Aborrecentes nordestinos mataram a aula de História e fazem saudação nazista

Estamos chegando no fim de semana, mas a loucura e retardo mental não podem esperar. O Brasil é um país louco ou, como dizia o Tim Maia, é um lugar que o pobre é de Direita, puta se apaixona e traficante se vicia. Num país como o nosso é insano achar que a população, em algum ponto, tem raça pura, quando é todo mundo vira-lata, num milk-shake étnico.

O problema é que alguns idiotas não sabem disso, como os moleques da foto acima. Eles são de um colégio de Recife e estão fazendo saudação nazista. Olhe a foto com cuidado.

Trabalhando em artigos para me libertar, esta é a sua QUINTA INSANA! (eu lá ia esperar até amanhã?)

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Cientistas criam robô dodói

Eu gosto de compartilhar notícias de avanços científicos e tecnológicos. Mas alguns abusam da paciência da gente. Não apenas isso, os jornais correm para noticiar isso, e já que quanto mais apelativa for a matéria, maiores as chances de divulgação, pesquisadores forçam a mão, o que leva a jornaleiros forçarem a mão, e sempre com resultados positivos, pois sempre terá um mané divulgando.

Por exemplo, saiu esta semana que alguns cientistas japoneses criaram um robô capaz de sentir dor, daí alguns já pensaram em androides, revolução das máquinas, humanização de robôs blábláblá. Só que não é bem assim.

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Mimizentos criam regrinhas para o carnaval. Foliões mandaram a Cláudia sentar lá

Começou o carnaval, e existem dois tipos de pessoas: os infelizes, toscos, fracassados, antissociais e misantropos e aqueles que não estão lendo este artigo e muito menos escrevendo artigos para blogs. Em tempos politicamente insanos, não se pode mais sair pro carnaval antes de saber as regras. O problema que brasileiro não lê nem manual de instruções da TV, quanto mais manuais de conduta.

Em Belo Horizonte, o Conselho Municipal de Igualdade Racial, um órgão ligado à Prefeitura, divulgou uma cartilhinha com recomendações aos foliões. Uma delas é que se vestir de índio é feio, magoa e deixa o Papa Capim triste. Vocês já podem imaginar o que aconteceu.

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Chazinho contra obesidade e placebo a 80km/h não tem lá muita diferença

Você acha que tudo que é natural não pode te prejudicar, e que a Natureza guarda a cura de tudo, certo? Está aí se enchendo de chazinho da Vovó, crente que está indo de vento em popa no caminho para o emagrecimento, certo? Bem, tenho más notícias: alguns pesquisadores que não ligam pra sua avó e nem pros chazinhos dela resolveram fazer a primeira revisão global de fitoterápicos para perda de peso em 19 anos.

Sim, o resultado é este mesmo que você está pensando.

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Copinho do mal destrói o planeta, dizem políticos

Estamos muito preocupados (olhem pra minha cara como estou preocupadíssimo) sobre como estamos destruindo o mundo. Claro, muitas pessoas resolveram fazer alguma coisa, daí o que correram pra fazer? Proibir canudinhos, aqueles canudinhos com menos plástico do que sachê de catchup, que continha sendo usado. Resolveram que não era o bastante, mas as sacolas, essas sim, vão destruir o mundo. Depois os copinhos descartáveis. Agora tá rolando problema nos EUA pois querem proibir o copinho e isopor, já que isopor é feio, tosco, destrói o meio ambiente e é reciclável, mas vamos ignorar esta parte.

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Rondônia acha que adolescente não pode ler livros. Vão distribuir rótulo de shampoo?

Aquele que não aprende História corre o risco de repeti-la!

Bem, está se repetindo. Em 2010, o Conselho de Educação veio com uma de proibir o uso de livro de Monteiro Lobato em colégios. Os motivos é que ele era racista, preconceituoso e coisas afins. Pegaram como exemplo que o livro chama Tia Nastácia de negra. Acho que era para chamar de “moreninha”. Mas isso já era de outro autor. Para um pesquisador da USP, Monteiro Lobato era racista. Sim, ele era. Shakespeare também era. Vamos cancelar o Mercador de Veneza?

Bem, tanto bateram que começou um barata-voa para tirar das escolas livros “malvadinhos”. O problema é que o vento que venta lá, venta cá. E chegou a vez de Rondônia de proibir o uso de alguns livros tido como muito errados.

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Novo coordenador da FUNAI vai evangelizar índios, diz Internet. Como se fosse novidade

Tá rolando stress com a notícia recente que o Bolça-Governo chamou para fazer parte da coordenação-geral de índios isolados da FUNAI um missionário e isso ia levar a evangelizar os índios e coisa e tal, me proteja meu São Tupã! Sim, os idiotas do Bolça Governo vão acabar com os Papa Capins que vivem saltitando, pegando peninha caída no chão pra fazer cocar (me disseram isso no Twitter) no maior estilo de vida good vibes. Nunca antes na história deste país vimos coisa parecida.

Queima ele, Iara!

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Mentiroso da um jeito de passar por bonzinho

O que mais vemos hoje é um fenômeno em que a pessoa se posta como mais moral e ética que outras. Ok, isso não é novidade. Pelo contrário, isso vem de longos séculos. Outra coisa que não é novidade é o conceito de “fanfic”, quando a pessoa inventa uma situação em que isso reforce suas qualidades positivas e/ou qualidades negativas do seu desafeto. Pense num caso que eu irei inventar, e qualquer semelhança é mera coincidência. Pense que você vai num banco para sacar uma soma de dinheiro. Por questões de segurança, o banco pede para averiguar. Aí, na hora de falar com as pessoas, você meio que inventa que o banco fechou tudo, chamou a polícia e você foi arrastado de lá. Aí vem a coisinha chata chamada “questionamento”; então, você muda a fala dizendo que você foi na delegacia. Também fala que rasgou seu documento de identificação, mas isso porque o agente policial mandou, já que você não estava com o mesmo penteado. E assim você vai mudando a história, de forma a ressaltar que os outros estão errados e você está certo.

(Lembrando que isso é uma história fictícia. Ninguém seria tão imbecil de inventar uma história sem pé nem cabeça dessas em redes sociais, de forma que concordem que esta pessoa é um mártir)

Pesquisadores resolveram estudar e descobriram uma coisa que todo mundo já sabia mas não com rigor científico): pessoal mente para tirar onda e saírem-se como as mais honestas do mercado.

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Grandes Nomes da Ciência: Frances Glessner Lee

Os investigadores olham a cena. Algo está errado. Eles se detêm nos detalhes. Sim, algo está muito estranho. Sim, a vítima se matou, é o que tudo indica… mas tem algo errado! Por que alguém que cometeria suicídio teria feito um bolo pouco antes? Não, não faz sentido. Os investigadores chegaram à conclusão: assassinato. A perpetradora foi uma senhora, uma senhora de olhos doces e rechonchudinha como a Dona Benta. Uma senhora que cometeu vários assassinatos de todos os tipos, desde facadas até tiros, envenenamento, enforcamento e asfixia.

A tia era uma máquina de bolar as mais cruéis mortes, sendo mestra em disfarçar os assassinatos, dando trabalho para investigadores, brincando com o poder de dedução deles usando seus conjuntos de casas de bonecas. Sim, isso mesmo que você leu: casinhas de bonecas.

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Humanos malvados continuam ferrando com o planeta, mas ficou por isso mesmo

Saiu mais uma pesquisa que espécies estão ameaçadas pela chamada “pegada humana”, ou seja, pela simples presença de seres humanos, os quais deixaram marcas em todo o planeta. A rigor, não tem um só lugar do mundo que não tenha uma marca da passagem da humanidade, tendo o estudo avaliado 20 mil espécies terrestres, e descobrindo que 85% agora estão expostas a intensa pressão humana.

Aí eu pergunto: ok. O que se faz então? A pesquisa não tem resposta, pois não lhe fizeram esta pergunta.

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