Moscas explicam o que acontece quando temos medo e fugimos do perigo

Você deve ter ouvido a máxima “antes um covarde vivo do que um herói morto”. Por bilhões de anos de evolução biológica, seres vivos aprenderam que tem uma hora que o melhor a ser feito frente ao perigo é ralar peito dali o mais rápido possível. Notadamente, qualquer animal tem 3 tipos de reação frente ao perigo: Lutar, ficar imóvel e rezar para não ter sido avistado e meter sebo nas canelas, picando a mula de uma vez.

A questão que fica é: como o cérebro decide por estas três alternativas? É o que uma pesquisa recente procura responder.

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Identificada substância-chave na expressão de genes do autismo

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de 1 em 160 crianças estão dentro do transtorno do espectro autista. Esse espectro é amplo, isto é, autismo não é uma única doença ou transtorno, mas vários, com diferentes graus, referindo-se a uma gama de condições caracterizadas por algum grau de comportamento social prejudicado, comunicação e linguagem, e uma faixa estreita de interesses e atividades que são únicas para o indivíduo e realizadas repetidamente.

Pesquisas já demonstraram que não apenas um, mas vários genes estão envolvidos. Assim fica difícil pesquisar uma cura ou sequer um tratamento. A saída é ver o que é o principal desencadeador do transtorno. E tudo parece estar no difuso mundo das proteínas e suas sínteses.

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Pesquisa estuda por que homens não são a única causa da enxaqueca em mulheres


HOLD MY BEER!

A Ciência busca entender muitas coisas, em especial o que causa dor-de-cabeça nas mulheres. Um dos motivos pode ser o namorado delas como esse aí da foto. O que a Ciência não tenta entender, pois é perda de tempo, é POR QUE este Zé Ruela resolveu fazer isso (droga! Não tem piscina debaixo da minha janela).

Depois que a Ciência parou de se importar com o estúpido comportamento masculino, passou a se dedicar a coisas muito mais simples, como qual é o último dígito de Pi e por que mulheres têm mais enxaquecas que homens, e o que causa essas enxaquecas (cínicas dizem que é por causa dos homens, mas eu não tocarei neste assunto).

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Canabinoides afetam a memória. Maconheiros iam reclamar mas esqueceram

Atualmente, há um grande movimento para liberar geral a maconha para tratamento médico. Claro, quem fala isso é uma besta, já que tem muita diferença entre usar canabinoides e o jererê. Alguns pacientes fumam maconha para combater a epilepsia, a esclerose múltipla e ocorrências de dores crônicas, mas em países em que isso é permitido é preciso de receituário específico. Em alguns estados norte-americanos, tratamentos com maconha são permitidos, apesar de haver lei federal criminalizando o uso. Sim, é uma bagunça, mas ter estados com leis independentes acabam nisso.

De qualquer forma, uma das alegações é que canabinoides não têm efeito colateral, mas só quem não entende um mínimo de farmacologia vai alegar isso. O problema é que pesquisas recentes estão mostrando que remédios extraídos de princípios ativos encontrados na maconha afeta a memória.

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Bluetooth na cabeça: um sistema para ver o que anda no seu cérebro

Verificar o que as pessoas têm na cabeça é uma tarefa nem sempre muito fácil. A parte fácil não é lá muito bem aceita; além de sujar o machado e a sala, os comitês de ética faça enchendo o saco para que o paciente, no mínimo, saia vivo. Outros procedimentos, apesar de não serem tão divertidos, envolve eletrodos e/ou maquinário de grande porte, o que complica muito. Enfiar eletrodos no cérebro seria um meio-termo, mas também causa problemas, como tudo ser muito bem esterilizado e ter fios, muitos fios, de um lado pro outro. Seria legal se pudéssemos colocar um implante definitivo (ou quase) no cérebro e ele mandar de lá de dentro todas as informações que precisássemos, sem necessariamente usarmos fios conectores.

Sim, uma espécie de cérebro bluetooth. Tudo fica melhor com bluetooth!

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O Incrível Caso de Phineas Gage (sim, vídeo!)

Phineas Gage era um operário braçal que trabalhava para uma ferrovia. Um dia tinha uma pedra no meio do seu caminho. No meio de seu caminho tinha uma pedra. A decisão era explodí-la e quando Gage foi socar o explosivo na pedra, o explosivo detonou e a barra de ferro entrou em seu crânio. Ele não morreu, mas virou um ícone para o estudo da Neurociência, e é citado até hoje em publicações e em universidades.

Eu já tinha escrito um artigo sobre ele, mas sempre tem alguém analfabeto com pouco tempo que prefere em vídeo.

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Papagaios são espertos e neurociência comprova

Algumas aves são muito espertas. Certas aves são tão espertas que sabem que não devem ser cuzonas a ponto de postar mensagens racistas em rede social (eu nunca disse que não ia dar uma espetada). Um exemplo disso são araras, papagaios e outros psitaciformes que apresentam habilidades cognitivas de fazer inveja a quaisquer mamíferos, primatas e aquelas coisas que gravam vídeos no YouTube. Qualquer um que grava vídeo no YouTube deveria entrar na porrada.

Araras não gravam vídeo pro Tubo, o que já faz delas animais superiores. Mas de onde vem esta inteligência?

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Onde Deus anda se escondendo? Ciência tem a resposta

Há muito tempo, eu tinha postado artigo sobre a pesquisa do dr. Edson Amâncio em que ele demonstrava que a experiência religiosa e visões eram acarretados por ocorrência de epilepsia do lobo temporal. Mas não é só isso. Imagine se você descobrisse onde moram seus espíritos, demônio e toda ocorrência sobrenatural. Legal? Legal, né? Bem, este lugar existe e pesquisadores já o encontraram.

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Pesquisa manipula pobres ratinhos e os transforma em cabra ruim pra diabo

Nosso cérebro conseguiu chegar onde está graças aos bilhões de anos de Evolução Biológica. Só que Evolução não entrega produto pronto. O cérebro foi acumulando camadas e mais camadas. Primeiro, uma notocorda que cuida dos sistemas mais básicos de sistema vital, regulando você respirar e seu coração bater. Depois veio a camada reptiliana. A camada que cuida da nossa agressividade e sentimento de propriedade. Só muito depois veio o córtex cerebral, responsável pela parte lógica e pensamento racional (aquele que 92% das pessoas não usa). Mas será simples assim? De onde vem essa agressividade toda?

Bem, pesquisadores suecos usaram técnicas optogenéticas para tentar (e conseguiram) controlar a agressão em camundongos estimulando ou inibindo certos neurônios.

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Quer ter cérebro saudável? Mexa essas pernas!

Há vários exercícios pro seu cérebro continuar tinindo, sem precisar que você se entupa de remédios. Um exemplo de remedinho-sem-ser-remedinho pro cérebro é fazer exercícios. Várias doenças neurológicas estão associadas ou são a causa de deficiências de movimento, por exemplo, lesão medular, esclerose múltipla e atrofia muscular espinhal. Estes são exemplos com efeitos análogos nos músculos ao que astronautas sofrem depois de longos períodos sob efeito de microgravidade. Da mesma forma, é bem conhecido que missões espaciais prolongadas e repouso prolongado no leito induzem alterações funcionais em muitos órgãos do corpo humano, incluindo modificações da função neuromuscular esquelética, devido à atividade reduzida do músculo de um astronauta no Espaço.

Pesquisas mostram que a saúde neurológica depende tanto dos sinais enviados pelos grandes músculos das pernas do corpo para o cérebro quanto das diretivas do cérebro para os músculos. De um modo grosseiro, se você não faz exercícios, seu cérebro pode dar tilt (e eu entregando a idade).

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