Grandes Nomes da Ciência: Agnodice

A mulher em dores excruciantes adentra o hospital… o que poderia se chamar de hospital aquele açougue. Sem suturas, sem instrumentos cortantes decentes, sem esterilização, sem antisséptico. Aquilo era o Inferno na Terra. Não, não estamos falando do Brasil. A mulher em trabalho de parto estava recusando qualquer tentativa de socorro. Ela só queria ser atendida por uma pessoa. Não uma pessoa qualquer, mas uma figura lendária. Tão lendária que nem sabemos com certeza se existiu. Tão lendária que a história acima descrita pode nem ter ocorrido. Mas o nome da pessoa ainda permeia a História.

O nome dessa mulher era Agnodice.

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Bula: um dos maiores inimigos de analfabetos científicos, mas não o único

Analfabetismo científico é um termo que se refere ao baixíssimo conhecimento de termos, expressões e significados científicos ou mesmo o entendimento do que e Ciência. Algo como o Diogo Mainardi, Reinaldo Azevedo e o Roger do extinto Ultraje a Rigor, criticando o Miguel Nicolelis, o cientista Kickboxer que não deixou pedra sobre pedra.

Em uma notícia saída na Folha, fiquei sabendo que muitos brasileiros têm sérios problemas de ler uma simples bula, por simplesmente não serem capazes de entender o que tem lá. Claro, isso esconde mais detalhes do que aparenta.

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Fenômenos picaretológicos são confirmados pela (pseudo)ciência (ISSO a Globo mostra)

O Cardoso tem muitas manias. Uma delas é compartilhar coisas escabrosas, para este que vos fala fazer suas considerações. Normalmente, essas coisas me dão engulhos, e acabam revirando meu estomago, mas nem por isso deixo de aproveitá-las. Valeu, Cardosão!

A última foi obra e graça da querida estirpe dos jornaleiros, sempre ávidos em ter notícias, mesmo onde não é notícia. Eles aproveitaram aquela palhaçada acontecida no Rio Grande do Gasparzinho e convidaram “cientistas” para falar sobre isso. Claro, mencionaram Fisica Quântica.

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Cientistas usam Lumia 1020 para ver bactérias

Nossos celulares hoje são extremamente poderosos. Para vocês terem uma ideia, meu simples relógio de pulso tem mais poder computacional do que os computadores da Apolo 11. Meu smartphone é muito mais poderoso que meu primeiro PC, comprado em 1996. Por que não usar todos estes potenciais para transformar smartphones em microscópios e pequenas máquinas de exame de vista?

Se antes as câmeras dos celulares já viam muita coisa, com os atais smartphones da linha Lumia 1020, a coisa é extremamente boçal em termos de qualidade. Assim, por que não trabnsformá-los em microscópios cada vez melhores?

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Eppur si muove (mas para o Brasil não basta) ou Sobre o exoesqueleto da Copa que a Globo não mostrou

O Brasil tem sérios problemas. Um deles é exatamente ser o Brasil. Ontem foi inauguração da Copa do Mundo; e, cá pra nós, que LIXO! Meia dúzia de gato pingado parecendo alguma mostra pedagógica de colégio de periferia, com ents, garoto índio vestido como um maia (não perguntem) e ainda reclamam que gringo pensa que aqui é só mato, selva e bundas rebolantes. Pior! Nem passista de escola de samba tinha. Pelo menos, colocassem o Caprichoso.

O ponto alto é (ou deveria ser) o exoesqueleto que está sendo desenvolvido pelo dr. Miguel Nicolelis, um cientista sério que preferiu ralar peito daqui, ou estaria esperando a boa vontade do CNPq para comprar uma chave de fenda. Só que enquanto o Galvão tagarelava sobre o ônibus da Seleção (a qual não deu as caras na abertura), o chute foi dado e só. E a reação as pessoas só pode ser descrita como uma coisa:

ESTA É A SUA SEXTA INSANA!

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DRAMA GAÚCHO: Família e expulsa de casa por causa de assombrações

O mundo é sinistro. Enquanto temos que a Galinha Pintadinha nos conduz para os meandros do maligno, famílias sofrem com possessões demoníacas, que nem uma pobre família do Rio Grande do Sul, onde até os espíritos usam 3 punhais. O caso é tão bizarro que a menina teve que ser exorcizada, chamaram Max Von Sydow, Peter Venkman e o padre Quemedo. Eles até tiveram que fugir de casa, porque as forças demoníacas estavam fazendo de tudo com a garota.

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Um reino tão vasto cujo Sol nunca se põe

O título faz alusão ao mundo conquistado por Alexandre da Macedônia. Indo do Egito até quase chegar no Oriente Distante. Um império tão imenso (e fugaz, entretanto) que em algum ponto dele estava fazendo Sol, não importando em que momento fosse.

Nós abrimos mais horizontes que Alexandre, conquistamos outros mundos sem que um exército chegasse lá e mandasse tudo para a vala. Nossa última fronteira é o Espaço, mesmo tendo nos aventurado muito, muito pouco, conquistamos o inimaginável. Um reino onde realmente o Sol nunc se põe.

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Como voar sem gravidade (ou quase nada de gravidade)

Um dos artigos que mais gostei (dentre uma saraivada deles), é o da Kate Upton em microgravidade. Aliás, não foi só eu. Muita gente adorou o artigo, ao ponto até de "se inspirar" nele. O voo parabólico é uma das coisas mais maneiras que existem e não é coisa recente. Ele sempre foi usado para o treinamento de astronautas, mesmo quando ainda não havia efetivamente astronautas, mas sem ele não haveriam astronautas.

Imaginem o seguinte: se hoje o treinamento para um astronauta é rígido, como seria o treinamento para o início dos anos 1960, quando Kennedy lançou a corrida espacial (que, DE FATO, os EUA chegaram atrasados em tudo, e só foram primeiro à Lua, porque a URSS nunca teve intenção de mandar ninguém pra lá). Entre testes de paraquedas, quedas e ações centrífugas, como seria o comportamento de seres vivos em ambientes com microgravidade (NÃO É GRAVIDADE ZERO!!!!!)?

Só o LIVRO DOS PORQUÊS para nos explicar.

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Quando pesticidas matam abelhinhas, quem poderá salvá-las? Aranhas!

Todo mundo anda preocupado com abelhas. Eles praticamente estão se tornando os pandinhas, com a diferença que pandas só servem para modelos de bichinhos de pelúcia, enquanto os insetinhos do bem são responsáveis pela polinização de muitas flores (mas não todas elas).

O problema é que nossa agricultura é extremamente dependente de pesticidas, ou as pragas (que são uma praga!) mandam todas as plantinhas felizes ro ralo. Só que estes pesticidas mandam as abelhinhas pro ralo. Apenas dona Aranha poderá nos ajudar (ou quase isso).

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Dawkins NÃO atacou contos de fada, eu que falei besteira

Ao que tudo indica, o artigo que eu postei ainda há pouco sobre Richard Dawkins ter falado mal de contos de fadas foi caquinha que um repórter da BBC 4 fez, e acabou indo parar no Telegraph. O jornaleiro entendeu errado e a MULA AQUI acabou de passar adiante (ou, num jargão pouco menos profissional: fiz merda).

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