Analfabetismo científico é um termo que se refere ao baixíssimo conhecimento de termos, expressões e significados científicos ou mesmo o entendimento do que e Ciência. Algo como o Diogo Mainardi, Reinaldo Azevedo e o Roger do extinto Ultraje a Rigor, criticando o Miguel Nicolelis, o cientista Kickboxer que não deixou pedra sobre pedra.
Em uma notícia saída na Folha, fiquei sabendo que muitos brasileiros têm sérios problemas de ler uma simples bula, por simplesmente não serem capazes de entender o que tem lá. Claro, isso esconde mais detalhes do que aparenta.
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Nossos celulares hoje são extremamente poderosos. Para vocês terem uma ideia, meu simples relógio de pulso tem mais poder computacional do que os computadores da Apolo 11. Meu smartphone é muito mais poderoso que meu primeiro PC, comprado em 1996. Por que não usar todos estes potenciais para transformar smartphones em
O Brasil tem sérios problemas. Um deles é exatamente ser o Brasil. Ontem foi inauguração da Copa do Mundo; e, cá pra nós, que LIXO! Meia dúzia de gato pingado parecendo alguma mostra pedagógica de colégio de periferia, com ents, garoto índio vestido como um maia (não perguntem) e ainda reclamam que gringo pensa que aqui é só mato, selva e bundas rebolantes. Pior! Nem passista de escola de samba tinha. Pelo menos, colocassem o
O mundo é sinistro. Enquanto temos que a
O título faz alusão ao mundo conquistado por Alexandre da Macedônia. Indo do Egito até quase chegar no Oriente Distante. Um império tão imenso (e fugaz, entretanto) que em algum ponto dele estava fazendo Sol, não importando em que momento fosse.
Um dos artigos que mais gostei (dentre uma saraivada deles), é o da
Todo mundo anda preocupado com abelhas. Eles praticamente estão se tornando os pandinhas, com a diferença que pandas só servem para modelos de bichinhos de pelúcia, enquanto os insetinhos do bem são responsáveis pela polinização de muitas flores (mas não todas elas).
Ao que tudo indica, o artigo que eu postei ainda há pouco sobre
Richard Dawkins é um dos mais conhecidos biólogos na área da biologia evolutiva; mas ele é mais conhecido ainda pelo seu modo gentil e tranquilo de se referir às religiões e crenças em geral. Ele é meio como Mario Cobretti, só que no caso ele acha que crenças são uma doença e ele é a cura, a ponto de achar que o Papa não só não é chefe de Estado, como tem que responder por crimes contra a humanidade (