Tag Archives: antibióticos

Ancestrais de bactérias já eram hiperresistentes antes de aparecerem animais

Bactérias são serezinhos muito interessantes, apesar de serem maníacas psicopatas. Elas já nos acompanham desde antes de sermos humanos. Aliás, antes de metazoários aparecerem (chique falar “metazoário”, né? É o nome frescurento para “animais”). Aliás, antes de quaisquer pluricelulares botarem os pés (eu sei!) na Terra.

Pesquisa indica que as Enterococcus possuem um tatatatatataravô de 450 milhões de anos e já eram poderosos agentes infecciosos antes que animais fossem moda.

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Bactérias sem senso de camaradagem produzem substâncias antibacterianas

Bactérias são uma constante em nossa vida, seja para o bem ou para o mal. Algumas bactérias são patogênicas e isso significa que fazem um mal desgraçado. Vírus não são nada perto de uma bactéria daquelas bem motherfucker. A nossa pele está lá, cheinha de bactérias, sendo que larga maioria pode viver na pele humana sem prejudicar o hospedeiro, mesmo porque isso seria uma atitude burra do parasita, e nós sabemos o quanto tudo foi divinamente planejado, né?

Agora, pesquisadores estão atrás dessas colônias de bactérias que não só não nos prejudica, como ainda produzem substâncias antimicrobianas.

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Aroeira é ótima contra bactérias malvadonas

A aroeira é uma árvore bem conhecida no Brasil, sendo algumas espécies conhecidas como aroeira-pimenteira ou Pimenteira do Peru (o país), mas tem muito pouco a ver com as pimentas que colocamos no acarajé bem quente e que ferra com a vida dos desavisados. Ela é rica em tanino, empregada nos curtumes, além de ser usada como forragem, fermentação para se fazer vinagre e bebidas alcoólicas e usada para a limpeza de pele, além de possuir ação bactericida.

Aliás, é exatamente esse o motivo da pesquisa que vou contar pra vocês. Senta aí que titio vai falar de uma espécie invasora.

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Encontradas bactérias velhas, mas imunes a antibióticos modernos

Bactérias são os seres mais estranhos, malévolos e fascinantes da Terra. Não são a forma de vida mais antiga, mas assim que surgiram, antes dos organismos fotossintetizantes, fizeram a diferença no mundo. Ainda hoje bactérias são muito importantes, desde agir como agentes decompositores até lhe dar alguma doença séria (você é apenas um traço em termos de espécie viva. Não se sinta especial).

Agora cientistas descobrem algo bem interessante: o que pode ser a cepa de bactérias mais resistente do mundo, inclusive aos antibióticos mais poderosos. Só coisa pra comemorar, né?

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Ar poluído da China esta ajudando bactérias a se tornarem mais resistentes

Ar poluído é uma bela bosta. Não é agradável cheirar aquelas coisinhas lindas como enxofre, monóxido de carbono, carbono finamente dividido, chuva ácida e, dizem, tem até monóxido de diidrogênio! Achou ruim? Bem, sempre pode (e vai) ficar pior. Uma pesquisa mostrou que o ar da China não só tem Química no ar poluído como tem Biologia também: Aquela porcaria está cheia de bactérias, traços de DNA, genes e se bobear tem as cinzas do pequeno Ping que não cumpriu a sua cota na Foxconn!

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Pesquisa induz fungos preguiçosos a produzir antibióticos

Fungos são seus amigos. Sem fungos não teríamos antibióticos, não teríamos decomposição de material orgânico, não teríamos nem mesmo pão… Ah, e não teríamos cerveja. Desde aquele mofo que deixa seus armários nojentos até os melhores antibióticos, fungos estão sempre presentes nas nossas vidas (algumas vezes, mais do que deveriam). O problema dos antibióticos é a nossa velha conhecida Seleção Natural, em que bactérias safadeenhas acabam evoluindo, dando origem a cepas mais resistentes.

Na eterna luta contra infecções, fica-se a pergunta: será que fungos podem nos ajudar mais uma vez? (Resposta: claro que pode, animal, ou não teríamos um artigo sobre isso. Duhhhh!)

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Bactérias no cobre dos outros é refresco. Graças a nós, elas estão mais fortes

Eu já postei artigo sobre bactérias hoje, o que deixou minha belga favorita contente. Agora temos outra notícia: sobre como nós, no uso de nossas atribuições como humanos, zuamos tanto o ambiente que deixamos bactérias resistentes a muitas coisas, mas disso já sabíamos. Antibióticos, por exemplo. O que não se sabia é que as deixamos resistentes até à ação antibacteriana de alguns metais.

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Pesquisa indica nova forma de combater bactérias patogênicas

Todo mundo acha que o mundo acabará com o erguimento do Skynet ou o t-vírus transformando todos em zumbis. Eu discordo. O mundo acabará no Apocalipse Bacteriano. Todo mundo sabe que bactérias acabam desenvolvendo resistência a antibióticos, e isso é uma ameaça assustadora, nos dando de presente infecções mortais, como a tuberculose. Além do mais, os esforços para desenvolver novos antibióticos não estão mantendo o ritmo com esse crescimento da resistência microbiana, mas isso não está acontecendo de verdade. Estaria se Evolução existisse, mas isso não passa de mito.

Infelizmente, cientistas ateus satanistas que querem se casar com gays e dançar polka em cima dos doentes não levam isso em consideração e continuam pesquisando. E dessa pesquisa talvez venha uma solução de como mandar bactérias patogênicas pra vala, estragando o velório delas.

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Evolução não existe, mas não avisaram aos Yanomamis

O Design Inteligente já foi mais que provado. O problema é que seus cientistas são humildes e não publicam os resultados. Assim, ficamos sem saber detalhes, mas podemos ter a certa que tudo foi divinamente planejado por alguém tão inteligente que cria o ornitorrinco. O desenhista inteligente também parece se esquecer de tribos isoladas nos cafundó do judas. Eles estão lá, fora de quaisquer contatos e bem suscetíveis a serem exterminados por qualquer vírus de resfriado que algum idiota que não tiver cuidado possa eventualmente ir lá.

Em  contrapartida, estas tribos isoladas poderão ser tratadas por remédios facilmente, pois vírus e bactérias irão rapidinho pra vala, certo? Uma pesquisa demonstrou que as bactérias intestinais de uma tribo Yanomami, que nunca teve contato com o homem estavam alegres e contentes, adaptadas a resistir bravamente aos antibióticos. Deve ter sido vontade do projetista que colocou o playground do lado da saída de esgoto.

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Mel de abelha está sendo usado para combater infecções

Todo mundo adora mel, ou deveria. Você deveria comer mais mel. Mel é bom! Mel dá força. Mel dá energia. Mel é um dos únicos alimentos que não estragam, coisa que você aprende no Ensino Fundamental, repete a vida toda e nem sabe direito o porquê. O que poucas pessoas sabem é que mel pode ser a chave para a produção de novos antibióticos, e é isso que pesquisadores suecos estudam. Eles esperam fazer com as doenças o que seus conterrâneos faziam nas famosas revistinhas.

Nossas queridas abelhinhas nos deram, inconscientemente, um dos mais nutritivos alimentos encontrados na Natureza, direto do seu vômito (sim, isso mesmo! Mel é vômito de abelha. Bom apetite!). Além disso, o mel é extremamente estável. Sua altíssima concentração de glicose e pH entorno de 4 e 5 fazem dele o único alimento que não estraga, apesar de eu torcer o nariz para esta denominação, já que existem muitos nutrientes de origem inorgânica.

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