Cientistas curam criança com 80% do corpo afetado por doença genética

Eu fico feliz de haver gente feito o Tedson e o Victor. Com eles, nós pudemos alcançar coisas incríveis na Ciência. Eles são o que temos de melhores (ainda mais porque os cientistas de verdade fugiram daqui). Coo não apreciar toda a Ciência envolvida em sua magnitude? Aí vem um italiano já coroa que não vê importância neste laborioso e importante trabalho desses briosos pesquisadores brasileiros. O que este cientista carcamano fez?

Ele apenas salvou um menino com 80% tomado por uma doença genética muito fidaputa!

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Um experimento de 68 mil gerações e como evolução dá as caras

Olhos perspicazes olham para outro mundo. Este observador viu mudanças inteiras, fantásticas, incríveis. Os seres observados ignoram aquela presença, mas se sequer fossem capazes de imaginar, com certeza, o chamariam de “divindade” ou um Celestial. Desde o alvorecer até o desenrolar da pré-história, o Observador, calmo e paciente, vê as suas crianças se desenvolvendo. Um dia formarão cidades e inventarão a escrita? Pouco provável, mas o Observador apenas anota o tempo mediante a sua escala de vida, o que parece éons e éons para aqueles lá observados.

Não estamos falando de Uatu, o Observador, mas de Richard Lenski, o pesquisador que conduz o mais longo experimento em Evolução realizado até agora.

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Cai número de crianças vacinadas em 2016. Evil Darwin compra um bloco maior

Nada como a tendência humana de se auto-destruir, como diria o T-800. O brasileiro não é diferente. Talvez pior, ainda mais que temos a noção que o Brasil é um país que odeia Ciência. Com tanta divulgação de besteiras de Nova Era, como homeopatia, quiropraxia, Reiki e até gente ficando de dancinha no SUS, só podia dar no que deu[1] [2]. Desde 2013, a cobertura de vacinação para doenças como caxumba, sarampo e rubéola vem caindo ano a ano em todo o país. Imunidade de rebanho será algo lembrado pela meia dúzia de pessoas que não contraíram pólio, difteria ou varíola, que do jeito que está, são doenças que voltarão muito em breve. Continuar lendo “Cai número de crianças vacinadas em 2016. Evil Darwin compra um bloco maior”

Peixe esperto sintetiza álcool para sobreviver no frio

Imagine que você tenha uma capacidade X-Men. Qual seria? Bem, eu preferiria disparar feixes de energia, mas há alguns mais modestos que preferem sintetizar a própria birita. Sim, vocês mesmos, seus pudins de cachaça! Bem, vocês não deram sorte com isso, mas alguns peixinhos ganharam um presentinho do processo por seleção natural e conseguem sobreviver durante invernos rigorosos em lagos congelados. Como? Produzindo álcool, ué.

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Os segredos genéticos dos cananeus

Você deve conhecer algo sobre os cananeus, aquele povo que Jeová mandou que os israelitas aniquilassem, já que o deusão achou uma boa ideia dar a terra dos caras pra hebreuzada, com quilômetros e quilômetros de terras vazias. Obviamente, isso e mito, historinha pra boi dormir. Mas o que realmente se sabe do povo que viveu lá pelas bandas da Palestina até a Jordânia?

Agora, Arqueologia e Genética procuram responder a perguntas como “quem diabos, eram aqueles caras?”. Nem me preocupo em responder a coisas tipo “eles foram mesmo massacrados pelos israelitas?”, pois a resposta é óbvia.

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Quando o oceano ficou sem oxigênio e a vida teve que dar um jeito

O mundo antigo, bem antigo, já não era lá essas coisas lindas que filmes de monstros fazem crer. Nada de dinossauros cuspindo fogo, nem gorilas gigantescos e nem nada remotamente parecido com um Kaju. Ou seja, era algo chato, ainda mais no período Jurássico, que não tinha dinossaurões. Ainda assim tinha muita coisa para se preocupar. Era um mundo perigoso e, hoje, vemos que sempre estivemos frente a frente com vários perigos.

Talvez fosse o caso de se esconder no mar, mas pesquisas atuais mostram que mesmo seres aquáticos tiveram vários problemas. Pesquisas atuais mostram como o oceano do período jurássico enfrentou concentrações baixíssimas de oxigênio. E isso não é nada legal!

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Gatos: do Egito para o sofá da sua casa

Gatos são seres que nos adestraram há muito, muito tempo, apesar deles fingirem que foi o contrário só para elevar nossa auto-estima e assim premiá-los com mais gulodices. Esses descendentes de Mefistófeles têm uma longa relação com o ser humano. Pesquisas atuais usaram análise de DNA e determinaram que as origens do nosso bichano estão no Oriente Próximo e no antigo Egito, há cerca de 10 mil anos. O que mais que foi descoberto?

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Ancestrais de bactérias já eram hiperresistentes antes de aparecerem animais

Bactérias são serezinhos muito interessantes, apesar de serem maníacas psicopatas. Elas já nos acompanham desde antes de sermos humanos. Aliás, antes de metazoários aparecerem (chique falar “metazoário”, né? É o nome frescurento para “animais”). Aliás, antes de quaisquer pluricelulares botarem os pés (eu sei!) na Terra.

Pesquisa indica que as Enterococcus possuem um tatatatatataravô de 450 milhões de anos e já eram poderosos agentes infecciosos antes que animais fossem moda.

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Pesquisadores estudam o DNA de antigos egípcios

O Egito é tão fascinante quanto dinossauros. O motivo é o mesmo: eles existiram (exceto se você for fundamentalista). Assim como dinossauros são monstros que efetivamente existiram, egípcios são aquela civilização fodona digna do Conan que existiu e ainda é respeitada até hoje. Sim, mesmo com assírios e babilônios, egípcios são “OS CARAS”.

Claro, por muito que se aprenda sobre o Egito, mais falta a aprender. Por isso, uma equipe internacional resolveu saber mais sobre o segredo escondidos em suas múmias. Eles recuperaram e analisaram o DNA de múmias egípcias que datam de aproximadamente 1400 A.E.C. a 400 E.C.

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Doutoranda cria substituto para a retina? Não é bem assim

A retinite pigmentosa, também chamada de retinose pigmentar é um conjunto de doenças hereditárias que causam a degeneração da retina. Não existe “A” retinite pigmentar, mas doenças similares que atacam de forma diferente a sua retina, parte do olho onde as imagens captadas são formadas, em que uma parte está conectada ao nervo óptico, que levará a informação até o cérebro.

A retinose pigmentar é causada por problemas genéticos, que acabam fazendo besteira e não codificando as proteínas que deveriam. Isso leva à morte as células cones e bastonetes, levando à cegueira. Seria possível alguém ajudar a evitar isso. Haverá algum profissional que tenha alguma boa ideia? Acontecerá de quem vir nos salvar?

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