Nunca chegaram a um consenso com os hobbits, apelido dado a supostos ancestrais do Homem encontrados na Ilha das Flores e, por isso, chamados de Homo floresiensis. O anúncio de sua descoberta foi feito em 2004, embora sua descoberta tenha sido em 2003, mas isso deixou muita gente encucada. Seriam eles realmente nossos ancestrais. Eles eram baixinhos, num lugar onde a fauna era baixinha, também. Por isso os apelidaram de “Hobbits”. Se você conhece a obra de J. R. R. Tolkien, consegue imaginar o motivo.
De acordo com um novo estudo, baseado na análise dos ossos do crânio, ficou comprovado sem sombra de dúvidas que o pessoal da Ilha das Flores podiam ser qualquer coisa, mas com certeza não pertenciam à espécie dos Homo sapiens.
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O dia amanheceu nublado, escuro. A vítima estava se dirigindo a esmo, no máximo, procurando um lugar para fazer uma refeição ou, simplesmente, vagando, como seria seu direito, segundo pensava. Mas ela estava errada. O assassino frio e sanguinário estava à espreita. Começou a chover, mas a vítima pareceu não se dar conta disso. O que passava pela sua mente, não se sabe, jamais saberemos. Seu algoz estava pronto para atacar. Ele era mais rápido, mais forte, mais voraz. Foi tudo muito rápido; a vítima sequer teve conhecimento do que estava acontecendo, até o golpe final. A morte lhe veio rápido, como se a ira de algum deus caísse como uma tormenta, cujo assassino era um monstro impiedoso.
Encontrar um fóssil não é pra qualquer um. E mesmo encontrando não é garantia que você irá reconhecer como sendo um. Normalmente, as pessoas são capazes de sair bicando uma pilha de fósseis como se fossem pedras, mesmo porque, de certa forma, o são. Quando restos mortais de seres vivos que passaram dessa pra melhor sofrem permineralização, praticamente o que era o o bicho (ou planta) deu lugar a minerais, e o caso ainda fica pior quando o fóssil é de um animal pequeno, como besouros, por exemplo.
Todo mundo gosta de borboletas. Eu prefiro as minhas com molho rosé. Elas são lindas, são incríveis, um espetáculo da Evolução. Suas camuflagem e mimetismo ajudam-nas a sobreviver por mais tempo, gerando mais descendentes. Elas já estavam aqui antes dos seres humanos aparecerem, o que é uma vantagem. Se alguém pisasse nela, tudo poderia ser diferente (quero ver quem pega a referência sem usar o Google).
A maior pedra no sapato criacionista é explicar como a vida veio. Não, péra. Pra eles é fácil. Jesus veio, ergueu a varinha de condão e PUF! um elefante. Dai tentam invalidar a Teoria da Evolução apontando “incongruências” (que só existe na cabecinha oca deles) nas modernas teorias sobre a origem da vida, como se fossem a mesma coisa.
Todos nós sabemos que aves vieram no quinto dia da Criação, depois de plantas, o Sol, a Lua e as estrelas (sim, nessa ordem). Como a Bíblia não fala de dinossauros, eles não existiam. O que existiu foi dragões, unicórnios.e cobras falantes. Já, se você estudou num colégio decente e tem um QI decente também, sabe que tudo isso é bobagem.
Todos nós sabemos que a Lua tem luz própria, pois é um luzeiro, surgida no quarto dia da Criação para iluminar a noite, o que mostra que ela é mais foda que o Sol, que Deus deixou para iluminar o dia, que já era claro lá pelo primeiro dia da Criação.
No ano passado, o caldo, digo, a barragem entornou em Minas Gerais, espalhando sujeira, lama, metais pesados, morte e destruição, não necessariamente nessa ordem. Enquanto o Sebastião Salgado não resolve o problema tirando milhares de fotos mágicas, pesquisadores de verdade buscam um meio de filtrar aquela água, criando uma técnica para reter metais pesados por filtração.
Já tínhamos falado sobre o Antropoceno