Fanática religiosa impõe dieta tosca a crianças pobres na Bahia ou elas que comam em casa

O que é mais nefasto que gente fazendo política com a própria religião? Talvez os que seguem a religião vegan. Isso aliado a mandar na dieta com a alegação retardada de proteção ao meio ambiente. Juntou isso mais a insânia do Ministério Público ditar como merenda escolar deve ser servida, temos puro suco de Brasil. Um suco podre e indigesto.

O resultado disso é a versão Maria Antonieta da Bahia, com a abjeta ideia que se um aluno pobre de um colégio público quiser comer direito, ele que vá comer em casa.

Antecipando notícia porque eu vou picar a mula no feriado, esta é a sua QUINTA INSANA!

Existem criaturas desprezíveis, existem criaturas demoníacas, existem criaturas absurdamente ridículas, existem criaturas pútridas e existem advogados. MAS ESPERE! Ainda tem alguns degraus a descer: advogado que segue a religião vegan. Está bom pra você? Pois, calma que ainda tem algo pior que isso: o vegan que se tornou advogado que não só pensa que tem poder, como aqueles que efetivamente TÊM poder. Mais até do que deveria.

Um exemplo de criatura sem um pingo de noção é a promotora Leticia Baird, criadora de um programa de alimentação que vai de encontro a tudo. Sim, isso mesmo. O Ministério Público da Bahia agora dita o que pode e o que não pode servir no almoço. Eu nem sabia que isso era permitido!

154 escolas de 4 municípios (Serrinha, Teofilândia, Biritinga e Barrocas) do sertão baiano foram obrigadas a adotar o modo de vida da religião vegan, obrigando crianças a terem alimentação muito nutritiva, carente de substâncias nutricionais. A ideia é que todo o cardápio seja vegan. Motivo? Bem, Baird começou com o lenga-lenga que é por causa da saúde, combatendo a obesidade, hipertensão e diabetes. Sim, isso mesmo. Ela está combatendo problemas que (alega-se) de origem alimentar em municípios pobres em que muitos dos moradores não têm o que comer, e a esperança é que os alunos pudessem se alimentar direito no colégio.

Aí, um bando de desclassificados que começaram uma merda de religião pernóstica, nociva, arrogante, ridícula, prepotente, estúpida, idiota, retardada, débil mental, pérfida, nojenta, anti-científica e totalmente criminosa alegam que quem quiser comer direito, com algum pedaço de proteína animal (ovos incluídos), que se foda, vai comer em casa, seu merda. E não. Não vai ter brioche também!

Leticia Baird, abraçadora de animaiszinhos (mas que tem inseticida em casa), conseguiu ser mais podre que Maria Antonieta (há quem diga que a frase de Totonha foi tirada de contexto, mas a da Leticia é exatamente isso).

De tanto o pessoal da Gazeta do Povo pressionar, ela confessou que era por causa de poupar dinheiro público e estimular a produção orgânica, trazendo menos gasto e melhor alimentação, e ficou batendo nesta tecla, já que seu argumento inicial era tão sustentável quanto um prédio feito com bolhas de sabão.

Não, não aconteceu nem uma coisa nem outra, pois o próprio prefeito disse que eles acabaram gastando mais. Fico imaginando a cara de felicidade de alguém que está lucrando muito com isso, e com certeza não é o pai do Chico Bento vendendo pé de alface.

A reportagem é revoltante. Leticia teve a ousadia de praticamente dizer que se o FNDE impõe uma alimentação (de gente) saudável, com proteínas de origem animal, problema do FNDE pois o programa dela veio antes. É como alegar que pouco importa que haja lei contra estupro e escravatura. Se havia a prática antes, foda-se. Bóra continuar com a prática. Brasil é realmente a terra da lei que não pega.

Esta ignorante científica, este… esta promotora que só promove obscurantismo ainda está num projeto de excluir o glúten. Eu não sei porque, já que apenas 1% da população é celíaca, e a probabilidade de aquelas crianças serem alérgicas a glúten é bem menor que isso. A não ser que a ignorância dela a fez pensar que glúten é proteína extraída de alguma vaca, mas vacas não servem para dar leite com glúten. No máximo, para prestar concurso público.

Eu acho que a merenda escolar não deveria existir, no sentido que os pais deveriam ter condições de alimentar seus filhos. Isso não acontece num país tão desprovido como o nosso, então, a merenda escolar PRECISA existir. Essas crianças muitas vezes só terão aquele alimento, sem a esperança de jantarem decentemente.

O veganismo é uma religião. Tem seus dogmas e pouco importa se está resguardada pelo direito à crença, continua violando princípios científicos, daqueles estudados por cientistas de verdade e publicados em periódicos indexados. As citações que eles fazem é soltas ao léu, muitas vezes sem nem mesmo dizer o que eles querem que digam, como qualquer fanático faz para sustentar seus dogmas.

Esta estúpida, com um salário ótimo, 5 refeições por dia, não entende o que passa uma pessoa com necessidade, daí pode seguir religião de classe média-alta que finge preocupação com o meio ambiente, mas religião é uma questão de controle. Para controlar, é necessário mentir feito descarados; e indo nesta via, esta criatura ousou dizer que para produzir um bife de 150 gramas se gasta 3 mil litros de água, repetindo os mantras dos fanáticos da religião vegan (existe vegan que não é fanático?), entre uma torrente de insânias. Um nojo, um apouca vergonha e, de novo, como o Ministério Público tem poder para dizer o que as escolas podem ou não podem oferecer no cardápio?

No final da reportagem, ela fala para não tirarem o que ela falou de contexto, mas ela realmente falou isso: vá comer em casa. E se reclamar da aula, contrate um professor particular. Cortem-se as verbas da saúde, vá num médico particular.

Acho que Jean Meslier deveria ter incluído advogados na sua frase, mas com certeza ele destinaria o mesmo fim aos vegans que ele atribuiu aos padres.


PS. Se você acha que veganismo não é uma religião fanática, fique sabendo que nenhum religioso fanático jamais admitiu isso e nunca admitirá


Fonte: Gazeta do Povo

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