Animais da “Justiça” determinam que FIOCRUZ não pode fazer experimentos com animais

Bom dia. Eu sou o Juiz e julgarei o que deve ser julgado. Para os devidos fins, declaro que o réu não tem o direito de se pronunciar. Nós sabemos bem quais são os seus crimes, algo tão hediondo que jamais lhe falaremos. A partir de agora, vocês, da Fundação Oswaldo Cruz, terão que parar de fazer experimentos com animais e… Por quê? Como ousa perguntar o por quê? Porque sim! Afinal, os chefes para quem trabalhamos, antes de darem uma ordem como esta, devem estar devidamente informados das razões que a motivam. Não pode assim haver qualquer engano.

Eu imagino que o julgamento foi assim, posto que só algum lunático kafkiano teria a ideia estúpida do juiz da 5ª Vara da Fazenda Pública, proibindo a FIOCRUZ de fazer experimentos em animais. Poderiam fazer em juízes…  Continuar lendo “Animais da “Justiça” determinam que FIOCRUZ não pode fazer experimentos com animais”

A Ciência prevista por Esopo e seus corvos

Não há lugar como nosso lar e não há fabulista como Esopo. Suas obras lindas e histórias sagazes de fundo moral ajudaram a moldar a infância de muita gente, antes da chegada das pedagogas e seus mundinhos politicamente corretos.

Todos sabemos que corvos são criaturas extremamente inteligentes, e se comparados com crianças entre 4 e 10 anos de idade, corvos só foram igualados com crianças a partir dos 10 anos. Agora, pesquisadores criam variações do problema da água-guloseima-corvos.

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A lenta e microscópica vida nos mares

Há um grande problema em acompanhar o mundo natural. Ou ele é muito rápido, muito grande, muito pequeno ou é muito lento. Ou uma mistura dessas coisas, duas a duas. No caso da vida, é difícil acompanhar o que acontece, já que temos que ver as minúcias, os detalhes e, mais importante, a paciência de acompanhar tudo isso. O problema que muitos detalhes escapam já que há mínimas variações e só juntando tudo e acelerando o processo para termos noção.

O vídeo a seguir mostra a lenta vida dos corais e esponjas, pequenos seres marinhos que parem estar lá, paradões, sem contribuir com nada. Mas suas estruturas são vibrantes e recheadas de vida.

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Encontrado um cemitério para cães no México. Não, ninguém volta de lá.

Eu já escrevi sobre a nossa relação de amizade com cães. Eles nos acompanham, nos guardam e compartilham suas vidas conosco assim como compartilhamos nossas vidas com eles. Há milhares de anos foi o início de uma bela amizade que perdura até hoje. Não é tão estranho que nós arrumemos um lugar de descanso eterno para nossos amigos depois de uma longa vida de afeição e amizade. Nós os honramos quando eles participam da mais humana das atividades: a guerra. [1] [2] [3] [4] [5] [6]

Mesmo para as pessoas comuns, que não estejam com a intenção de mandar seu vizinho pra vala, cães eram companheiros e suas mortes eram lamentadas. Ritos fúnebres eram feitos, e seus despojos cuidadosamente arrumados, entregando-os para o outro mundo, como um cemitério encontrado por arqueólogos mexicanos.

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Grandes Nomes da Ciência: David Attenborough

O homem de cabelos brancos sobe a montanha. Chegando no topo, ele olha em volta e se maravilha. Mas, mais do que isso, ele maravilha a todos os que o observam naquele instante. O ar frio lhe enche os pulmões, ele olha de volta ao milhões que o seguem e começa a descrever tudo aquilo.

Os vivos olhos azuis faíscam, face às maravilhas e terrores que a Natureza pode trazer. O homem é David Attenborough e há décadas nos faz viajar junto com ele, pelos mistérios dos seres vivos.

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Quando os gatos se tornaram nossos amigos?

Há muitos artigos sobre cães e sua relação com o Homem, como este e este. Mas e os gatos? Tidos como arrogantes, preguiçosos e pouco afeitos aos humanos, gatos chegaram a ser considerados animais demoníacos e, por isso, foram quase totalmente aniquilados na Idade Média. Ok, disso resultou numa enorme proliferação de ratos e, de reboque, a peste negra. Parabéns, pessoal.

Uma nova pesquisa visa datar melhor a data quando gatos e homens começaram a co-existir e se você está com pressa, adianto: foi há cerca de 5300 anos. Mas você vai querer saber mais, não é?

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Quando e onde os cães se tornaram cães?

A origem dos cães domésticos ainda é incerta.. Sabemos, através de marcadores genéticos, que a separação entre cães e lobos modernos se deu no final do Pleistoceno. Acreditava-se que os primeiros cães viram a luz do dia há cerca de 14 mil anos, na Europa e no Oriente Médio, mas os cães do sudeste asiático só surgiram há cerca de 7.000 anos (ver Agricultura ajudou a fazer cães serem cães), mas isso ainda está sendo debatido, pois não existe verdade suprema em Ciência. Ela sempre está revendo seus conceitos.

Agora, novas pesquisas mostram que a origem dos cães pode não só não ser nesses lugares, como muito tempo antes do que se imaginava.

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Estimulação elétrica do cérebro ajuda ratos a andar novamente

Todo mundo sabe que Ciência não serve para nada. Esse negócio de medicamentos, vacinas e até o computador que você está usando é coisa da Matrix. Nada disso é real, como querem dizer nossos caros amigos filósofos, que correm para primeira farmácia quando estão com dorzinha de cabeça.

Agora, uma pesquisa pode ser a chance de paralíticos voltarem a andar, sem que algum maluco-beleza diga levanta-te e anda. No máximo, um cientista dando choques no cérebro, enquanto diz: ANDA, PORRA!

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Como os corais constroem seus esqueletos?

Longe de ser uma cor que as mulheres inventaram, o coral é um animal, metazoário, cnidário e ainda por cima da classe Anthozoa (e nem todos os corais são "corais"). O coral é formado um grupo de muitos organismos geneticamente idênticos, multicelulares conhecidos como "pólipos". Estes pólipos constroem um exoesqueleto, tão amado por surfistas que ousam se aventurar em Queensland (só que não). O que não se sabia direito é como os corais produziam aquele exoesqueleto. Pelo menos, até agora.

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Maluquice do Dia 2: Justiça Federal proíbe UFSC de usar animais nas aulas de medicina

Eu sempre disse que Ciência e Educação no Brasil nunca foram prioridade. Isso ficou bem claro quando a Justiça Federal proibiu o uso de animais em aulas práticas do curso de medicina da Universidade Federal de Santa Catarina por causa do pedido de um "instituto" abolicionista Animal. Sério, só o nome já me faz rir à beça! Então, a formação dos médicos será como? O juiz não se preocupou muito com isso, claro.

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