Justissa Federau jugarão frequicibilizassaum gramaticau

Os cazo do livru adotados pelu Méque aimda vai dá muinto panu pra mamga. Ce por un lado umonte di jenti reclamô ke iço acaba com nóço indioma, oltros axam superválido num çer muinto ríjido na língoa cuando naum for nesseçarío. Nóços komemtaristaz estam divididos, como pudemus ver no artigo adonde é dito ke muintos políticos rezouveram comprar a briga e entraram com reprezentassoes contra a distribuissão do livro. Como nada é muinto çimples neste país, agora temos uma Assão Sívil Coletiva (que naum tem nada haver con o çaites de conpra tipo Peiche Urbano). Cenhora Dona Eloíza Ramus deve tá beim aborressida com iço.

O Meretríçimo Senhô Juís Luiz Roberto Ayoub, da 1ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, determinou que os altos de Assão Sivil Coletiva contra a edissaum daquelas porqueira que xamam de livros didáticos. Akele mounte de besteiras verçam que se pódi falá de kualkér modo e a linguajem colokiau é maiz importante que a norma cuta. O mimozo livro aimda dis que kem o acorréje está çendo preconsseituoso. A notíssia veiculada pelo Conçultor Jurídico dis que a assaum foi proposta pela Comição de Defeza do Consumidô da Senbléa Lejislativa do Rio contra a o kâncer editorial que foi a empreza que publicou akela sanduice.

Fico aki imajinando quem irá agora defemder aimda aquelas imundície lingoísticas e quero ver um linguixta defender aimda seu uso. Os baloartes do politicamente correto, que axam que tudo são limdos e devemos ter em mente que a lingoa evolui, deven estar expumando de réiva. Eu, enkuanto defençor do idioma pátrio, mexmo morando em Tuvalu, não poço consseber que alguém ache çerto escrever de qualquer forma, mesmo que seja num anbiente informal, como blogs, por ezemplo.

O juís, que deverá çer xamado de preconsseituozo taumbéim, axa a questão é a adekuassaum do testo à realidade nassionau. Mas emkuanto nós tiver idiotas nas internetes reclamando que tudo é preconseito, nada adiantará muinto, pois paressem se çatisfazer com o errado, já que çuas imcapassidades coguinitas os fazem escrever de forma cabaumente péçimas.

Eu partucularmente esperamos que tal livro çeja emterrado de vez e nimguém num futuro prócimo vemha çaber de sua ezistêssia. Ce nóços aluno tem péçima capassidade de escrita mediamte ençino normau, imaginem uns livro ki falão que podeçe escrever de kualker maneira?


Nóis agradece dona Fátima pela notíssia emviada.

73 comentários em “Justissa Federau jugarão frequicibilizassaum gramaticau

  1. Ãmdré, vosse naun vio u alérta ki eo fis nu pozte amteiriô? Eçi issperimemtu di laboutaróriu jéra prudutus ki çi klaçefican hemtri az armaz di diztruessaun im maçá! Maiz, giá ki vosse arrezorvel prudosir him bateláda, naun úsô pechinhu hi çin ún reatô cum turbiná. Vô mi mudá prá uziná di Fucuxyma, ú rizko á çaùde pódi çê ún mião di veiz menó. :shock: :lol: :shock: :lol:

  2. Nunca imaginei que encontraria nesse blog um post tão difícil de ler :lol:

    ““A adoção do livro em questão decorreu de um ato governamental, dentro de uma política pública que pretendeu respeitar a integração da cultura diversificada em nosso país, evitando-se a indesejável discriminação lingüística.[…]”

    Nunca foi proibido falar errado nesse país. Cada um fala do jeito que quer (ou que sabe/aprendeu). Agora, ensinar errado, desde o início? Tenha santa paciência!

  3. “‘Preservar as diferenças ou perpetuar a desigualdade na educação. Qual o caminho a seguir? A questão é de extrema relevância; muito sensível e delicada”, destacou'”.
    JUIZ LADRÃO! ESTAVA IMPEDIDO! Cadê as torcidas organizadas e os hooligans agora, para que mostrem a esse senhor o caminho a seguir? :mrgreen: :lol:

  4. Nossa, ri muito disso:
    “agora temos uma Assão Sívil Coletiva (que naum tem nada haver con o çaites de conpra tipo Peiche Urbano)”

  5. minia nussa sinhora! Qui testu orrive! Isperu ki u prossimu cege mior! Andre, tu foi vitima dus livru da dona Heloísa? meu deus! Naum vouto mais pu Braziu naum, sinaum iscreverei tudu erradu. Putz, puque istou iscrevendu amçin:

  6. Cara!!!

    Que horrível ler isso! :shock:
    Quase deu dor de cabeça.

    Imagine se cada um escrevesse como quisesse. :roll:
    Seria o caos.

        1. @Nihil Lemos, Ô Nihil, já postei a continuação do assunto lá na Zona Livre. Assim, facilita o trabalho de pessoal do blog.
          Por fim, complementando as afirmações anteriores:

          Corrupção é Virtude
          Especialização é Desemprego
          Educação é Tempo Perdido
          Roubo é Trabalho
          Tráfico é Profissão
          Honestidade é Demência
          Sarney é Ética (caramba, agora eu fui longe demais… :lol: )

      1. @André, Falando em “Honestidade é Demência”, André, você viu o caso daquele motorista que devolveu o dinheiro perdido de um agricultor preocupado com a saúde da filha, dado que o transplante de que ela necessitava não era feito pelo SUS? Para quem não viu, segue o link: http://oglobo.globo.com/rio/mat/2011/04/18/bom-exemplo-de-motorista-que-devolveu-74-mil-ao-dono-vira-motivo-de-chacota-924279259.asp
        Acabou virando piada dos próprios colegas. Esta aí mais uma prova de que, nesta “terra de riquezas” (como eu já mencionei, queria saber por que a cotação de esterco está tão em alta), todas as afirmações de “inversão de valores” acima não se tratam de ficção. Acredito que temos evidências suficientes para fomentar uma teoria científica. :???:

        1. @Cobalamina, Aqui já perderam um valor dez vezes maior e entregam a polícia sem sequer abrir o pacote. Carteira, envelope, mala… Ninguém vira motivo de chacota por esse motivo.

          Brasileiro é tão bonzinho… [2]

    1. @Anderson C.,

      Então, quem critica o livro sem ter lido previamente é fascista? Tá bom…

      Question: o excelentíssimo Ministro da Educação leu o livro antes de aprová-lo? Quem aprova/defende um livro sem lê-lo antes seria o quê?

      Não sei quantos aqui já tiveram a oportunidade de ler alguns trechos/capítulos dessa “obra-prima”, lhes digo que, além de todos os problemas, é extremamente confuso, olhando só em termos de didática mesmo. Ele está longe de ser um livro de gramática (duh!), está muito mais para um saído direto das escolinhas do MST, tamanho o coitadismo e a vitimização presentes no mesmo.

      A referência à elite preconceituosa é constante nas páginas, muito mais do que o suposto ensino(?) da língua. E, claro, só a “classe dominante utiliza a norma culta principalmente por ter maior acesso à escolaridade e por seu uso ser um sinal de prestígio” (sim, isso é um trecho do livro).

      Outro ponto: as ovelhinhas defensoras do livro alegam que o mesmo “ensina” a norma culta aproximando-a da linguagem coloquial, inclusive com exercícios. Agora, de que adianta querer ensinar certo, se na página anterior os autores defendem que não está errado? Imagina, você dando aula e explicando: “Queridos alunos, falar ‘os livro’ tá certo, mas, a forma certa é ‘os livros'”? Isso faz sentido para alguém (tirando o sr. Hadad)? (obs: eu sei que escrevi o nome dele “errado”, mas, o errado agora é certo, de acordo com o livro que ele mesmo defende).

      Concordo que nossa querida gramática tem deficiências graves, mas, daí a querer “resolver” o problema defendendo a escrita incorreta, é brincadeira ¬¬

      Para finalizar, adorei o artigo! E acho que tive mais dificuldade de ler este do que os artigos mais técnicos :razz:

      1. @Liv souza,

        Só agora reparei… meu texto deu a entender que o Anderson C disse que quem critica livro sem ler é fascista, quando na realidade eu me referia ao link que ele postou :oops:

        Desculpem!

  7. André, você está mais do que certo em descontar pontos dos seus alunos pelos erros de português nas provas, como é complicado entender essa “flexibilização gramatical” :sad:
    Obs. Flexibilização gramatical porque não pretendo ser preconceituoso :grin:

    1. André, você está mais do que certo em descontar pontos dos seus alunos pelos erros de português nas provas

      Se eu fizer isso, perco o emprego.

  8. Não sei expressar minha reação ao ler o título, foi completamente blasé.
    Agora, no momento que percebi o restante do artigo, pela primeira vez na vida, senti-me como o meme FUUUU.

    Nunca demorei tanto para ler um texto :/ eu não sei miguxês, meu cérebro definitivamente não reconhece ou interpreta tais símbolos.

  9. Quase disití de ler… :oops:

    Num passado remoto comprei uma edição de Dom Quixote e fui obrigado á ler com um dicionário ao lado (De uma coleção de clássicos que foi lançada nas bancas, lembro até que a cor da capa desse livro era verde, capa dura. Não lembro se era da Abril).

    Hoje, ler esse texto me deu a sensação de que ler Dom Quixote era mais fácil.

      1. @A. Percy,

        Pesquisando por este livro (do Dom Quixote), encontrei uma nova coleção da Abril que contém, entre outros, “O Falecido Mattia Pascal” (1909?), que lembra, para mim, o livro “A Morte e a Morte de Quincas Berro D’agua” (1959?).

  10. Eu keru ve kuandu eçis inbessis tivé na idadi di fase facudadi, ki merda naum vai çe. Elis vaum te kota ate nas federau i ai as univerçidadi vaum te que çi adapita aus novus alunus. Eu ficu imajinanu ki tipu di injenheru i medicu eçis kara naum vaum çe daki um tenpo.

    Braziu, u paiz du futuro!

    1. @GambitMaia,

      “Eu keru ve kuandu eçis inbessis tivé na idadi di fase facudadi”

      Os atuais alunos do primário são imbecis?

      *

      “Elis vaum te kota ate nas federau i ai as univerçidadi vaum te que çi adapita aus novus alunus.”

      Alias, esse cotas já existem. São destinadas a negros, índios e estudantes de escolas públicas.

      1. Os atuais alunos do primário são imbecis?

        Vc se refere àqueles com 15 anos no 7º ano? Ah, bem, isso não acontece em todos os lugares… principalmente nos que têm aprovação automática

        Alias, esse cotas já existem. São destinadas a negros, índios e estudantes de escolas públicas.

        Interpretação de textos é pra fracos. Ele estava se referindo a idiotas que não sabem escrever corretamente e nem interpretar sentenças simples e… bem, aqui temos mais um exemplo.

  11. O governo, adotando esse livro, acabaria por consolidar uma nova expressão na língua portuguesa. Serão os “analfabetizados”. Porque os analfabetos sempre existiram. São os que por diversos motivos não aprenderam, ou não tiveram acesso ao conhecimento.
    Os analfabetizados serão os que terão acesso aos livros e à escola e aprenderão ERRADO. O que o governo vai fazer quando esses analfabetizados chegarem ao mercado de trabalho e forem preteridos porque o entrevistador trincou os dentes quando ouviu “Nóis vai”? Eu chuto que algum deputado vai propor um projeto de lei para criar cotas para esses “excluídos”. Duvida?
    Já existem PL’s para criar cotas em concurso público para negr.. oops, afrodescendentes.

  12. como se ja não bastasse..agora livros de matemática estão vindo com cálculos do tipo 10-7=4.
    só falta Benjamin Franklyn ter descoberto o Brasil e Isaac Newton ser o “pai da relatividade” :sad:
    Dá-lhe Brasil rumo ao “desenvolvimento”!!

  13. Ederson Granetto entrevista José Luiz Fiorin, Doutor em Linguística pela USP e um dos maiores especialistas brasileiros em Pragmática, Semiótica e Análise do Discurso sobre a polêmica
    *

        1. Taí um exemplo de alguém que, por causa dos “linguistas que defendem falar de qq jeito”, não entendeu o que eu perguntei e o Nihil reforçou. Interpretação de textos é pra fracos.

          1. @André,

            1- ta difícil de conseguir tempo para me encontrar com minha amiga que é professora pq nossos horários não batem. Provavelmente vou ter que fazer isso por e-mail.

            2- Qualquer pergunta que eu faça será menos crítica com o assunto do que pergunta feita por vc, considerando que eu não vejo problema no livro, e vc sim.

            3- Talvez seja correto considerar que o Prof. José Luiz Fiorin não nasceu doutor, nem linguista, e conhecendo o caminho que deve ser percorrido desde a graduação até os doutorados da vida, é possível imaginar que em algum período de sua vida ele precisou lecionar da mesma forma que qualquer um e que portanto algum conhecimento de causa ele deve possuir.

            4- vc assistiu o vídeo?

          2. A única professora de português que existe é sua amiga. Ok.

            2) Eu e os professores de verdade. Portanto, vc admite que fará perguntas tendenciosas, demonstrando sua “honestidade” perante o tema abordado.

            3) Eu tb não nasci doutor. So what? Isso significa que aquela MERDA tem valor? É este o “argumento” que vc vai me empurrar agora?

            4) Tem o depoimento de professores de português? Não? Então, não perderei meu tempo, pois torna-se avesso à questão..

          3. @ThiagoPC,

            1- Não, mas é com quem eu poderia entrar em contato mais facilmente.

            2- Minha opinião sobre o assunto é diferente da sua, logo minhas perguntas tbm seriam diferentes. Então imagino que logicamente qualquer questão que eu levantasse tenderia a estar de certo modo de acordo com meu ponto de vista, assim como questões levantadas por vc tenderiam para o seu ponto de vista. :!:

            3- Não vou empurrar argumento algum, apenas gostaria de saber pq aparentemente quando mais “graduado” uma pessoa menor é o valor de sua opinião.

            4- De que forma o depoimento de alguém que supostamente é especialista no estudo da língua portuguesa é avesso a uma questão que trata do ensino da língua portuguesa? O único critério é que ele não leciona atualmente para o ensino fundamental ou médio? :?:

          4. 1) Ahan. Sei.

            2) Ou seja, vc fará as perguntas mediante sua visão distorcida e não sobre o assunto em si. Nome disso? Falta de caráter.

            3) Não vai pq estou impedindo de antemão. Pq mais “grudado” menor o valor? Manipulação. Simples.

            4) Se vc não sabe a diferença entre um cara que estuda linguagens para alguém que ENSINA língua portuguesa e age na formação educacional de crianças e adolescentes, então volte pro colégio. Assim até me poupa de ler o monte de besteiras que vc está escrevendo.

            Ops, axo qe istou çenmdo preconsseituozo com voçê, naum?

          5. 1- ta difícil de conseguir tempo para me encontrar com minha amiga que é professora pq nossos horários não batem. Provavelmente vou ter que fazer isso por e-mail.

            HAHAHAHAHAHAHA! OK. Estou esperando.

  14. Olha o comentário que eu recebi:

    Você não deveria criticar uma professora e autora que pelo menos fez o que você nem sabe o que é…
    o preconceito linguístico existe, acho  que deveria cursar não uma faculdade mais um manicômio… você que estuda geociência e japonês, não deveria desacatar alguém que nem ao menos conhece ou nem sabe nada do que ela se refere. Acho que você deve controlar então sua língua ou enfia-la no cú!  Aprenda a entender o contexto na qual ela se refere…
    uma dica: volta pra escola seu filho da puta BURRO!!!!

    E respondi editando o comentário dele (como sou mau :twisted: )

    Olá, tô aqui para trollar e chingá muintu o autô du brogui nu tuiter. Só puquê sô anarfetu.

    O meu imeiu naum digo mais o IP é esse aki:

    Universidade Federal Da Bahia (200.128.60.88)

    Link: http://nihil-lemos.livrespensadores.org/pensamento/preconceito-linguistico-e-a-pqp/comment-page-1/#comment-631

    Porra meu! Por essas e outras e te entendo, André :(

        1. @Nihil Lemos, Por estas e outras que ainda estou hesitante em criar um blog (o fórum não me deu uma plataforma de administração satisfatória e eu desisti). A não ser que eu exclua e bloqueie qualquer comentário de baixo calão ou com nenhuma argumentação, sem nem ler direito o conteúdo, ainda denunciando o abuso. BOPE na veia. :???:
          PS: Isto veio da UFBA? O Apocalipse está chegando ao Brasil, mesmo.

          1. Fóruns são muito mais poderosos em termos de administração. De qq forma, tanto fóruns como blogs podem fazer filtragem por palavras.

          2. @André, O problema dos fóruns é audiência. De qualquer maneira o problema é não é tão difícil de resolver, acatei a sugestão de quando me deram o blog. Marquei os comentários do troll como spam e editei esse só de sacanagem mesmo.

            De qualquer maneira trolls lá no meu espaço são poucos.

          3. @André, Então, talvez tenha sido o serviço de fórum que eu utilizei (Forums-Free). Achei muito limitado, com pouquíssimos recursos de personalização e filtro. :| Se existir algum domínio gratuito para este fim que você aprove, por favor, pode me indicá-lo?
            Obrigado. ;-)

          4. @Cobalamina, Não se preocupe com trolls no começo. No máximo você terá apenas comentários de conhecidos, as trollagens vão demorar. No meu caso demorou um mês. E é bom lembrar que no seu caso o blog é indicado para um público alvo então talvez nem apareça. Como eu, André e outros que vemos por aí escrevem críticas, opiniões e de vez em quando tosqueiras de religiosos as chances de trollagens são muito maiores.

            Pense nisso ;)

      1. @Jr, agora que você percebeu?

        Se eu fosse compassivo teria pena do troll. Mas alguém de uma UNIVERSIDADE trocar o mas pelo mais é o fim mesmo. Nada justifica, a não ser que seja alguém da área de pedagogia…

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