Cientistas investigam as pistas de antigos assassinatos

O dia amanheceu nublado, escuro. A vítima estava se dirigindo a esmo, no máximo, procurando um lugar para fazer uma refeição ou, simplesmente, vagando, como seria seu direito, segundo pensava. Mas ela estava errada. O assassino frio e sanguinário estava à espreita. Começou a chover, mas a vítima pareceu não se dar conta disso. O que passava pela sua mente, não se sabe, jamais saberemos. Seu algoz estava pronto para atacar. Ele era mais rápido, mais forte, mais voraz. Foi tudo muito rápido; a vítima sequer teve conhecimento do que estava acontecendo, até o golpe final. A morte lhe veio rápido, como se a ira de algum deus caísse como uma tormenta, cujo assassino era um monstro impiedoso.

Hoje, nós conseguimos estudar o que houve. Evidências geológicas nos dão pistas fósseis de coo os queridinhos trilobitas eram maníacos psicopatas. Ou então é a Natureza, mesmo, que os vegans insistem em dizer que é perfeitinha e que os bichinhos são que nem os desenhos da Disney.

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Picolé de tardígrado volta a vida depois de 30 anos

Tardígrados são animais muito legais, que sobrevivem em temperaturas infernais e em vácuos colossais. O que eles não são capazes é de escrever com rimazinha babaca, por pura falta do que fazer (CHUPEM, tardígrados!). Algumas dessas gracinhas foram encontradas em plena Antártida. Estavam bem dormindo (se é que estar com metabolismo super-reduzido é “dormir”) e quando foi tirado da geladeira, eles estavam vivinhos da Silva.

Na verdade, eles foram recolhidos lá pelos idos de 1983, congeladões num pedaço de musgo, e quando foram descongelados em 2014, estava lá, vivos, bem e sem dar a menor bola pra nada.

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Você acha que as listras das zebras são para camuflagem? Tenho más notícias

Em finais do ano passado, eu publiquei artigo sobre uma pesquisa mostrando novos modelos matemáticos explicando como aparecem as listras nos animais. O que muita gente acha é que as listras das zebras são uma vantagem adaptativa que as faz se camuflar com o ambiente, pois Evolução é bem isso: alguma entidade mágica resolve criar um padrão para que o bichinho bonitinho não atraia a atenção de predadores. Claro, isso cai por terra quando vemos o pavão, que é tão chamativo quanto… bem, quanto um pavão.

O problema é que a Ciência não se importa com senso comum. Simulações visuais mostrando como as zebras aparecem aos olhos de seus predadores evidenciam que suas listras não ajudam em nada na mescla do padrão de cores com o ambiente à sua volta.

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A matemática de como aparecem listras em animais

Todo mundo conhece Alan Turing. Ainda mais depois do filme O Jogo da Imitação. Além de Pai da Computação Moderna, Turing estudou até padrões matemáticos sobre o surgimento de manchas em animais, o que acarretou na publicação The Chemical Basis of Morphogenesis (leia o PDF com o paper dele). Mas seu trabalho, apesar de brilhante, não respondia a certas questões. Muitos animais nâ têm manchas como vacas, mas em forma de listras, como alguns felinos (você sabe, desde aquele seiu gato vira-latas até tigres). O modelo de Turing não respondia como isso acontecia. Obra de Jesus? O Projetista Inteligente resolveu sacanear os cientistas ateus que querem destruir a família tradicional?

Uma pesquisa recente busca responder isso, buscando matematizar e criar novos modelos para explicar de onde vêm essas listras.

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Grandes Nomes da Ciência: As anônimas cobaias

Eu gosto desta série por apresentar aqueles que muitos de vocês jamais ouviram falar. Aqueles que deram imensas contribuições para o desenvolvimento científico ou mesmo servindo de exemplos em termos de garra e perseverança, além de inteligência e engenhosidade. Mas há aqueles que, mesmo involuntariamente, prestam crucial ajuda na pesquisa científica, muitas vezes sendo sacrificados no processo. Sem eles, não haveria avanço científico. Sem eles, não teríamos remédios, não teríamos nem um shampoozinho. Sem eles, nossa expectativa de vida jamais teria aumentado. Sem eles, não teríamos a nossa indústria farmacêutica.

Estou falando delas, as cobaias.

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A poluição plástica presente em nossos alimentos

Plásticos são uma das maiores invenções da humanidade. Sua facilidade de produção, modelagem e segurança o fizeram um produto campeão. Desde copos, até peças de automóveis. O problema do plástico é seu principal ponto positivo: a estabilidade química. Mesmo depois de ser jogado fora, ele ainda continuará por aí por um bom tempo. Outro problema é que ele volta até nós, seja nas praias, matando seres vivos, desequilibrando o eco-sistema ou até mesmo na corrente sanguínea de peixes que serão consumidos por nós, os espertões que adoram poluir o mundo.

Pesquisadores estudam como é este impacto e chegaram à conclusão de  cerca de um quarto dos peixes vendidos mercados de peixe na Califórnia e Indonésia continha detritos feitos pelo Homem. Valeu mesmo, gente!

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Mimetismo de ovelhas ajuda no pastoreio

Mimetismo é a arte e a técnica de simplesmente imitar os outros no mundo natural. Nosso querido bicho-pau. A vantagem de se parecer com um graveto ajuda a se esconder de predadores, que o confunde com o ambiente. Diferente da camuflagem, onde as padronagens de cor faz com que o ser vivo se confunda com o padrão de cores, mas não o formato, do que está ao seu redor.

Existem outros tipos de mimetismo, como o mimetismo comportamental, em que grupos coletivos acabam imitando uns aos outros, e isso foi evidenciado até mesmo em ovelhas.

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Médium psicografa leão morto e descobre seu volume. Ou algo assim

A treta da vez é com relação a um dentista que resolveu bancar o malvadão e pagou uma graninha para ir à África fazer o que o pessoal já faz lá de graça: matar bichos. De acordo com informações, o dentista Walter James Palmer morador da cidadezinha de Eden Prairie, com uma população menor que a favela da Rocinha e que fica no estado norte-americano de Minnesota ralou peito pro Zimbábue.

INTERLÚDIO: Vai, quero ver você encontrar o Zimbábue num mapa mudo! Não, você não sabe encontrar o Zimbábue, então, não fique de frescura lamentando pelos pobres africanos.

Walter contratou dois guias de safári (já que ninguém é maluco de enfrentar a savana africana sozinho) e foi dar uns tecos por aí. Acontece que ele matou um leão já meio velho e premiado e pessoal chilicou geral. Agora, os aproveitadores de sempre estão… bem, estão se aproveitando da situação. Tem até uma tosca que psicografou uma mensagem do 4.π.r3.3-1.

Psicografando mensagens da maluquice alheia, esta é a sua SEXTA INSANA!

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Foie Gras é proibido em São Paulo, mas isso preocupa…

Hoje, a lei 16.222/2015, do vereador do município de São Paulo, Laércio Benko, foi publicada no Diário Oficial do Município. De acordo com a lei, fica-se proibida a produção e a comercialização de foie gras, uma espécie de patê feito de fígado de ganso ou de pato. Além disso, a lei também veda a comercialização de artigos feitos com pele de animais.

As pessoas estão achando isso o máximo, mas eu vejo algo um pouco além disso. Sei lá…. deve ser o nome do meu site que me faz caminhar por essas veredas.

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Veneno de aranhas peçonhentas teve ancestral comum à insulina

Adoro a Austrália. Tudo lá tem uma espécie de toque de Sadim (o Midas ao contrário). Enquanto Midas transformava qualquer coisa que tocasse em ouro, o Sadim australiano transforma numa coisa monstruosamente venenosa com um só toque.

Pesquisadores australianos (que muito provavelmente são venenosos também) estuda as origens do veneno de certas espécies de aranhas e centopeias e descobrem derivação química da molécula da insulina. Isso mesmo, até um hormônio importantíssimo pode ficar de mau humor e lhe manda pra vala na Reversal Australiana, onde qualquer coisa mata VOCÊ!

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