O caos abraçou a frente da Catedral. O homem armado com um revólver mantinha uma mulher como refém nas escadarias. Outro homem chegou, um morador de rua. Ele queria salvá-la. O samaritano empurrou o meliante, este caiu, mas conseguiu usar a arma para acertar o samaritano, que caiu, tombou. 2 tiros tiraram-lhe a vida. A mulher escapou, mas a policia chegou, ciosa dos seus compromissos em proteger a população, e encheu o sequestrador de tiros.
Isso não é roteiro de um filme. Não é uma novela. É a vida real, e aconteceu hoje, em frente à Catedral da Sé, em São Paulo. Duas pessoas morreram. Um criminoso e um cidadão comum. Mais um dia violento, mais um início de final de semana problemático. Mais uma SEXTA INSANA!
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A Síria já anda em clima de terror que nem Stephen King seria capaz de descrever. Isso não começou agora, mas está tomando dimensões cada vez piores, embora não tão alarmantes para alguém tomar uma atitude. A não ser que as ações da ONU e suas cartas bem sérias seja fazer algo. Na quarta-feira, as Interwebs ficou em polvorosa por causa da foto de um menino morto, junto com tantos outros refugiados que tentavam sair daquele Inferno na Terra chamado Síria. Uma imagem chocante, horrível, triste, desesperançada e impactante. Todos rangendo em lágrimas, rasgando a roupa e criticando a imprensa ou dando parabéns pela coragem.
O algoz pairava sobre as cabeças, ante das cabeças sequer existirem. Todos os que estavam abaixo não sabiam do perigo nos céus. Seus destinos estavam selados; o mundo jamais seria o mesmo depois da grande chacina que ocorreria quase em seguidas. Milhões de seres quase começaram a gritar, mas já eram silenciosas já naquela época, quando o oxigênio, este pérfido assassino, seguiu desapaixonadamente as leis da Química.
Em nome de Allah, o Clemente e Misericordioso, hoje, aos 17 dias do mês de Dhul-Qada, perfazendo 1436 anos desde o dia da Hégira, a fuga de Maomé (salallahu alaihi ua salaam) de Meca para Medina, leio sobre o teste de Carbono-14 em um fragmento de um manuscrito do Sagrado Corão. Curiosamente, a datação revelou que a feitura do mesmo seria de antes de Mohammed ter recebido a Revelação do Arcanjo Gabriel e ter recitado as passagens.
Seguindo a nossa introdução aos estudos linguísticos, hoje vou falar de algo MUITO importante, mas que muito pouca gente leva a sério… O uso da língua.
Diz o mito que a USP é uma das melhores universidades do país. Tão ótima que
Não é um vídeo falando com detalhes do Método Científico. É apens uma reflexão sobre os mesmos e o quanto são importantes. Nada muito detalhado, mas que eu queria gravar assim mesmo. Chamem de vaiade, se quiserem, pois tudo é vaidade.
Eu fico pasmo como ainda ficam enchendo o saco citando "a tradicional medicina chinesa", como se fosse algo digno de nota, sendo que os tios de 100 anos de hoje não comiam as porcarias industrializadas que temos, sempre tiveram um ritmo de vida mais saudável, e não foi aquele besteirol de acupuntura que resolveu. Mas placebo é placebo.
Diz Joseph Campbel, mitologista, que mito é como se define a religião dos outros Muitas histórias são contadas de pais para filhos, ao longo dos anos. Sacis, cucas, boitatás, iaras etc. Será que tem tanta diferença assim de pregadores com poderes mágicos, como andar sobre a água, curar pessoas e multiplicar peixes?
Meus vassalos me trouxeram uma notícia incrível e fabulosa. Fiquei com lágrimas nos olhos, meu coração se encheu de felicidade, meus pulmões respiraram aliviados e meu pâncreas dançou polca. O Brasil descobriu a cura do câncer! ÓMAIFUQUINGÓDE! Saiu até uma entrevista com o autor da pesquisa, salientando a má vontade do Governo em minimizar o sofrimento da população.