Um estudante universitário profundamente cristão em Oklahoma, EUA, teve um surto. Nada demais como sempre. Ele só decapitou o amigo dele (imagino se fosse inimigo). Mas, claro, ele não é cristão nem escocês de verdade. A alegação é do moleque que perdeu a cabeça metaforicamente e fez o outro perder a cabeça literalmente é que o outro praticava bruxaria (e provavelmente pesava mais que um pato).
O universiotário só esqueceu de um pequeno detalhe: o outro que foi doce e gloriosamente pra terra dos pés juntos era filho de um state trooper, ou policial estadual. E mexer com puliça não dá final feliz em lugar nenhum no mundo.

Ainda existem juízes em Berlim. No Rio de Janeiro, existem deuses, seres divinos que se vangloriam do seu poder para fazer valer suas imposições e passar sobre a Justiça quais rolos compressores. Se você ousar a tratá-los como cidadãos, audácia!, receberão a ira e o ranger de dentes, como sofreu na pele uma agente de trânsito que ousou fazer valer a Lei. Lei essa que é ignorada por quem (na teoria, onde tudo é lindo) existe para fazer com que seja comprida. Então, essa agente de trânsito se negou a aceitar uma carteirada como argumento.
Uma trapaça ocorre quando dois caras que acham que vão se dar bem em cima do outro se encontram. Mas só um efetivamente consegue! Para atenuar a crise hídrica que São Paulo está vivendo, várias ideias surgiram. Economizar não foi bem uma delas. Não foi nem no início, antes de ocorrer a crise.
A ralé criaBURRIcionista subiu nas tamancas com a declaração sensata do
Eu adoro o mundo de Hades. Essa coisinha sem-noção, principalmente a que é retratada por jornaleiros retardados. Eu fico pensando como se faz faculdade de Jornalismo. Pelo visto, não precisa nem cursar Ensino Fundamental e muito menos Médio. As coisas acontecem meio por mágica, segundo esse pessoal. E uma das coisas que mais lhes causa admiração é o nosso conhecido sistema imunológico, que por alguma razão que eu não consigo entender, soa como bruxaria para eles.
Eu adoro nossa classe política. Eles são os verdadeiros representantes do povo, eleitos por sufrágio universal. Estão lá porque o povo decidiu que é o melhor pra nós, apesar de não sabermos bem o que fazem na calada da noite, naquele ambiente mal-assombrado (eu nunca vi um ambiente bem-assombrado. Vocês conhecem algum?). A primeira campanha do Tiririca dizia que ele não sabia o que se faz em Brasília e nem a população, mas ele ia contar. Bem, agora sabemos! O distinto deputado Missionário José Olimpio redigiu uma lei que proíbe o implante em seres humanos de identificação em forma de chips e outros dispositivos eletrônicos. Agora eu posso ficar descansado.
Nós, do Comitê Astronômico Brasileiro, no que urge o tópico, vimos por meio desta declarar, para todos os efeitos, declarar nosso repúdio em usar nosso nome em agravo ao conhecimento científico. Alegações absurdas em defesa de "teorias" tidas como científicas, mas que não passam de um despautério, um descalabro, uma coisa atroz. Nós entendemos que várias crendices, digo, várias posições filosófico-religiosas têm espaço num sistema democrático do Estado de Direito, como é o caso do Brasil. Temos, não obstante, que salientar certas coisas, pois há muita coisa saindo do controle, é é imperioso que esclareçamos alguns pontos que ainda parecem nebulosos.
Já passamos pelo sufrágio sofredor, no qual (re)colocamos no poder mais um grupo que aprontará mil e uma confusões e fará você se emocionar (ódio também é uma emoção). Mas lembre-se: nossos políticos não são mais malucos quanto os políticos dos outros. Um exemplo é a ideia in-te-li-gen-tís-si-ma de um determinado membro do parlamento da Nova Zelândia, berço dos Hobbits e cuja companhia aérea tem os mais maneiros vídeos de instrução (vai procurar no Google depois, estou ocupado noticiando algo, ô!).
Todos vocês sabem o amor que eu tenho para com a
É bem inusitado que quase todas as ditaduras tenham a partícula "Democrática" ou "Popular" em seus nomes oficiais. É uma ironia nefasta! Mas há coisa pior: o Brasil, terra do povo mais amigo e cordial do mundo (SQN), mostra a sua cara; ou melhor: o brasileiro mostra a sua cara.