Pílula de Bactéria é o novo tricorder

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Podemos definir sangramento gastro-intestinal como um sangramento que pode acontecer desde o esôfago até o início do intestino, normalmente com ocorrências no estômago e duodeno na sua maior parte; é o chamado “sangramento gastrointestinal alto”. No sangramento gastrointestinal baixo é aquele que ocorre no jejuno, íleo, intestino grosso, reto e ânus.

As causas podem ser várias, como esofagite, laceração de esôfago por náuseas, gastrite, úlceras, gastroenterite etc. assim, seria legal se pudéssemos observar quando a pessoa apresentasse este tipo de sangramento, certo? Seria ótimo se fosse de modo não invasivo, certo? Bem, ainda bem que existe Ciência.

O dr. Phillip Nadeau não é médico, mas é pesquisador. Sua especialidade é Engenharia Elétrica e Ciência da Computação. Junto com outros pesquisadores, Nadeau desenvolveu uma pílula, mas não dessas que você toma quando está com dor de cabeça, para depois dizer que ciência não serve pra nada. Esta pílula não tem remedinho como poderíamos pensar, mas sim uma bactéria.

Antes que você tenha ataque de pelanca dizendo que a Big Pharma está tentando controlar as pessoas enfiando chemtrail dentro do corpo, temos que explicar: trata-se de algo pior do que você está pensando. A Escherichia coli usada na pílula não só é uma bactéria, mas um organismo geneticamente modificado. Além dessa X-Bactéria, tem também um pequeno chip.

A coisa funciona da seguinte forma: você engole e pilulinha turbinada e as bactérias lindinhas estarão lá para ver se você tem algum sangramento. Se elas detectarem sangue no estômago, produzirão luz. O chip contém componentes que medem a quantidade de luz produzida e transmite essa informação para um smartphone próximo, permitindo um diagnóstico simples e não invasivo de sangramento gastrointestinal. Show, né?

O segredo é que as bactérias detectam o heme do sangue. Heme é um grupo prostético que possui um largo anel orgânico heterocíclico com um átomo de ferro no seu interior. As energias das ligações fornecem à bactéria OGM energia que ela converterá em impulsos luminosos por bioluminescência. Essas bactérias estão envoltas a uma membrana semi-permevável que permite que o sangue partes do sangue entrem em contato com elas, sem que nada que a bactéria secrete vá para a sua corrente sanguínea, lhe privando de ganhar alguma doencinha que você não gostaria de ter.

O chip possui um fototransistor que mede a intensidade da luz emitida pelas bactérias, além de ter comunicação via Bluetooth, pois tudo fica melhor com Bluetooth. Dessa forma, os dados poderão ser enviados para um celular próximo. Tudo isso numa pílula de quase 3 cm de comprimento (é, pois é), mas isso dá ao médico capacidade de ver o que está acontecendo dentro de você, sem meter-lhe a faca.

Tem videozinho? Tem videozinho!

Obviamente, você está pensando em engolir um troço com quase 3 centímetros de comprimento, mas como é dito no vídeo, é um protótipo. Com o avanço da miniaturiazção de componentes eletrônicos, isso estar[a em tamanhos tão reduzidos que ninguém terá problemas com a entrada dele no organismo e nem com a saída.

A pesquisa foi publicada na Science.

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Sobre André Carvalho

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