
O homem caminha até a sua criação. A olha com curiosidade. Vê que ela precisa um pouco de sua intervenção. Só um pouco. Por 12 anos não precisou, mas agora seria ótimo dar uma ajudinha. Ele contempla a enormidade de sua criação, tanto em tamanho, como longevidade. Ele faz o que tem que fazer, e ele sai. E por mais algumas décadas, sua criação estará sem nenhuma intervenção. Ali, funcionando sozinha, independente. O homem sai satisfeito. Sua selva particular está a contento e ele sendo o deus bondoso daquele sistema, o deixa prosseguir. Continuar lendo “Grandes Nomes da Ciência: Nathaniel Ward”








