Os segredos das vias emocionais do seu cérebro

Nossa relação emocional com o mundo nos afeta em termos de comportamento. Isso sem falar que nosso estado neurológico também afeta nossas emoções. Se você está deprimido, não adianta. Nada será legal, nada será divertido, mesmo com algo que você tanto adora.

Isso é o efeito. Qual a causa? Que mal se esconde nos cérebros humanos? É o que um recente estudo do MIT procura responder.

A drª Kay Tye é professora assistente de Neurociência do Instituto Picower de Aprendizagem e Memória do MIT. Ela quer saber o que você tem na cabeça e que diabos anda se passando nesta gambiarra evolutiva que você chama de cérebro. A drª Japinha e seus fiéis otakus colaboradores descobriram que os neurônios da amígdala (não é a amígdala da sua garganta) formam canais paralelos que carregam informações sobre eventos agradáveis ??ou desagradáveis.

Essas duas populações de neurônios envolvidas no processamento de emoções positivas e negativas transmite informação para o núcleo accumbens. Esta belezinha está localizada na cabeça do núcleo caudado, anterior ao putâmen e lateralmente ao septo pelúcido. Antes que você pense que meu blog virou paródia XXX de ciência., Taqui o núcleo accumbens:

Esta região é uma parte do centro de recompensa, onde se processa o prazer, impulsividade e comportamento maternal. Ele é responsável pelo papel na formação de procurar experiências gratificantes e desempenha um papel-chave na seleção de ação, integrando informações cognitivas e afetivas que são processadas ??por regiões do lobo frontal e temporal para aumentar a eficiência e vigor de desejos naturais para satisfazer certas necessidades corporais, mas não só isso. É lá que se dá o vício, seja do que for, pois a sensação de prazer é tão legal que nosso cérebro zuado sempre pede mais. Informações adicionais sobre o núcleo accumbens AQUI. Obrigado, Brain.

A pesquisa da drª Himenin Emiha, digo, a drª Kay Tye visa entender se  nossos cérebros reagem coo alguns animais frente a estímulos assustadores ou agradáveis. Para fazer isso, os pesquisadores registraram os neurônios com uma proteína sensível à luz chamado canalrodopsina, uma variante das rodopsinas, uma classe de proteínas fotossensíveis. [1] [2]

Após a marcação de cada população de células, os pesquisadores treinaram lindos ratinhos, com seus neurônios marcados, para que pudessem discernir entre dois sons diferentes, um associado a uma recompensa (água com açúcar) e outro associado com um gosto amargo (quinino). Eles (os pesquisadores) então gravaram a atividade elétrica de cada grupo de neurônios como eles (os ratinhos) encontraram os dois estímulos. Esta técnica permite que os cientistas possam comparar a anatomia do cérebro e a sua fisiologia.

Os pesquisadores ficaram surpresos ao descobrir que os neurônios dentro de cada subpopulação nem todos respondem da mesma maneira. Alguns responderam a uma sugestão e alguns responderam à outra, e alguns responderam a ambos só para sacanear a pesquisa, levando o pessoal do laboratório a cheirar água destilada para ver se voltavam à realidade.

Sim, tem videozinho.

Apesar dessas diferenças, os pesquisadores encontraram padrões globais para cada população. Entre os neurônios que se projetam para o núcleo accumbens, a maioria foi animada pelo estímulo gratificante e não respondeu a um aversivo. Entre os neurônios que se projetam para a amígdala central, a maioria estava animada com a sugestão aversiva, mas não a registrava como algo gratificante.

A pesquisa foi publicada no periódico Neuron, e como toda pesquisa levanta mais perguntas? Por que essas diferentes populações de neurônios acabaram misturados na amígdala? Não se tem uma resposta definitiva. E, claro, você vai perguntar para que saber isso. bem, sabendo como os neurônios trabalham é fundamental para que medicamentos mais eficientes para transtornos mentais, e com menos efeitos adversos, sejam desenvolvidos. Entendermos como cada um de nossos neurônios funciona é entender a nós mesmos. Saber como cada um de nós age e porque age é fundamental para entender nossa sociedade, nossa espécie.

Ou não. De repente, pesquisar gente se pegando em banheiros imundos é a chave. Vai saber!

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