Fungos são seus amigos. Sem fungos não teríamos antibióticos, não teríamos decomposição de material orgânico, não teríamos nem mesmo pão… Ah, e não teríamos cerveja. Desde aquele mofo que deixa seus armários nojentos até os melhores antibióticos, fungos estão sempre presentes nas nossas vidas (algumas vezes, mais do que deveriam). O problema dos antibióticos é a nossa velha conhecida Seleção Natural, em que bactérias safadeenhas acabam evoluindo, dando origem a cepas mais resistentes.
Na eterna luta contra infecções, fica-se a pergunta: será que fungos podem nos ajudar mais uma vez? (Resposta: claro que pode, animal, ou não teríamos um artigo sobre isso. Duhhhh!)
Continuar lendo “Pesquisa induz fungos preguiçosos a produzir antibióticos”

É fato que as pessoas não se cuidam. Muitas das vezes, porque é complicado comer comida saudável, ainda mais se você trabalha fora. Má postura, descanso quase inexistente, longas horas esperando transporte, muitas horas NO transporte. Os horários em que trabalhamos deixa nosso corpo todo zoado por causa dos ciclos circadianos, muito bem estudados por
A doença de Parkinson, junto com o Alzheimer, é umas doenças neurológicas mais estudadas. Trata-se de uma doença degenerativa do sistema nervoso central. Ela é crônica, progressiva e causada por uma diminuição intensa da produção de dopamina, um neurotransmissor atua na realização dos movimentos voluntários do corpo de forma automática. Sem a dopamina estar ali nas quantidades necessárias, as pessoas começam a ter movimentos involuntários, muitas vezes em estado bem intenso.
Bactérias e vírus se estranham desde sempre. Entretanto, nenhuma bactéria anda na moda como os vírus do Zika e do Chikungunya, apesar de ter umas bem piores por aí. Enquanto estes vírus acabam com o dia das pessoas e o médico simplesmente diz que é “virose”, nossa melhor arma pode estar numa daquelas bactérias boazinhas, que podem nos ajudar a combater estes malvados.
Dengue virou muito mainstream. A onda agora é Zika, que sempre fez sucesso desde os tempos do Cartola. No mundo que não odeia ciência, vários esforços em estudar e combater a Zika tem ganho mais e mais verbas. O problema é levar as análises e processamento de informações para lugares onde Judas perdeu as meias (as botas, ele perdera uns 50 km antes). Como facilitar o processo, barateando a análise?
A cada dia descobrimos muito sobre o cérebro, esta maravilhosa gambiarra funcionando à base de substâncias químicas e efeitos elétricos. Claro, eu sei que é muito chato saber que nossos pensamentos, nossa personalidade, tudo o que nós somos enquanto indivíduos não passa de reações químicas e efeitos físicos, mas não fui eu quem fez o mundo.
Homeopatia é a arte e a técnica que enganar idiotas dando copo d’água e ganhar título de especialidade médica sem um único trabalho publicado na área. Alguns defensores desta porcaria dizem que melhoraram muito, se curaram de doenças e… não, péra. Isso é a homeopatia ou fosfoetanolamina? Fiquei confuso!
Olhos horrorizados viram com um esgar de reprovação o que se descortinava. Cantos da boca retorcidos, mas não tão retorcidos como pulmões sendo dilacerados por uma ameaça gasosa. Os olhos suplicam para que a loucura pare, mas ela não pare, e o pensamento “não foi para isso que eu estudei” cruzou com um ribombar de trovões pela mente brilhante. Críticas e desconfiança. Mãos suadas se esfregam no vestido impecável e pés giram nos tacões recusando que a Ciência pudesse ter um destino de causar dor, morte e desespero.
Ano passado eu escrevi dois artigos sobre cigarros eletrônicos (ou e-cigarrettes ou e-cigs).