A doença de Parkinson, junto com o Alzheimer, é umas doenças neurológicas mais estudadas. Trata-se de uma doença degenerativa do sistema nervoso central. Ela é crônica, progressiva e causada por uma diminuição intensa da produção de dopamina, um neurotransmissor atua na realização dos movimentos voluntários do corpo de forma automática. Sem a dopamina estar ali nas quantidades necessárias, as pessoas começam a ter movimentos involuntários, muitas vezes em estado bem intenso.
Agora, pesquisadores descobriram dois tipos distintos de neurônios que entregam dopamina à região do cérebro responsável não só pelo movimento como pelo comportamento de aprendizagem/recompensa. E pode ser que o que se sabia não era bem assim.

A cada dia, nós avançamos um pouco mais no entendimento sobre como nosso cérebro (ou o cérebro de qualquer coisa que simplesmente respira, como comentaristas de portais de notícia). Ainda falta muito, é verdade, mas todos os dias, nós recebemos notícias de avanços na área da neurociência, como o caso de duas universidades japonesas que desenvolveram um sistema ligado a um animal, que monitora como neurônios deste se comportam quando está em movimento.
O vírus Zika anda zicando Deus e o mundo por aqui. Alguns
A resposta seria os neurônios, mas você se ofenderia em ser chamado de cabeça-de-lesma, apesar de eu achar que a lesma do mar teria muito mais motivos para reclamar. Mas não fique triste, isso é muito importante, como mostra uma pesquisa do pessoal da Universidade de Illinois, que visa entender nossa cognição, memória e aprendizagem, com o auxílio daquelas coisinhas fofas que vivem no mar.
Nossa relação emocional com o mundo nos afeta em termos de comportamento. Isso sem falar que nosso estado neurológico também afeta nossas emoções. Se você está deprimido, não adianta. Nada será legal, nada será divertido, mesmo com algo que você tanto adora.
Como Desmond Morris disse no Macaco Nu, somos um bando de macacos assassinos. Nossa agressividade não é de hoje, vem ao longo dos milhões de anos de evolução biológica, herdada de nossos parentes répteis, até que o córtex cobriu tudo, varrendo essa agressividade para debaixo do tapete de neurônios mais “bonzinhos”… ou nem tanto assim.
Olá coleguinhas. Esse texto deveria ter sido publicado no início de dezembro/2015, mas por vários motivos pessoais (projeto de mestrado rolando, fiquei um tempinho sem computador, aí perdi a senha do site rs mais de uma vez rsrs…) só está saindo agora. Mas não tem problema, vamos lá.
Como nós desenvolvemos nossas características emocionais? De onde essas emoções vêm? Bem, claro que é do coração, pois nós pensamos com ele, enquanto o cérebro só serve para refrigerar o sangue. Ainda bem que desenvolvemos Ciência, ou você estaria acreditando nesta bobagem até hoje, já que o grande gênio científico do Aristóteles falou essa e muitas outras idiotices, como mulheres tendo menos dentes que homens, mesmo tendo sido casado duas vezes. O amigo da sabedoria não gostava tanto assim de sequer olhar pro que tinha na sua frente.