Estação de Pesquisa do Brasil na Antártida sem verba. Cancelem aquela bosta!

Pesquisa faz cérebro achar que as próteses são tao naturais quanto o membro natural
Pesquisadores registram zumbi do bem devorando sinapses (ok não é bem isso)

UM AVISO
Será um choque pra você um site de divulgação científica falar o que virá por aqui, mas é isso mesmo, a começar pelo título que não é bait. É exatamente o que eu penso.

O Brasil parece aquele pobre que tem delírios de grandeza. Se endivida para ter um tênis de marca, para tirar onda com os outros favelados que nem ele. A origem do tênis é discutível, claro, mas ainda assim sai caro. É como pessoal da faxina na empresa onde trabalho que têm iPhone 6. A origem? Deixa pra lá.

O fato é que Brasil não pode se meter a fazer certas coisas. Vejam o caso de nosso (praticamente inexistente) programa espacial, que só faz vergonhas e gastar verbas. O mesmo agora está ocorrendo a base de Comandante Ferraz. Acabou a grana. #Comofas?

Simples: cancela aquela porcaria!

Saiu notícia na Galileu, comentada no Meio Bit a inauguração da nova estação de pesquisas, já que a anterior tinha sido destruída num incêndio (a incompetência brasileira é tão absurda que um contâiner metido a besta pega fogo no meio de um continente de gelo, a -50ºC) está cheio de incertezas. Isso porque os pesquisadores não têm verbas para manter seus trabalhos na Antártida.

O Cardoso apontou que o Ministério de Ciência e Tecnologia (não ria. Aqui o Ministério da Saúde financia Homeopatia, Toque Terapêutico e outras sandices) supostamente liberou R$ 7 milhões para os próximos três anos, e que o governo gastou em 2017 R$ 814,2 milhões com auxílio-moradia, entre beneficiários dos Três Poderes e agregados, e ainda R$ 66 bilhões entre Copa e Olimpíada.

Claro, isso vem de orçamentos diferentes. E quem vota os orçamentos? Quem se beneficia do auxílio moradia ou aqueles que são pressionados por quem se beneficia dos auxílios moradia. Já a Copa é simples: temos que fazer rir as empreiteiras que nos fez rir.

Entendam, se é pra gastar dinheiro assim, não gastem. Ter uma base lá por causa de um acordo firmado de forma que tenhamos o sagrado direito de, futuramente, talvez, quem sabe, podermos explorar comercialmente aquela geladeirona.

O Brasil.

Explorar comercialmente a Antártida.

O Brasil.

Incapaz de ser auto-sustentável em feijão preto, tendo que comprar da China e importando álcool dos EUA.

O Brasil.

País que financia gente fazendo sexo oral em banheiro público e orgias gays à guisa de “ciência”.

O Brasil.

País que dá prêmios a benzedeiras e o Ministério da Saúde distribui manualzinho para parteiras, ao invés de investir em hospitais.

O Brasil.

País, assim como Venezueira, em que petróleo dá prejuízo, e a estatal que domina o monopólio de correspondências tem prejuízo também (apesar de manter uma legião de advogados para mandar processos a torto e a direito).

É o pobre ostentando um iPhone de procedência duvidosa comprado na loja da favela em 24 parcelas.

Não, não acho que o Brasil tenha que gastar mais naquele contâiner. Nem pra colônia agrícola servimos. A única coisa que o Brasil ajuda na pesquisa brasileira é dar a institutos de pesquisa de verdade bons cientistas como muitos dos que fogem daqui, com passagens aéreas caríssimas e aeroportos que parecem rodoviárias.

Desistam, gente. Brasileiro odeia ciência e políticos dão ao povo o que ele quer, de forma a garantir eleição e reeleição. E o povo não quer ciência. Quer Copa, quer Carnaval, quer show da virada, quer mais que tudo se dane, pois hoje teve jogo, e ninguém deu a mínima, a não ser os memes sobre quando perdeu de 7 a 1 pra Alemanha.

Pesquisa faz cérebro achar que as próteses são tao naturais quanto o membro natural
Pesquisadores registram zumbi do bem devorando sinapses (ok não é bem isso)

Sobre André Carvalho

και γνωσεσθε την αληθειαν και η αληθεια ελευθερωσει υμας

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