Arthur Clarke foi um dos marcos da literatura de Ficção Científica. Seu mundo de computadores, alienígenas, foguetes, flutuações quânticas era apenas uma pequena casca do que ele realmente foi. Engenheiro, especialista em radares e o cara que sentou e fez todos os cálculos provando a viabilidade do satélite geoestacionário.
Sua obra literária é vasta e bem conhecida. Graças ao seu argumento, tivemos o primeiro filme de ficção científica bem produzido: o pouso na Lua em 1969, digo, 2001, Uma Odisseia no Espaço, de 1968.
Neste episódio do SciCast, eu e grande elenco conversamos sobre a pessoa, o profissional, o soldado, o técnico, o autor.

Em 15 de julho de 1908, o arqueólogo Luigi Pernier estava estudando o sítio arqueológico de um palácio minóico de Festo, próximo a Hagia Triada, que fica na costa sul da ilha de Creta. Lá, diferente do que certos apóstolos tendem a se enganar, os cretenses não eram sempre mentirosos, mesmo quando isso era dito por um cretense. Durante as escavações, Pernier encontrou uma coisa estranha. Um prato de argila com umas inscrições. O que estava ali? Ninguém sabia. Para que servia aquele treco? Ninguém fazia a menor ideia. Aquilo poderia ser usado como frisbee? Meio pesado. Aquilo era minóico? Eu que sei?
Desculpem a demora, amiguinhos e amiguinhas, mas, como sabem os que me seguem no
Olá amiguinhos(as)!
Oi amiguinhos(as)!
Agora que nós já vimos que a língua é um fenômeno
Eu já disse nos
Continuando a nossa série de textos sobre estudos da linguagem, hoje vou falar um pouquinho sobre os estudos "tradicionais", ou seja, aqueles relacionados à primeira definição de gramática que eu dei no