Medicamento modificado melhora a ação contra células cancerígenas

Câncer não é legal, todo mundo sabe disso. O tratamento, ainda que cure 80% dos casos de câncer (que envolve quase 200 tipos de doenças), acaba debilitando muito a pessoa, já que acaba afetando outras células não-cancerosas. Claro, você pode acreditar que a Big Pharma quer que todo mundo se ferre, impedindo a pesquisa de novos medicamentos. Ou pode viver no mundo real e saber que uma equipe de pesquisa da Universidade da Califórnia descobriu uma maneira para que um remédio usado em quimioterapia bata direto em células de câncer migratórias ou circulantes.

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Giárdias secretam proteínas semelhantes ao do hospedeiro só para infectar melhor. Mas a Natureza é linda

Giárdias, como todo bom parasita, é um bicho sacana. E sim, mulinhas, eu sei que ele não é um animal, mas um protozoário fidamãe que fica no intestino dos mamíferos, inclusive de seres humanos e cães, podendo levar estes últimos à morte; em que nos seres humanos, as giárdias do inferno preferem se alojar no intestino delgado. Esta cria de Satã flagelada vive tranquilamente sem necessitar de hospedeiro, dando um rolé por riachos e lagos, podendo ficar lá por bastante tempo, até achar algum bicho idiota para poderem viver felizes da vida parasitando o sistema digestivo desse bicho. Eu sugiro que vocês fervam as águas que coletarem em rios e lagos antes de beber.

O problema é que os cientistas não estavam bem certos do por que a giárdia do inferno conseguia ser tão bem sucedida, já que o sistema imunológico não manda pra vala de uma vez e continuar infectando as pessoas sem dó. E isso porque esta fidamãe conseguiu a incrível façanha de mimetizar células humanas.

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O doloroso caso da família que não sente dores e corre riscos de se machucar

Imagine que você estivesse livre de dores. Nenhuma. Nenhumazinha sequer. Parece o som do paraíso, certo? Mas não é. Não sentir dores é um inferno. Você se machuca sem saber, podendo ter cortes profundos e se esvair em sangue. Pode ter algo muito errado, mas como não sente dor, só saberá tarde demais.

Tem até o caso de uma família inteira com uma mutação genética que inibe que eles sintam dores. O que podemos aprender com eles?

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Cientistas desenvolvem técnica para tratamento de doença neurodegenerativa (não é Alzheimer)

Ninguém gosta de ficar doente, mas algumas doenças são piores que outras, e isso é um fato. Um desses exemplos é a ataxia de Friedreich. Esta tristeza é uma doença neurológica caracterizada pela queda de coordenação nos movimentos musculares, acabando com que a pessoa não consiga nem mesmo ficar em pé. Esta doença neurodegenerativa é hereditária e autossômica recessiva, afetando cerca de uma criança entre 22 mil. Este número pode variar até dois nascimentos em 100 mil, e isso já é muita coisa. Normalmente, se manifesta entre 5 e 15 anos de idade, começando por problemas de locomoção ao andar, evoluindo até o quadro de haver deformidade dos pés e escoliose. Ruim o bastante? Calma que esta tristeza ainda acarreta em diabete e afeta seriamente o ritmo cardíaco, além de causar cegueira entre outros problemas que irão variar de pessoa para pessoa e se se pode ter certeza de uma coisa, é que vai ficar muito pior.

Num comentário de um dos meus vídeos, um imbecil falou que ciência só serve para enganar pessoas burras. Seria ótimo se a ciência pudesse apenas ignorar a doença e erradica-la de vez, mas como fazer isso, se até agora não se conseguia simular os sintomas em sua totalidade em ratos?

Bem, frise-se o “até agora”.

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Pílula do cocô usada para combater infecções intestinais

Nenhuma doença é legal, mas com certeza as que acometem o intestino estão entre as mais infames, desconfortáveis e muitas vezes fatal. Há muitos tratamentos, inclusive em que cocô é transplantado de um intestino pro outro, mas será que não poderíamos simplificar isso? Bem, se simplificação que você quer, simplificação é o que a Ciência te dará. Que tal uma pilulinha de cocô?

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Terapia genética para consertar os males do seu coraçãozinho partido e mal pago

Todos nós sabemos (sabemos, né?) que o coração é formado por tecido muscular, chamado “músculo cardíaco”. Ele não é como o músculo do seu braço, apesar das muitas peculiaridades semelhantes, como você ficar com braço bombadão depois de puxar ferro e seu coração aumentar de tamanho devido a esforços desnecessários, em que muitas vezes é preciso operar, removendo parte desse tecido num procedimento conhecido como Procedimento Batista para os casos de cardiomiopatia dilatada. Só que, diferente dos demais músculos, o músculo cardíaco não se regenera como os outros tecidos musculares, o que é um sério problema quando se tem um atraque cardíaco. Você espera que na recuperação ele voltasse ao que era antes. Lamento, não vai acontecer.

Ou será que sim? Pesquisadores desenvolvem um gel motherfucker capaz de tascar sequências de genes direto no músculo do coração para ele dar um Ctrl+Alt+Del e reiniciar tudo. Continuar lendo “Terapia genética para consertar os males do seu coraçãozinho partido e mal pago”

A exuberante vida nas cavernas submersas em Yucatan

A Península de Yucatán, no México, é bem famosa pelo pedregulhão do mal que caiu lá, mandando bela quantidade de seres vivos para a vala, com os dinossauros liderando a fila da extinção. Mas nem só por meteoros a península de Yucatán é famosa. Ela guarda muitos tesouros, como rios subterrâneos e cavernas inundadas. Um mundo só dela, com bactérias que se se alimentam de metano nas frias cavernas esquecidas, que só verdadeiros aventureiros têm coragem de ir para explorar um mundo que parece que parou no tempo.

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As diferenças dos cérebros humanos e demais macacos não são apenas o tamanho

Dá para perceber bem a diferença entre humanos e outros primatas só de olhar pra eles (embora não tanto se pegarmos apenas os comentários de portais de notícia). A principal diferença está no desenvolvimento do cérebro, embora a quase totalidade do cérebro seja parecida. Parecida, mas não igual. Mas quando e em que parte do cérebro começaram as mudanças? Bem, é o que uma pesquisa pretende explicar.

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Pesquisa estuda como reduzir resistência bacteriana contra antibióticos

Antibióticos foram uma das maiores invenções da Humanidade. Pediram para Jesus curar as pessoas, mas ele ignorou. Pediram para Jeová, Allah, entre outros deuses. Só com a chegada dos antibióticos a expectativa de vida deu um salto. O problema é que a Seleção Natural oferece um problema: a resistência bacteriana, isto é, aquele lindo processo evolutivo que criaburricionistas dizem não existir faz com que bactérias sejam selecionadas naturalmente e as mais resistentes continuem gertando (muitos) descendentes.

Será que a Ciência poderia resolver isso?

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Dietas com baixas calorias reduzem ocorrência de diabetes tipo 2

Uma YouTubeira tosca (desculpem o pleonasmo) reclamou, chilicou, bateu com o pé tão forte no chão que o prendeu lá, e puxou o outro se rasgando ao meio. O motivo é porque os organizadores do ENEM não disponibilizaram cadeiras tamanho chupeta-de-baleia. Talvez, quem sabe, se tivesse avisado disso no formulário de inscrição (que tinha uma área para este tipo de solicitação), não teria ficado entalada como nas melhores cenas de comédia pastelão.

Mal aê, mas se é gordo, tem todo um modo de não ser mais gordo. Mesmo em caso de obesidade mórbida existe tratamento. Se você se sente bem sendo uma linda rolhinha de poço, é contigo, mas não reclame depois. E quer saber o que é pior ainda, além das doenças acarretadas pela obesidade? Você pode simplesmente diminuir os riscos de ter diabetes tipo 2 simplesmente diminuindo sua alimentação transbordante de carboidratos.

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