A neurobiologia de quem faz bullying

De onde vem a sanha de infernizar os outros, ser agressivo e praticar bullying? Alguns dirão que é preciso examinar textos de filósofos para saber as origens da moral e ética, mas filósofos, além de não servirem para nada além de dar aula de Filosofia, ignoram que nós somos o que nossos genes fazem conosco. Mas, claro, ninguém espera que professor de Filosofia saiba dessas coisas, certo? Nisso, pesquisadores descobriram como uma proteína de fator de crescimento afeta a dominância social em camundongos.

E acredite: esses sacripantas psicóticos são bem diferentes do Jerry, que também era um camundongo psicótico e não por acaso ele foi batizado assim (“Jerry” era o apelido que os alemães tinham na época da Segunda Guerra. “Tom” era o apelido dos ingleses. Pense no que significa).

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Autobullying: quando cortar-se deixou de ser moda

Práticas de violência auto-perpetrada não são nada incomuns. Não necessariamente a pessoa tem tendências suicidas, mas seu nível psicológico está no limite e a pessoa começa a infringir machucados em si mesma. Cortes, hematomas e coisas afins são uma eterna preocupação, e muitos pais toscos e desatentos não percebem os sinais.

Agora, no século XXI, a prática continua a mesma, mas usando a melhor das armas que puderam inventar. Revólveres? Facas? Não, internet. É o caso do autobullying, quando adolescentes criam perfis falsos para atacar a si mesmos.

É aquela fina linha linha que separa o absurdo do riso da preocupação.

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Cyberbullying: A Violência Infantil no mundo digital e suas vítimas

Nós, seres humanos, como muitos animais, damos o máximo de valor aos membros de nosso convívio social. Nós os abraçamos, os protegemos e estamos sempre pronto a defender quem achamos que é “um dos nossos”. Infelizmente, existe um processo contrário, quando muitos de nós quem não é de nosso meio, a ponto de hostilizarem verbal, social e até mesmo fisicamente. O nome disso é um termo em inglês, chamado de Bullying.

O Bullying é o ato covarde propalado pelos bullies (em bom português, valentões), que não passam de um bando de idiotas que usam sua condição de superioridade física, numérica ou mesmo hierárquica para impor medo e agir menos como selvagens, pois até mesmo as tribos ditas “selvagens” não agem feito uma cepa de retardados. O bullying está presente desde o colégio, até mesmo em empresas, passando por faculdades, forças armadas, vizinhança etc. O mundo virtual – o chamado ciberespaço (do termo em inglês cyberspace) –, como sendo um reflexo de nosso mundo real, Neo, não fica diferente disso, ainda mais quando se conta com a facilidade de se esconder por trás de uma tela brilhante, dando uma suposta liberdade de se fazer oi que quiser, causando até mesmo mortes de adolescentes. Aqui vamos nós para mais uma viagem pelo terreno mais obscuro do Universo: a mente humana. Continuar lendo “Cyberbullying: A Violência Infantil no mundo digital e suas vítimas”