Novo teste prevê futuro risco de doença cardíaca em adolescentes

Atualmente, ninguém tem mais algo que possa ser considerado como alimentação saudável. A não ser que você more no interior e plante as suas próprias batatas, como Mark Watney fez. Se você pensa que suquinho de caixa é mais saudável que refrigerante, se enganou. Alimentos congelados? Não, também não. O que é saudável que possa ter vindo de processo de industrialização? Bem… nada, mas você não vai virar caçador-coletor por causa disso, né?

Nos EUA, o índice de obesidade infantil está alarmante e pesquisadores se penduram para estudar para saber qual a probabilidade de algumas delas terem doenças cardíacas no futuro. Dessa forma, uma pesquisa promete ser promissora ao prever se um adolescente apresentará doenças cardíacas no futuro, mesmo que não esteja no quadro de obesidade mórbida, já que isso seria fácil demais.

O dr. Mark DeBoer, do Departamento de Pediatria da Universidade de Virgínia e o dr. Matthew Gurka, da Escola de Saúde Pública da Universidade West estudam problemas de saúde já na infância e adolescência, e como prever que os queridos jovenzinhos irão se ferrar futuramente. DeBoer e Gurka desenvolvem um teste que identifica os fatores de risco para doenças cardíacas, que tem potencial de ser adaptado por médicos em todo o país para avaliar o risco futuro dos adolescentes, de forma a planejar incentivos para comportamentos saudáveis ??que poderiam salvar as vidas dessas crianças, mas que serão lindamente ignorados por eles.

Basicamente, o teste se baseia na avaliação da síndrome metabólica, a qual corresponde a um conjunto de doenças cuja base é a resistência insulínica, embora não exista um consenso sobre como definir essa síndrome. O que se sabe é que a síndrome metabólica traz de presente aumento da pressão arterial, níveis cavalares de açúcar no sangue, gordura bagarai (principalmente na barrigona e na cintura), além de gloriosos níveis de colesterol entre bizarros e “mas o que é que você tem na cabeça?”.

E você aí se preocupando com merda de glúten!

O doutor de boa, digo, o dr.DeBoer e o dr. Gurka formularam um ranking ao analisarem dados como índice de massa corporal, pressão arterial sistólica, triglicérides em jejum, colesterol HDL (o chamado colesterol “bom”) e glicose de jejum. Esses dados foram coletados ao longo dos anos desde a década de 1970 (não pelos dois pesquisadores, obviamente), e continuam até hoje, com uma idade média de 49,6 anos.

Ao cruzarem os dados e tabularem essa montoeira de informação, pesquisadores do mundo inteiro podem usar os poderes da Estatística para estimar a tendência de uma ou outra criança ou adolescente de ter sérios problemas futuros, já que esse teste é capaz de criar uma escala, delineando o grau exato em que um jovem está em risco.

Os pesquisadores criaram equações que levam em conta sexo, diferenças raciais/étnicas, idade etc., proporcionando uma pontuação que mede a gravidade da síndrome. E se você é um cara curioso, sim, você pode testá-lo digrátis. Basta clicar AQUI.

A pesquisa foi publicada no periódico Journal of the American College of Cardiology.

4 comentários em “Novo teste prevê futuro risco de doença cardíaca em adolescentes

  1. E sobre a questão do flúor na água ? você poderia fazer um post sobre isso (ou responder nos comentários) Vi um documentário (The Flouride deception) e queria saber mais a respeito, como não entendo do assunto acho que não faria um julgamento coerente, gostaria de saber a sua opinião sobre o assunto.

    link do documentário no youtube :

    Agradeço se puder responder.

    1. Isso tá tão manjado que também foi parar num jogo chamado “Illuminati: The Game Of Conspiracy“, tem o Triangulo das Bermudas, tem Os Sevos de Ctchulu, os UFOs, a mídia golpista, as industrias, etc, junto com outras dezenas de teorias da conspiração. Estão classificados como “fanáticos” e são chamados “Partidários da Fluoretação da Água“, no jogo em português.

  2. Hmmmm….observastes qual é a base alimentar desse povo de uns 30 anos para cá? Trigo, grãos, gordura vegetal e açúcar – tudo em excesso. Só pode dar em problemas metabólicos mesmo. A insulina é a chave do problema, ela é tóxica ao corpo quando constantemente elevada – resultado: Síndrome Metabólica.
    Dê uma olhada neste paper:
    http://www.nutritionandmetabolism.com/content/2/1/31
    muito bom para elucidar alguns conceitos aqui.

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