Eu já escrevi sobre a nossa relação de amizade com cães. Eles nos acompanham, nos guardam e compartilham suas vidas conosco assim como compartilhamos nossas vidas com eles. Há milhares de anos foi o início de uma bela amizade que perdura até hoje. Não é tão estranho que nós arrumemos um lugar de descanso eterno para nossos amigos depois de uma longa vida de afeição e amizade. Nós os honramos quando eles participam da mais humana das atividades: a guerra. [1] [2] [3] [4] [5] [6]
Mesmo para as pessoas comuns, que não estejam com a intenção de mandar seu vizinho pra vala, cães eram companheiros e suas mortes eram lamentadas. Ritos fúnebres eram feitos, e seus despojos cuidadosamente arrumados, entregando-os para o outro mundo, como um cemitério encontrado por arqueólogos mexicanos.
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Levante de madrugada. Ande descalço pela sala e fique em pé, de olhos fechados. Você está envolto ao silêncio, certo? Errado! Preste atenção. Se não for o tic-tac do seu relógio, será o som da sua geladeira. Num prédio? Sempre tem um vizinho batendo a porta. Casa? O som da rua, onde alguém está chegando de carro.
Há muitos artigos sobre cães e sua relação com o Homem, como
A vida de um arqueólogo não é fácil. Longe de ser o mundo de aventuras como as do Indiana Jones, arqueologia é algo que requer disciplina, paciência e horas com a bunda pra cima escavando ou se embrenhando em alguma mata esquecida em busca de qualquer treco (neste momento, uma turba de arqueólogos com máscaras do Guy Fawkes lotam a calçada aqui em frente).
A História serve para nos contar histórias. Histórias há muito esquecidas, nos relatando como era antigamente. Às vezes, esse "antigamente" é muito antigamente mesmo. Ninguém se lembra, pois não há mais ninguém vivo. Se eu quiser saber como o Garrincha jogava, eu tenho filmes, documentários e entrevistas dele. Posso perguntar ao meu pai, que o viu jogar em pleno Maracanã. Minha mãe pode relatar como era viver no tempo da 2ª Guerra Mundial. Ouvi relatos de pessoas que estiveram na Guerra Anglo-Irlandesa. Mas como saber como era a sociedade romana? Bem, sabemos de muita coisa, graças a cartas, livros, documentos e correspondências pessoas, fora registros arqueológicos como construções, cerâmicas, esculturas, afrescos, murais etc. Mas como saber como eram as pessoas?
A noite é escura.
Heródoto viveu lá pelo século V A.E..C. Uma espécie de mochileiro que vagou por muitas partes do mundo. registrou muita coisa em suas viagens e viajou muito em seus registros, falando de deuses e criaturas míticas como se fossem reais. Ele elaborou uma lista de 7 obras que são conhecidas até hoje como As 7 Maravilhas do Mundo (do mundo antigo, claro). Não foi culpa de Heródoto que ele não tivesse visto
Normalmente, quando falamos em "múmias" logo lembramos do Egito e seu querido
Israel é um país que nos remete a muitas imagens mentais assim que é mencionado o seu nome, como nada, deserto, nada, mais nada ainda, deserto, deserto, palestinos querendo mandar tudo pelos ares, o Domo da Rocha ali só faltando ter um relevo trollface, que faz os judeus subirem nas tamancas todos os dias entre outras coisas. Ah, sim, e ainda tem aqueles mitos sobre uns caras que resolveram ficar pregando que nem pastor maltrapilho do Largo da Carioca ou da Praça da Sé.
Eu conheço um lugar onde o Sol nunca se põe. É uma montanha que fica na Lua. É tão alta que, mesmo que a Lua gire, a luz do dia nunca se apaga. Eu conheço um lugar em que o Sol nunca brilha: Fica nas profundezas do oceano. Uma fenda na crosta onde substâncias químicas escapam e o calor faz com que a água quase atinja 100 ºC. Isso mataria uma pessoa instantaneamente, mas existem criaturas lá, extremófilos, que conseguem sobreviver. Eles se alimentam de enxofre que vem da fenda, metabolizando e excretando ácido sulfúrico.