Pesquisa indica nova forma de combater bactérias patogênicas

Todo mundo acha que o mundo acabará com o erguimento do Skynet ou o t-vírus transformando todos em zumbis. Eu discordo. O mundo acabará no Apocalipse Bacteriano. Todo mundo sabe que bactérias acabam desenvolvendo resistência a antibióticos, e isso é uma ameaça assustadora, nos dando de presente infecções mortais, como a tuberculose. Além do mais, os esforços para desenvolver novos antibióticos não estão mantendo o ritmo com esse crescimento da resistência microbiana, mas isso não está acontecendo de verdade. Estaria se Evolução existisse, mas isso não passa de mito.

Infelizmente, cientistas ateus satanistas que querem se casar com gays e dançar polka em cima dos doentes não levam isso em consideração e continuam pesquisando. E dessa pesquisa talvez venha uma solução de como mandar bactérias patogênicas pra vala, estragando o velório delas.

O dr. James Collins é professor de Bio-Engenharia do Departamento de Engenharia Biológica e do Instituto de Engenharia Médica e Ciência do MIT. A sua missão é passar o rodo em bactérias patogênicas. E não fique com essa cara! Essas criaturinhas não pensariam duas vezes em lhe mandar para a terra dos pés juntos.

O troço é absurdamente simples em sua complexidade. Collins e seus colaboradores, vassalos, estagiários, whatever, projetaram partículas, conhecidas como fagemídeos, estruturas que agem como um genoma viral que infecta a bactéria. Essa infecção pode ser propagada a outras células, detonando com a colônia ao produzir toxinas que são mortais para as bactérias atingidas. À medida que as bactérias crescem e se reproduzem, mais cópias do fagemídeo são replicadas também.

A pesquisa foi publicada no periódico Nano Letters.

O uso de bacteriófagos não é recente e vem sendo usados para tratar a infecção em países como os da antiga União Soviética. O problema é que essas criaturinhas sacanas também podem causar efeitos colaterais, já que ao fazer as bactérias explodirem acaba por liberar no corpo várias toxinas direto nas células da pessoa. No caso do fagemídeo, a bactéria ploft!, morre porque o fagemídeo expressa diferentes proteínas tóxicas, não para mim ou você, mas para bactérias e comentaristas de portais de notícia.

4 comentários em “Pesquisa indica nova forma de combater bactérias patogênicas

  1. se as mães ainda usassem o bom e velho iodo (muito pior que mertiolate) ao invés de antibióticos até pra corte com papel não teríamos chegado a esse ponto e de quebra a atual geração seria menos mimadinha

    1. Eu temia muito mais o iodo do que o mertiolate. Era tenso. Toda queda de bicicleta era o trio: iodo, mertiolate e rifocina.

        1. Isso aí era pra ele te manter no esquema da época dele! Teu pai era cruel!

          Nada melhor pra mostrar como é, né?

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