Como é o cérebro dos nossos amigos caninos? Melhor ainda, como é o cérebro dos nossos amigos caninos que ajudam deficientes? Será que há um meio de predizer se um cão seria bom em acompanhar pessoas com deficiência? Haveria como realizar algum teste assim? É o que pesquisadores procuram responder ao examinar 49 cães selecionados para treinamento de serviço de acompanhamento, ainda que nem todos eles tenham sequer começado o treinamento.
O que anda rolando pela cabeça de nossos amigos quadrúpedes?
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Nós somos o que somos graças aos zilhões de vírus que vieram zuar nosso código genético lá para quando ainda éramos seres unicelulares. Devido a a isso, e à invisível mão da Seleção Natural, somos o que somos, e pode-se dizer que cerca de 10% de nosso DNA não é lá bem nosso DNA, mas material genético que esses vírus vêm adicionando em nossas células, sendo que isso acontece ainda hoje.
A Síndrome de Guillain-Barré é uma doença autoimune que ocorre quando o seu sistema imunológico fica doido e começa a atacar você mesmo, como qualquer outra doença autoimune. Até parece que esta porcaria não foi divinamente planejada! A parte atacada é o sistema nervoso periférico, levando à inflamação dos nervos, o que provoca fraqueza muscular.
Deficiência de calciferol, também conhecido como vitamina D, causa sérios problemas. Como desgraça pouca é bobagem, uma recente pesquisa mostrou que bebês que nascem com baixos níveis de vitamina D estão mais propensos a desenvolver a esclerose múltipla mais tarde do que os bebês com níveis mais altos de vitamina D.
Não que exista doença boazinha, mas algumas são mais cruéis que outras, como é o caso da esclerose lateral amiotrófica (ELA). Esse problema de ordem neurológica faz com que a pessoa fique literalmente trancada em si mesma, tendo pouca ou nenhuma condição de se comunicar. Nem todo mundo é Stephen Hawking e pode andar com aquele aparato todo, e mesmo que tenha, bem, Ciência não se preocupa se algo funciona. O mote da Engenharia é “se algo não pode ser melhorado, é porque está quebrado de vez”.
As lesões da medula espinhal não são legais. Eu não quero ter uma, você não quer ter uma, ninguém quer ter uma lesão na espinha. Não sei… deve ser porque uma lesão lá pode lhe dar de presente paraplegia ou, se você tiver mais azar ainda, uma tetraplegia. É aquele lance de cortar o cabo de energia da TV. Simplesmente, ela desliga, e só vai ligar quando você fizer algum remendo. Até agora, algumas técnicas foram testadas, mas ainda nada definitivo… AINDA.
Eu já falei tanto dos olhos que não preciso me repetir o quão gambiarrento esta bagaça é, certo? Principalmente no quesito de como ocorrem ilusões de óptica, muitas vezes causadas pelo movimento dos olhos. O que não se sabia direito até agora é quem controla esses movimentos.
A moderna medicina intensiva faz milagres que há coisa de alguns anos parecia algo bizarro, digno de ficção científica. Ainda assim, lesões cerebrais são um problema sério e o coma um espectro que ronda as UTI do mundo todo. Eu não quero estar em coma, você não quer, ninguém quer. Quando um paciente está em coma, uma garra gelada segura nossa espinha. Morte? Vida? Viver como um vegetal e acabar sendo comida de vegans? Há uma série de variáveis. Será que médicos conseguiriam dar reboot no cérebro e fazê-lo pegar no tranco?
O cérebro é o órgão mais badass de nosso corpo. Mesmo porque, ele manda na bagaça toda. É praticamente o Nick Fury entre os órgãos. Ele tem que lidar com trocentas milhões de informações a cada segundo e dar ordens precisas. Por exemplo, a partir de agora você percebeu que está respirando e tentará manter a cadência. De nada.
A síndrome de Wolfram é uma doença neurodegenerativa rara caracterizada por diabetes mellitus tipo I, diabetes insípida, atrofia óptica e sinais neurológicos, com sintomas clínicos incluindo surdez, atrofia óptica e transtornos psiquiátricos. Lindo não? Sua prevalência é de 1 para 160 mil pessoas, mas, para a ciência, 1 caso de doença em 1 bilhão de pessoas já é muito! Ela é causada por uma mutação no gene que codifica uma proteína chamada wolframina, que reside na membrana do retículo endoplasmático (procure no seu livro de Ciências do Ensino Fundamental).