Deficiência de calciferol, também conhecido como vitamina D, causa sérios problemas. Como desgraça pouca é bobagem, uma recente pesquisa mostrou que bebês que nascem com baixos níveis de vitamina D estão mais propensos a desenvolver a esclerose múltipla mais tarde do que os bebês com níveis mais altos de vitamina D.
A pesquisa preliminar ressalta, entretanto, que outras pesquisas são necessárias, pois Ciência não é como a igreja da esquina que diz que só ela está certa e todos estão errados; ainda assim, é algo muito importante para ser descartado.

Não que exista doença boazinha, mas algumas são mais cruéis que outras, como é o caso da esclerose lateral amiotrófica (ELA). Esse problema de ordem neurológica faz com que a pessoa fique literalmente trancada em si mesma, tendo pouca ou nenhuma condição de se comunicar. Nem todo mundo é Stephen Hawking e pode andar com aquele aparato todo, e mesmo que tenha, bem, Ciência não se preocupa se algo funciona. O mote da Engenharia é “se algo não pode ser melhorado, é porque está quebrado de vez”.
As lesões da medula espinhal não são legais. Eu não quero ter uma, você não quer ter uma, ninguém quer ter uma lesão na espinha. Não sei… deve ser porque uma lesão lá pode lhe dar de presente paraplegia ou, se você tiver mais azar ainda, uma tetraplegia. É aquele lance de cortar o cabo de energia da TV. Simplesmente, ela desliga, e só vai ligar quando você fizer algum remendo. Até agora, algumas técnicas foram testadas, mas ainda nada definitivo… AINDA.
Eu já falei tanto dos olhos que não preciso me repetir o quão gambiarrento esta bagaça é, certo? Principalmente no quesito de como ocorrem ilusões de óptica, muitas vezes causadas pelo movimento dos olhos. O que não se sabia direito até agora é quem controla esses movimentos.
A moderna medicina intensiva faz milagres que há coisa de alguns anos parecia algo bizarro, digno de ficção científica. Ainda assim, lesões cerebrais são um problema sério e o coma um espectro que ronda as UTI do mundo todo. Eu não quero estar em coma, você não quer, ninguém quer. Quando um paciente está em coma, uma garra gelada segura nossa espinha. Morte? Vida? Viver como um vegetal e acabar sendo comida de vegans? Há uma série de variáveis. Será que médicos conseguiriam dar reboot no cérebro e fazê-lo pegar no tranco?
O cérebro é o órgão mais badass de nosso corpo. Mesmo porque, ele manda na bagaça toda. É praticamente o Nick Fury entre os órgãos. Ele tem que lidar com trocentas milhões de informações a cada segundo e dar ordens precisas. Por exemplo, a partir de agora você percebeu que está respirando e tentará manter a cadência. De nada.
A síndrome de Wolfram é uma doença neurodegenerativa rara caracterizada por diabetes mellitus tipo I, diabetes insípida, atrofia óptica e sinais neurológicos, com sintomas clínicos incluindo surdez, atrofia óptica e transtornos psiquiátricos. Lindo não? Sua prevalência é de 1 para 160 mil pessoas, mas, para a ciência, 1 caso de doença em 1 bilhão de pessoas já é muito! Ela é causada por uma mutação no gene que codifica uma proteína chamada wolframina, que reside na membrana do retículo endoplasmático (procure no seu livro de Ciências do Ensino Fundamental).
A cada dia, nós avançamos um pouco mais no entendimento sobre como nosso cérebro (ou o cérebro de qualquer coisa que simplesmente respira, como comentaristas de portais de notícia). Ainda falta muito, é verdade, mas todos os dias, nós recebemos notícias de avanços na área da neurociência, como o caso de duas universidades japonesas que desenvolveram um sistema ligado a um animal, que monitora como neurônios deste se comportam quando está em movimento.
O vírus Zika anda zicando Deus e o mundo por aqui. Alguns