Árvore racista gera climão na escolha de mascote de colégio

Nada é tão maluco que um bando de idiotas metidos a politicamente correto não possa fazer ser mais imbecil. Imaginem uma árvore. Pois, é, uma árvore. Agora diga que a árvore remete ao racismo. Sim, isso mesmo. Um bando de pedagogos débeis mentais (desculpem o pleonasmo) de uma escola de Portland, EUA, ficou com medinho de magoar pessoas. Ficaram protelando uma votação para mudar seu mascote. A imensa preocupação é que escolheram um pinheiro como mascote e pessoal rasgou a roupa e chorou sangue porque pinheiros são racistas… ou algo nesse sentido

Ida B. Wells-Barnett (1862 — 1931) foi uma jornalista (de verdade, não os jornaleiros de hoje), ativista, sufragista, feminista e socióloga. Ela foi sócia e editora do jornal anti-segregação Free Speech and Headlight, para onde escrevia e publicava artigos batendo forte na segregação racial, num tempo que negros não podiam nem estar nos locais que brancos estavam, não podiam casar com quem não fosse negro, só podia usar banheiros para negros e muito pior se tivessem filhos com brancos. Praticamente tudo o que o movimento negro defende hoje, por máxima ironia do destino.

São eles que estão falando.

Uma escola de Ensino Médio de Portland batizada com o nome de Ida teve sérias preocupações com a escolha do mascote da referida escola. O diretor ficou receoso porque pinheiros teriam conotação racista, pois eram usados para enforcar pessoas. A diretora do Conselho de Educação das Escolas Públicas de Portland, Michelle DePass, disse que estava cogitando se havia alguma preocupação com o imaginário ali, em usar uma árvore como mascote. Segundo ela, todo mundo vem com pontos cegos, mas que pode ter havido um ponto cego muito grande.

Mas isso não pareceu incomodar outras pessoas. Um dos membros do comitê envolvido na escolha do mascote apontou para o simbolismo mais como uma árvore da vida do que uma árvore da morte, já que pinheiros são muito resistentes, mesmo em invernos rigorosos. Por sinal o conselheiro envolvido na escolha, Martin Osborne, é negro. Provavelmente vão dizer que ele não é um negro escocês.

Eu fico aqui pensando uma árvore malvadona, que sai do seu lugar e corre para enforcar negros por todo canto. Uma espécie de Barbárvore Fidaputa. Ao invés do Pelourinho será um Pinheirourinho.

Próximo passo: proibir lençóis brancos e cordas. Vai que eles adquiram vida e saiam por aí caçando negros!


Fonte: Portland Tribune

3 comentários em “Árvore racista gera climão na escolha de mascote de colégio

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