Por que algumas pessoas ficam brigões se meterem o focinho na cachaça?

Qual a diferença do cara que mete o pé na jaca e vira um pudim de cachaça, daqueles que fica estirado na sarjeta desmaiado e o Zé Machão que quer arrumar briga com todo mundo? Será que é tudo culpa da mardita? Foi o Cão que botou pra beber? Terá algo acontecendo na cabeça do miseráver que se acha mais macho que todo mundo e resolver quebrar todo e partir pra porrada? Bem, taí uma pergunta interessante; sendo assim, a melhor resposta seria examinar dentro da cachola do brigão com auxílio de ressonância magnética.

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Tamanho e espessura fazem diferença, sim. Ao menos, no cérebro

Por definição, a epilepsia é uma alteração temporária e reversível do funcionamento do cérebro, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos; em que, durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Em termos mais leigos, seu cérebro buga, as correntes elétricas e neuroquímicas começam a agir de forma mais esquisita do que quando a sua esposa viu o nome da Suellen no seu celular (sim, vai ter neurocientista querendo me pegar de porrada por esta comparação).

Vários fatores são causadores de epilesias (sim, tem mais de uma) e, agora, foi descoberto que ela também está associada a diferenças de espessura e volume na matéria cinzenta de várias regiões do cérebro.

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Adolescente viciado em celular tem bioquímica cerebral zuada

Vício é um troço triste. As pessoas se viciam em todo tipo de coisa: álcool, tabaco, jogo, drogas e… celular. Sim, o celular pode ser um vício, pois seu uso dá sensação de prazer e satisfação. Claro, ter um celular não fará de você um viciado e um Ponto Frio da vida não é um traficante. Ter um celular não é ruim, usar celular demais é péssimo. Não, não tem essa desculpa de mostrar foto dos anos 40 com um monte de gente lendo jornal no bonde. Ninguém fica viciado lendo jornal, mas uso compulsivo é alarmante. Normalmente, os imbecis que compartilham a foto do pessoal lendo jornal não mostra que este mesmo pessoal não ficava com o focinho atochado no jornal 24h por dia, seja no almoço, jantar, na frente da TV em restaurantes etc.

Pesquisadores apresentaram recentemente uma pesquisa sobre o que acontece no cérebro de jovens com vício patológico de uso de celular.

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Como nossos olfatos viram memórias de longo prazo?

Feche os olhos. Pense naquele almoço de domingo, com aquele assado especial e a deliciosa sobremesa que sua avó preparou. Pense quando você foi ara o litoral e sentiu o cheiro do mar pela primeira vez ou quando você foi ao seu primeiro encontro e sentiu o cheiro da pessoa amada, toda perfumada. Nossa memória afetiva é excelente para guardar sons, imagens e até mesmo aromas. Todas essas memórias são armazenadas na memória de longo prazo (porque, DÃÃÃÃ, você se lembra por muito tempo). Mas como esses aromas são armazenados no cérebro por muito tempo? É o que uma pesquisa alemã procura responder.

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Cientistas desenvolvem técnica para tratamento de doença neurodegenerativa (não é Alzheimer)

Ninguém gosta de ficar doente, mas algumas doenças são piores que outras, e isso é um fato. Um desses exemplos é a ataxia de Friedreich. Esta tristeza é uma doença neurológica caracterizada pela queda de coordenação nos movimentos musculares, acabando com que a pessoa não consiga nem mesmo ficar em pé. Esta doença neurodegenerativa é hereditária e autossômica recessiva, afetando cerca de uma criança entre 22 mil. Este número pode variar até dois nascimentos em 100 mil, e isso já é muita coisa. Normalmente, se manifesta entre 5 e 15 anos de idade, começando por problemas de locomoção ao andar, evoluindo até o quadro de haver deformidade dos pés e escoliose. Ruim o bastante? Calma que esta tristeza ainda acarreta em diabete e afeta seriamente o ritmo cardíaco, além de causar cegueira entre outros problemas que irão variar de pessoa para pessoa e se se pode ter certeza de uma coisa, é que vai ficar muito pior.

Num comentário de um dos meus vídeos, um imbecil falou que ciência só serve para enganar pessoas burras. Seria ótimo se a ciência pudesse apenas ignorar a doença e erradica-la de vez, mas como fazer isso, se até agora não se conseguia simular os sintomas em sua totalidade em ratos?

Bem, frise-se o “até agora”.

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As diferenças dos cérebros humanos e demais macacos não são apenas o tamanho

Dá para perceber bem a diferença entre humanos e outros primatas só de olhar pra eles (embora não tanto se pegarmos apenas os comentários de portais de notícia). A principal diferença está no desenvolvimento do cérebro, embora a quase totalidade do cérebro seja parecida. Parecida, mas não igual. Mas quando e em que parte do cérebro começaram as mudanças? Bem, é o que uma pesquisa pretende explicar.

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Baleias e golfinhos tem relações sociais complexas e até dialetos

Uma das ideias estúpidas que se tem é que humanos se diferem de outros animais por causa das relações sociais que os primeiros conseguem estabelecer. Só se for xingar muito no Twitter e produzir textão fanfiqueiro no Facebook. Eu nem vou falar dessa vez de vespas, abelhas e outros insetos sociais. Baleias e golfinhos vivem em grupos sociais bem unidos (talvez mais até que você e sua família). Eles mantêm relações complexas, trocam ideias e conseguem até mesmo desenvolver dialetos regionais. Continuar lendo “Baleias e golfinhos tem relações sociais complexas e até dialetos”

Testando e aprovando cães para deficientes. Sim, temos a tecnologia

Como é o cérebro dos nossos amigos caninos? Melhor ainda, como é o cérebro dos nossos amigos caninos que ajudam deficientes? Será que há um meio de predizer se um cão seria bom em acompanhar pessoas com deficiência? Haveria como realizar algum teste assim? É o que pesquisadores procuram responder ao examinar 49 cães selecionados para treinamento de serviço de acompanhamento, ainda que nem todos eles tenham sequer começado o treinamento.

O que anda rolando pela cabeça de nossos amigos quadrúpedes?

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Retrovírus Endógeno: O Cunhado do Bem

Nós somos o que somos graças aos zilhões de vírus que vieram zuar nosso código genético lá para quando ainda éramos seres unicelulares. Devido a a isso, e à invisível mão da Seleção Natural, somos o que somos, e pode-se dizer que cerca de 10% de nosso DNA não é lá bem nosso DNA, mas material genético que esses vírus vêm adicionando em nossas células, sendo que isso acontece ainda hoje.

Isso nós sabemos bem. O que não se sabia ao certo é quanto dessa influência afetou o nosso cérebro, isto é, quanto de material genético externo foi batido no liquidificador evolutivo de nosso DNA a ponto de afetar o desenvolvimento de nossos cérebros. Haverá resposta para isso?

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Frango mal cozido pode trazer bactéria que lhe dá doença autoimune

A Síndrome de Guillain-Barré é uma doença autoimune que ocorre quando o seu sistema imunológico fica doido e começa a atacar você mesmo, como qualquer outra doença autoimune. Até parece que esta porcaria não foi divinamente planejada! A parte atacada é o sistema nervoso periférico, levando à inflamação dos nervos, o que provoca fraqueza muscular.

Agora, para lhe deixar mais feliz, pesquisadores descobriram que uma simples bactéria comum, daquelas que são encontradas em frangos que não foram cozidos direito, também causam síndrome de Guillain-Barré. Não é legal?

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