 129 EC, Galeno era médico, teórico, filósofo (do tipo de filosofia que presta, ouviu, Platão?), biólogo e neurocientista (sim, pois é. Dane-se você, Aristóteles e sua teoria que mulheres tem menos dentes que homens). Galeno atendia pobres, mas a grana mesmo estava no atendimento médico a gladiadores e imperadores. Cláudio Galeno fez grandes descobertas, e cometeu vários erros. Um dos motivos é que as leis vigentes proibiam exumar corpos humanos e disseca-los. Júpiter não gosta, lamento, mal aê, te vira que tu não é quadrado. Isso levou a Galeno achar que as mandíbulas humanas eram divididas em duas, como nos cães, e não são.

Até agora não se sabia ao certo onde era o laboratório e local de trabalho de Galeno, mas agora se sabe: embaixo da Basílica de Maxêncio em Roma.

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Cientistas criam pele para toque mais eficiente e à distância

Ontem, eu postei sobre como o cérebro recebe as informações do tato. Daí, fica-se a dúvida: mas amputados que usam próteses não têm tato, fora aquela sensação de membro fantasma chato. Muitas próteses estão ótimas (sim, eu sei que elas são caras. Toda tecnologia inovadora é cara), mas ainda falta alguns detalhes ainda para serem perfeitas (ou quase). Uma delas e o tato, mas isso não será pra sempre. Pesquisadores desenvolvem uma pele artificial capaz de fornecer ao cérebro sensação de tato.

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