O "bom", "justo" e "misericordioso" deus Javé, o glorioso Senhor dos Anéis Bíblico, jamais poderia ter confiabilidade científica. Podem alegar o que quiserem, podem ranger os dentes, estrebucharem e reclamar o quanto quiserem. Por mais que os defensores do Design Intelijumento (aquele que foi engenhosamente planejado para nos dar uma postura ereta e de presente ganharmos dores nas costas, partos dolorosos e incapazes de muita velocidade) queiram defender a tese de um ser poderoso e enormemente inteligente para conduzir nossos caminhos, a verdade é que o bom deus G-Ová jamais passará pelo crivo do método científico.
Sim, isso mesmo. A Academia não pode aceitar o bom Elohim porque seria tido como farsante e os motivos eu mostro a seguir:
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No mundo das pessoas normais, quando você precisa de um funcionário, você contrata. Se você é uma empresa e não quer assinar carteira, você contrata uma empresa que terceirize o serviço. Se você é uma instituição de pesquisa e educacional, você faz de tudo para que suas atividades não cessem. Se você é o Brasil, caga e anda e fecha as portas.
UFA! Desde agosto não temos um Voz dos Alienados. Eu até estava pensando se ia terminar o ano sem o melhor exemplo da estupidez humana, mas eles nunca nos decepcionam… pelo menos, não nesse sentido. De qualquer forma, ia ficando triste e desolado. Poxa, Papai Noel, nem um retardadinho para eu ficar tripudiando neste final de ano? Pô, cora, dá uma força, vai!
Agora o mundo foi dominado pelos coxinhas politicamente corretos. Um pessoal que acha que devemos proteger nossas criancinhas de tudo. Temos que colocá-las numa redoma de vidro, com litros e mais litros de merthiolate que não arde em estoque. E isso não é de agora. O Roberto Jefferson, quando era advogado-de-porta-de-cadeia e dava consulta no programa "O Povo na TV" (um precursor do Programa do Ratinho), fazia campanha contra o Pica-Pau, pois era um desenho violentíssimo.
Vi uma manchete bombástica –
Tem coisas que me incomodam. Uma delas é a atual mania de ficarem mendigando atenção. Aliás, em qualquer caso isso é irritante, mas pior ainda é quando vemos o conhecimento científico implorando para ser aceito. Cientistas produzem conhecimento diariamente, produzem novas técnicas, novos materiais, novas tecnologias etc. Ainda assim, é ridículo como é necessário ficar com um pires na mão, olhos caídos, biquinho e dizendo "Por favor, acredite em nós!"
Outro dia eu estava olhando pra cima, por pura falta do que fazer. Eu estava vendo, indo bem alto, um avião de passageiros que, como sabemos, só carrega passageiros e suas malas. O que me chamou a atenção foi a linha branca que estava se formando atrás dele, reta que nem a trajetória do avião. Limpa e branca. O que seria aquilo? Bem, muitos sites têm a explicação: Aquilo são chemtrails, trilhas químicas usadas para diversos fins: controle do clima, redução de chuvas, controle de natalidade, manipulação das mentes, envenenamento de mananciais hídricos, extinção de indígenas, redução da biodiversidade e fazer gente burra se convencer que existem conspirações idiotas, feitas por grupinhos secretos que todo mundo diz conhecer.
Eu costumo dizer que a Ciência nunca está errada. A Ciência se autocorrige. A cada erro (nossos ou dos colegas), aprendemos mais e, de preferência, se for pra cometer erros, que sejam novos. Por isso as publicações indexadas, com revisão de pares, é tão importante. Garante a lisura que algum maluco não escreveu um monte de bobagens, assinando com nome de personagem de desenho animado.
As escolas públicas de São Paulo não são um paraíso. Nenhuma escola pública é, nem mesmo nos EUA. Mas, de fato, a Secretaria Estadual de Educação faz jus ao ditado que um relógio quebrado está certo duas vezes por dia. Lá mandam materiais e kits para experimentos de Química, os professores passam por uma prova do mérito, no qual podem ganhar um aumentinho a mais, além de serem estimulados a cursar um mestrado ou doutorado (o que eu acho inútil. Ou você tem competência pra dar aula, ou não tem. Mestrado não te dará isso, mas enfim).