Eu acho que cada um tem o direito de ter a religião que quiser. Entretanto, devemos lembrar que religião é igual pênis: tenha a sua, sinta orgulho, mas ficar enfiando em qualquer um indiscriminadamente não é legal, e tanto pior se for em crianças. A religião vegan não é diferente. E sim, é uma religião, pelo modo fanático e sem nenhum fundamento que seus seguidores defendem essa sandice. Mas beleza, quer ser vegan, seja, desde que não me encha o saco. O problema são os casos em que naturebas acabam causando a morte de seus filhos, como já noticiei antes.
Temendo que isso se alastre em larga escala, uma parlamentar italiana editou uma lei em que pais que obriguem seus filhos pequenos a uma “alimentação” vegan acabarão vendo o brócolis nascer quadrado por até um ano. Sim, isso mesmo. Um ano de xilindró!
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Em 2010, o Romário (sim, o jogador) se elegeu deputado federal pelo Rio de Janeiro. Com uma boa atuação, é verdade. Em 2012, ele apresentou um
Não vamos tampar Sol com peneira. Ok, eu sempre estou a ponto de defender professores, mas também tem aqueles que fazem besteiras, ainda mais quando estamos no campo das Humanas. Não que seja um problema por serem de Humanas; o motivo vocês entenderão mais para frente. Vemos, contudo, verdadeiros palanques em que professores acabam externando um pouco demais sua visão do mundo, seja em termos de política, religião e demais temas polêmicos. Surgiu assim um projeto-de-lei em Alagoas visando o conceito de Escola Livre, em que os professores não poderiam externar nenhum viés particular, criando assim a Escola Livre, de forma a manter a neutralidade da escola, impedindo professores de doutrinar e induzir alunos em assuntos políticos, religiosos e ideológicos.
Ainda existem juízes em Berlim. No Rio de Janeiro, existem deuses, seres divinos que se vangloriam do seu poder para fazer valer suas imposições e passar sobre a Justiça quais rolos compressores. Se você ousar a tratá-los como cidadãos, audácia!, receberão a ira e o ranger de dentes, como sofreu na pele uma agente de trânsito que ousou fazer valer a Lei. Lei essa que é ignorada por quem (na teoria, onde tudo é lindo) existe para fazer com que seja comprida. Então, essa agente de trânsito se negou a aceitar uma carteirada como argumento.
Eu adoro nossa classe política. Eles são os verdadeiros representantes do povo, eleitos por sufrágio universal. Estão lá porque o povo decidiu que é o melhor pra nós, apesar de não sabermos bem o que fazem na calada da noite, naquele ambiente mal-assombrado (eu nunca vi um ambiente bem-assombrado. Vocês conhecem algum?). A primeira campanha do Tiririca dizia que ele não sabia o que se faz em Brasília e nem a população, mas ele ia contar. Bem, agora sabemos! O distinto deputado Missionário José Olimpio redigiu uma lei que proíbe o implante em seres humanos de identificação em forma de chips e outros dispositivos eletrônicos. Agora eu posso ficar descansado.
Se podemos contar com duas classes prontas para ferrar com a vida dos outros são políticos e religiosos doidos. Nos EUA os dois têm de sobra, mas ainda há o 3º tipo: os maníacos que não podem ficar sem ter uma arma em casa, portar uma arma ou dar uns tirinhos por aí.
Não, isso não tem nada a ver com regiões retrofuriculares. Tem a ver com a síndrome de perseguição que chatólicos têm, depois de um histórico de séculos perseguindo os outros. Como humor aqui no Brasil tende a ser visto com paus e pedras, e um pessoal pronto para pedir a cabeça de todo mundo. É o caso de uma associação de desocupados que têm na mira o pessoal do grupo Porta dos Fundos, só porque eles sacanearam Jesus, o deus mais vagabundo que existe, que entrou na porrada e foi pendurado no varal para secar.
Resposta: Não, é claro!