Em 15 de julho de 1908, o arqueólogo Luigi Pernier estava estudando o sítio arqueológico de um palácio minóico de Festo, próximo a Hagia Triada, que fica na costa sul da ilha de Creta. Lá, diferente do que certos apóstolos tendem a se enganar, os cretenses não eram sempre mentirosos, mesmo quando isso era dito por um cretense. Durante as escavações, Pernier encontrou uma coisa estranha. Um prato de argila com umas inscrições. O que estava ali? Ninguém sabia. Para que servia aquele treco? Ninguém fazia a menor ideia. Aquilo poderia ser usado como frisbee? Meio pesado. Aquilo era minóico? Eu que sei?
Mas alguns pesquisadores parece que descobriram os segredos envoltos no Disco de Festo. Aliens? Maçonaria? Feitiços da Bruxa do 71?

Todo mundo adora a parte de gladiadores dos filmes épicos. Adoramos ver gente saindo na porrada, desde lutas de boxe até MMA. Eu credito isso ao fato de não podermos sair metendo a porrada em quem merece (por falta de oportunidade, condições ou porque efetivamente NÓS é que iremos apanhar). A questão que, como sabemos bem, atletas precisam de uma alimentação diferenciada, e isso acontecia também com os gladiadores, ainda mais que os melhores viviam muito, mas muito bem (o que nem sempre garantia uma aposentadoria confortável). A saúde era muito importante, pois era o modo de viver deles (literalmente).
Eu sempre achei que religião é igual a pênis: Tenha uma, sinta-se no direito de se orgulhar dela, mas não tente enfiar nos outros que isso não é legal. Então, a escumalha criaBURRIcionista, no uso de suas tosqueiras, insiste em enfiar aquela porcaria que diz que morcegos
Vocês devem ter reparado que o Ceticismo.net está fora do ar, registrando Erro 503. Isso é devido ao servidor que armazena o site (que chamamos "host"). Por causa de um problema que nem os toscos de lá não sabem, fica impossível carregar o site.
Uma das épocas que eu mais adoro é quando chega a época do ENEM. É uma das poucas épocas em que eu concordo com os jornaleiros dos portais de notícias, pois apesar de ser matéria batida, é divertidíssimo! E todo ano é sempre a mesma coisa: os alunos retardados que chegam atrasados e arrumam mil e uma desculpas, como engarrafamentos, ficaram rezando, esqueceram do Horário de verão, o cachorro comeu o RG etc.
Hoje, eu vou trazer pra vocês uma amostra como YouTube não é apenas gente idiota barbuda berrando feito alucinado que nem o Eneias, aborrecente revoltz que se acha intelectual de óculos escuros, ateu de fim-de-semana, cristão pregador pentelho, vídeos conspiracionistas e gatinhos brincando. Se bem que gatinhos brincando sempre serão a essência da Internet.
Sua arrogância o faz pensar que o Homo sapiens é a espécie mais bem sucedida do planeta? Bem, sim e não. Mas dependemos muito de nossa tecnologia ou já teríamos indo pro saco. Enquanto espécie, somos bem ridículos. Já os artrópodes, enquanto filo, são muito mais bem sucedidos, adaptados, com uma armadura natural digna do Homem-de-Ferro, mas no máximo seria um herói de queratina (e não, gente. Homem-Formiga é ridículo. É o Aquaman da Marvel!)
Ainda existem juízes em Berlim. No Rio de Janeiro, existem deuses, seres divinos que se vangloriam do seu poder para fazer valer suas imposições e passar sobre a Justiça quais rolos compressores. Se você ousar a tratá-los como cidadãos, audácia!, receberão a ira e o ranger de dentes, como sofreu na pele uma agente de trânsito que ousou fazer valer a Lei. Lei essa que é ignorada por quem (na teoria, onde tudo é lindo) existe para fazer com que seja comprida. Então, essa agente de trânsito se negou a aceitar uma carteirada como argumento.
Uma trapaça ocorre quando dois caras que acham que vão se dar bem em cima do outro se encontram. Mas só um efetivamente consegue! Para atenuar a crise hídrica que São Paulo está vivendo, várias ideias surgiram. Economizar não foi bem uma delas. Não foi nem no início, antes de ocorrer a crise.
A poderosa Titã, quieta sobre as absurdas forças gravitacionais do planeta anelado, é um dos vários mistérios do Sistema Sartuniano. Já falamos sobre a possibilidade de ter Vida lá (ou, pelo menos,